sábado, 3 de fevereiro de 2018

Conclusões Sobre "A Verdade Presente Para o Tempo do Fim - 3"


A compreensão do papel dos judeus cristãos remanescentes em Jerusalém, na preparação do caminho para a Segunda Vinda de Jesus foi fundamental para a compreensão da Verdade Presente nº 3.
Tal discernimento muito contribuiu para a formação de um quadro completo do futuro da humanidade, com base na primeira visão do segundo alinhamento profético relatado em Apocalipse 12 a 14.
Os resultados obtidos da análise desta visão foram surpreendentes.

Apocalipse 12 inicia em algum ponto da eternidade passada e acaba no julgamento dos vivos, a ocorrer durante os últimos sete anos da História da humanidade e, deste ponto de vista, ele é o mais amplo da Bíblia, constituindo uma longa ponte na história, partindo de uma retrospectiva da luta entre o bem e o mal que começou no céu e termina na Terra, com as forças do mal se arregimentando em seu último esforço para eliminar “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” - Apocalipse 12: 17.
         Nesta hora final, extremamente probante para os remidos ser-lhes-ão disponibilizada uma luz excepcional para iluminar o seu caminho até a véspera da volta do seu Libertador.
         Dotados com o dom profético eles conseguirão ver para além da tribulação iminente, o destino de glória que igualmente se aproxima. Louvado seja Deus porque sempre que Ele permite a provação provê, também, o meio de livramento.
     
     Os primeiros dez versos do capítulo 13 revelam uma besta que emerge do mar profundamente comprometida com Satanás e com implacável desejo de destruir o povo do Altíssimo.
         A partir do versículo 11 encontramos outra besta, que emerge da terra, identificando-se com os Estados Unidos da América, um poder político que nasce cristão, mas cada vez mais se envolve com a primeira besta.
        A aproximação destas duas bestas vem sendo orquestrada a longo prazo pelo Maligno que, mais recentemente vem atuando por meio de um movimento espírita radicado na ONU, o qual se propõe administrar o destino da humanidade, sem a presença dos cristãos.       Este grupo vem se mantendo em misterioso anonimato para evitar que seja confrontado antes do tempo em que não possa mais ser combatido. O Apêndice nº 2 acrescenta outros detalhes. 
         Diante destas circunstâncias devemos esperar que a livre América, muito em breve, passe pelas circunstâncias que a levarão a abandonar a liberdade de consciência e a formalizar uma união com a igreja oficial da Nova Ordem Mundial, conforme estamos argumentando aqui. 
        E, por assim dizer, o Protestantismo americano já vem fazendo o papel do falso profeta por defender os interesses do papado em vez de defender os interesses de Deus.
Assim, estas três partes de Babilônia, unidas na diversidade e associadas com o poder político da ONU julgarão poder alcançar a formação de uma monarquia mundial estável, totalmente orientada por demônios, tendo como ponto comum a falsa doutrina da imortalidade da alma, 
Outro ponto de cristalização desta mortífera união babilônica está na observância do domingo como dia de adoração. Esta prática veio dos antigos pagãos que adoravam o sol, trazida para o Cristianismo pelo papado. Por este motivo o domingo é relacionado com a marca da besta citada em Apocalipse 13: 17-18. 
Esta marca, no entanto, somente servirá de prova contra a besta e seus seguidores quando a mesma for imposta por lei aos remanescentes fieis, quando, então, estará caracterizando uma rebelião declarada contra o dia que foi estabelecido por Jeová como um sinal entre Ele e seus adoradores, conforme instrução divina recebida por Moisés em Êxodo 31: 13:
"Tu, pois, falarás aos filhos de Israel e lhes dirás: Certamente, guardareis os Meus sábados, pois é sinal entre Mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que Eu sou o SENHOR, que vos santifica".
Ainda neste capítulo, no verso 17, o SENHOR explica suas razões:
"Entre Mim e os filhos de Israel é sinal para sempre; porque, em 6 dias fez o SENHOR os céus e a Terra, e, ao sétimo dia, descansou, e tomou alento". 
Estas colocações parecem muito simples e são simples mesmo porque Deus não quer que ninguém tropece em coisas complicadas na hora de fazer a sua decisão para a vida ou para a morte!
O Senhor estabeleceu o sábado, no sétimo dia da criação para nos lembrar que Ele é o verdadeiro Deus. Assim, aquele que não guardar o sétimo dia, estará em rebelião contra o Deus Criador.
Os evangélicos em geral precisam fazer um estudo mais aprofundado da Bíblia, a qual lhes revelará o verdadeiro caráter do papado, uma instituição que segue, originalmente, as doutrinas defendidas pelos magos da antiga Babilônia. Esses magos fugiram para Roma, após a invasão da Medo-Pérsia e acabaram se alojando no Cristianismo, dominando-o com o apoio dos césares romanos; prevaleceram pelo tempo que lhes foi determinado: 1260 anos e, atualmente buscam novamente impor-se com base na autoridade da lei.
E assim, quem ficar em Babilônia, pertencerá à Nova Ordem Mundial e terá que passar por terríveis consequências como pelas sete últimas pragas. Caberá aos sinceros filhos do Altíssimo a culpa dos fatos e a desmoralização pelas elites dominantes.
         Com o apoio da ONU, essa grande Babilônia vem sendo edificada com sucesso e já vai muito elevada. Quase todo o mundo vem sendo enganado pelo que é ensinado por ela.
A grande ‘vantagem’ da Babilônia mística atual com relação aos seus seguidores é que ela prega a salvação sem a exigência do abandono dos pecados.
Precisamos, mesmo na Igreja cristã remanescente, tomar cuidado com esta teologia, porque muitos estão ensinando que não é possível erradicar o pecado e, com esse senso, terminarão em Babilônia, com certeza.
Outros seguirão o papado porque ele corresponde perfeitamente às necessidades de quase todas as pessoas, sendo adaptado a duas classes que abarcam quase todo o mundo: os que querem salvar-se por seus méritos e os que querem salvar-se em seus pecados. Nisto consiste o segredo do seu poder.
E todas as pessoas que pensam assim vão terminar em Babilônia! Todos os que creem na imortalidade da alma e que observam o primeiro dia da semana no lugar do sétimo, como dia de adoração, quando isto for obrigatório por lei, vão terminar em Babilônia!
A Nova Ordem Mundial vem construindo uma verdadeira torre de Babel com base na ideia de que o homem pode salvar-se pelos seus próprios esforços, pelo desenvolvimento sustentável, sem a necessidade de corrigir os seus pecados. E pensam poder colocá-la no lugar da verdadeira Nova Ordem Mundial que será estabelecida por um Deus que diz que temos que vencer o pecado, de um Deus que diz que não podemos nos salvar pelos nossos próprios méritos.
Assim, a luta do dragão contra o remanescente, referida em Apocalipse 12: 17, contextualizada em Apocalipse 13: 1-10, será estabelecida por meio de três protagonistas ‘religiosos’ que, finalmente, se unirão com a política para dirigir uma monarquia mundial, tendo como chefe absoluto, o papa.

Hoje podemos ver esta poderosa estrutura sendo cuidadosamente erguida sob a inspiração direta do diabólico dragão vermelho citado em Apocalipse 12: 9. Ela vem sendo idealizada no âmbito das Nações Unidas, que assumirá a sétima e última cabeça mundial perseguidora dos filhos do Altíssimo.
        A atual união do império americano com o papado comprova a profecia e revela os dois protagonistas que farão a transição para o sétimo milênio que será passado no céu onde não mais haverá pranto nem dor e a morte não mais existirá.
       Nenhuma nação que era apenas emergente no início do tempo do fim (1798) e que hoje deveria catalisar as atenções do mundo por sua grandeza e poder suficientes para dar o desfecho aos últimos eventos da História, pode substituir os Estados Unidos da América no âmbito desta profecia. Por outro lado, poucos duvidam ser o papado a obra prima de Satanás, que foi ferida de morte e reviveu.  
        A surpreendente colaboração entre estas duas instituições mundiais permitiu a derrubada do muro de Berlim em 1989, possibilitando abrir a cortina de ferro dos países socialistas para a entrada da democracia ocidental, bem como do Cristianismo de uma forma geral.
         A guerra fria entre Estados Unidos e a Rússia foi frontalmente atingida, impulsionando o movimento da Nova Ordem Mundial. 
      Tais resultados favoreceram os ideais da globalização tanto da política como da economia e, também, da religião oficial da Nova Era. 
     Desta maneira, relativamente lenta, mas sólida, vem se dando a gênese da última cabeça do dragão vermelho citado em Apocalipse 12: 3.
          Os 144.000 judeus cristão farão seu último combate na Palestina. Os demais salvos, somente mais tarde defenderão os mandamentos de Deus e a fé de Jesus, no âmbito de uma Igreja invisível, mas providencialmente poderosa e que sairá triunfante por toda a banda ocidental do Planeta.
Esta luta desigual no Ocidente só será francamente declarada quando os Estados Unidos da América se dispuser a dar suporte político/militar à besta eclesiástica caracterizada a partir de Apocalipse 13: 1. Esta terrível perseguição ocorrerá no meio da última semana de anos iniciada na guerra do Armagedom, em Israel

     Apocalipse 14 conclui a primeira visão do segundo alinhamento, distinguindo, inicialmente, os primeiros salvos, ou seja, as primícias dos que herdarão a vida eterna sem provar a morte. 
                Essa primeira fase do juízo dos vivos visa estimular a decisão dos justos que se encontram circunstancialmente confusos, após a abertura do período do cavalo preto que, como vimos no primeiro alinhamento, tratará do julgamento da Igreja, situada no conjunto das nações.
Em Apocalipse 14: 1 João antevê a felicidade do seu próprio povo sobre o monte Sião, na presença do Cordeiro, como sendo os mesmos 144.000 judeus que ele vira sendo selados em Apocalipse 7: 1-8. Neste sentido uma passagem complementa a outra.
Estas primícias dos salvos, definidas no Oriente Médio, têm as suas qualidades morais ressaltadas, no intuito de fornecer um referencial do caráter requerido para os vencedores e um estímulo para os demais justos que passarão vivos pelo mesmo julgamento.
Os versos de 6 a 12 acrescentam a mensagem dos três anjos voando pelo meio do céu; o primeiro, alerta sobre a iminência do juízo dos vivos entre as nações; o segundo, diz que a grande Babilônia vai cair e o terceiro alerta para o destino terrível de todos os adoradores da primeira besta.
Os versículos seguintes do Apocalipse 14 foram introduzidos por uma voz do céu para informar que todos os justos mortos neste combate são bem aventurados porque as suas obras os acompanham. Deverão descansar de suas fadigas para ressuscitar na manhã gloriosa da primeira ressurreição.
Na sequência João introduz o Senhor Jesus atuando sobre uma nuvem, com uma coroa na cabeça e uma foice na mão.
Um anjo vem para dizer que Ele estava prestes a ceifar a seara da terra de Israel. O trigo estava maduro para a colheita uma vez que guardavam os mandamentos de Deus e reconheciam Jesus como o Salvador da nação. E assim serão assinaladas as primícias dos salvos que não provarão a morte.
Por outro lado, o final do capítulo 14 destaca a dramática destruição de milhões de ímpios situados na banda oriental da Terra, os quais também servirão de advertência para os demais seres humanos que ainda serão julgados vivos.
Esta cena foi introduzida por outros dois anjos que sairão do santuário: um com uma foice afiada para ceifar os cachos da videira dos ímpios no momento em que eles estarão por invadir Jerusalém, na guerra do Armagedom. O outro vem para juntá-los e lançá-los fora dos limites da cidade, no lagar da cólera de Deus.
O massacre será tão sério que o profeta viu a maior parte dos 200 milhões de combatentes dos exércitos invasores boiando em um rio de sangue que chegava a altura dos freios dos seus cavalos.
  
APÊNDICE 1 
           O Espiritismo que apoia as duas bestas de Apocalipse 13 afirma que os homens são semideuses não decaídos e que cada mente julgará a si mesma. Que o verdadeiro conhecimento coloca o homem acima da Lei e que todos os pecados cometidos são inocentes.
          Assim, multidões estão sendo levadas a crer que o desejo é a lei mais elevada, que a libertinagem é liberdade e que o homem é apenas responsável por si mesmo.
            Quando estes ensinos que já vêm sendo ministrados no começo da implantação da Nova Ordem Mundial forem generalizados, não haverá restrições à impureza e nenhuma salvaguarda para a virtude.
Alice Bailey, uma das principais sacerdotisas da Nova Era, cuja Organização Boa Vontade Mundial faz parte do Conselho Consultivo da ONU, declarou:
“Dentro da ONU está o germe e a semente de um grande grupo internacional de meditação e reflexão - um grupo de pensadores bem informados, em cujas mãos está o destino da humanidade. Eles estão sob o controle de muitos discípulos do ‘quarto raio’ ... e seu foco é o plano da intuição búdica - o plano que comanda toda a atividade hierárquica”. 
Vejamos a definição do quarto raio, que encontramos na Internet:     
O Quarto Raio abrange a Chama Branca da Pureza, a Chama da Ressurreição, O Plano Imaculado e a Chama da Ascensão. O Chohan (diretor) do Quarto Raio, que erigiu o Foco da Purificação e da Chama da Ascensão, é o Mestre Ascensionado Serapis Bey. Sob Sua proteção está a atual Chama da Ascensão em Luxor, Egito, para onde foi transferida por Ele e outros devotados seguidores, antes que o Continente Atlântida submergisse nas águas do oceano”. Parêntese meu.
“O amado Serapis Bey atua na dispensação deste raio em seu templo etéreo sobre Luxor, no Egito. É um Espírito Guardião que está prestando assistência à Terra; era um sacerdote do templo da ascensão da Atlântida. Alguns irmãos de confiança substituíram o mestre Serapis Bey enquanto ele permanecia em níveis sutis entre encarnações, ou quando ele estava encarnado noutros países”.
Quando estas e outras ações semelhantes vierem a público certamente os pilares do mundo serão sacudidos pelo Espiritismo, levando os habitantes da terra à segunda e última plenitude dos tempos proféticos.  
Mas, afinal, qual é a definição bíblica de pecado? Pecado é a transgressão da Lei. mas a nova teologia, que na verdade é mais velha que o mundo pois se originou com Lúcifer, no céu, ensina que Deus vai nos salvar em nossos pecados, porque os mesmos fazem parte de nossa natureza, sendo impossível vencer, ganhar a vitória sobre o mal e sobre o pecado.
A Babilônia mística de nossos dias foi planejada para ser tão grande que, uma vez dentro dela, sequer Deus poderia destruir seus ocupantes, mesmo no caso de um novo dilúvio devastador!        
Deus certamente está vendo o que se passa nos bastidores deste mundo, como ele está se unindo. Vê o mundo atrás da salvação pelos seus próprios meios, e buscando alcançar os céus, sem abandonar os seus pecados. Vê o mundo se rebelando contra Ele.
Deus percebe como as elites dominantes vão estabelecer uma lei que exaltará o domingo, um dia de guarda instituído pelo homem do pecado. Ele está vendo tudo isso e deixando que os homens continuem construindo a sua Nova Ordem Mundial, até o ponto em que interferirá como interferiu na antiga torre de Babel, citada em Gênesis 11.
NODA, J. in Religiões: O Movimento Nova Era - Mimeografado, introduz um pouco da justificativa para a origem mediúnica deste movimento mundial:
            “Tudo começou por causa da decadência do mundo ocidental. A visão materialista do Universo e a negação da fé cristã histórica deixaram na sociedade um vazio existencial, pronto a ser preenchido por qualquer ideia que enfatizasse o lado espiritual e o lado místico da vida”.
E ele continua, na mesma página:
“As raízes do movimento ‘Nova Era’ originaram-se em Nova Iorque, em 1875, com a fundação da Sociedade Teosófica, pela russa Helena Petrovna Blavatsky. Depois de ter viajado pelo Oriente e estudado o hinduísmo e o budismo, fundou um movimento de amplitude mundial. Ela alega ter recebido revelações de mestres elevados que, segundo ela, como seres altamente evoluídos, controlam a vida dos homens. Na sua concepção, eles estão interessados a levar os seres humanos a um estado de evolução cósmica: O homem veio da ameba, mas ele está destinado a ser Deus”.
Shirley MacLaine, segundo NODA, é a defensora deste movimento, e disse:
“Cada pessoa é um universo; se você se conhece, você conhece tudo”. E ainda, segundo a mesma fonte: “Theodore Roszak diz que nós temos que despertar o deus que dorme na raiz do nosso ser”. 
Vemos, assim, a imagem embrionária da sétima cabeça do dragão que, por determinação mediúnica, começou a ser estruturada em sigilo e assim permaneceu por cem anos, até 1975, por determinação espírita, quando passou a ser motivo de ensino nas grandes universidades do mundo. Nós tivemos o primeiro contato com essa teoria numa Universidade do sul da França, em 1979.
Hoje, sob a alegação de lutar contra o terrorismo internacional, de ser um instrumento político para sair da crise mundial e de propor o estabelecimento de um longo período de paz e de prosperidade para a humanidade, a intenção não declarada da Nova Ordem Mundial será, segundo as profecias da Bíblia, destruir o remanescente de Deus e dominar o mundo por meio da tecnologia, imaginando reverter a marcha inexorável do cumprimento profético.
Mas Apocalipse 16:19 diz que será justamente quando a grande Babilônia estiver unida que Deus a dividirá e a destruirá.
              Assim, no futuro próximo, essa besta, que ainda fará tudo conforme a sua vontade, invadirá Jerusalém, mas chegará ao seu fim na Segunda Vinda de Jesus, conforme Daniel 11: 45:
             “Armará as suas tendas palacianas entre os mares contra o glorioso monte santo, mas chegará ao seu fim e não haverá quem a socorra”.



APÊNDICE 2

           Este apêndice apresenta  uma retrospectiva da escalada do papado para ser um dos principais protagonistas do fim, ao lado da Corte americana, a partir de uma reportagem da Revista Veja, de 16/09/1987 que, sob o título: Fieis Rebeldes, publicou:
          “O presidente Ronald Reagan e sua mulher Nancy, voaram até Miami especialmente para receber o papa aos pés da escada do avião que o trazia de Roma. Uma distinção jamais tributada a outros chefes de Estado que visitaram o país. As três redes de televisão - a CBS, a NBC e a ABC - registraram ao vivo a cerimônia de sua chegada, que se calcula tenha sido assistida por mais de 50 milhões de pessoas. Cada hora que ele permanecesse nos Estados Unidos custaria 98.000 dólares. Foi nesse clima de honrarias, publicidade e opulência que João Paulo II iniciou sua segunda peregrinação pelo território americano, na 36ª viagem internacional de seu pontificado”.
          Vinte e oito anos depois, o papa Francisco, em sua primeira viagem aos EUA, além de ser recebido no aeroporto pelo presidente Barack Obama, discursou no Congresso americano no dia 24 de setembro de 2015, onde foi, por várias vezes, aplaudido de pé.
          Voltando ao tema da Revista Veja, de 1987, lemos:
          “No seu discurso de saudação ao papa, Reagan fez a João Paulo II um elogio inesperado, principalmente quando vindo de alguém que governava a mais poderosa nação do mundo: ‘Ninguém pode falar com mais força a nossa geração do que o Senhor’”.
          Em setembro de 2015, Barack Obama chegou a comparar o papa atual com Jesus Cristo, quando disse:
          “Creio que a emoção que sua visita gera é não apenas por seu papel como papa, mas por suas qualidades únicas como pessoa. Em sua humildade, na amabilidade de suas palavras e na generosidade do seu espírito vemos um exemplo vivo dos ensinamentos de Jesus, um líder cuja autoridade moral não apenas chega por meio de suas palavras, mas também por meio de seus atos”.
          Ao pensar que a nação americana foi formada pelos peregrinos que fugiram da Europa para não serem exterminados pelo papado, podemos avaliar o peso deste fantástico depoimento!
          O jornal Correio Braziliense de 13/09/1987 destacou ainda outra reportagem que lembra muito o inusitado cumprimento de Apocalipse 13: 12:
          “O papa João Paulo II, em sua segunda viagem aos Estados Unidos, encontra-se no coração da verdadeira Roma dos tempos atuais, que exerce hoje papel semelhante ao que desempenhou no passado a Roma italiana onde vive e reina o pontífice católico. Os Estados Unidos da América são o Império Romano de nossos dias (seria uma alusão à futura imagem da besta?). É de interesse geral dos povos e nações, mesmo dos ateus, dos anticristãos e dos indiferentes, acompanhar essa nova peregrinação do papa João Paulo II através da Roma Imperial de nossos dias, cujo símbolo, a orgulhosa águia, bem como a filosofia dominadora e expansionista é praticamente a mesma das legiões que trilhavam a antiga Via Ápia, rumo aos horizontes do mundo conhecido de então”. Parêntese acrescentado.
          A capa da última Revista Time, de 28/09/2015, traz a imagem gloriosa do papa Francisco acompanhada do título: “O Novo Império Romano”, complementado pelo subtítulo: “O alcance global do papa Francisco”. 
            Este destaque de capa da Revista Time dá segura sequência aos fatos proféticos já em seus últimos desdobramentos.
          Voltando ao Correio Braziliense para continuar relembrando alguns dos antecedentes desta histórica aproximação, bem como sua força atual, sob o título: “João Paulo II colaborou com a CIA”, lemos a seguinte reportagem:
          “Nova York - O Papa João Paulo II e o governo americano fizeram um acordo secreto para trabalharem juntos na derrubada do Comunismo a partir da Polônia. Os americanos passavam ao papa segredos de Estado envolvendo análises e informações políticas obtidas pela Casa Branca, pelo Departamento de Estado e pela CIA a respeito da conjuntura mundial. E a igreja usou tais informações para fortalecer o movimento sindical Solidariedade, cujo êxito teve efeito dominó sobre a derrocada do Comunismo, desde o leste da Europa até a antiga União Soviética”.
          “Como parte do pacto para derrotar o Comunismo o papa silenciou sobre os planos americanos de instalar mísseis de cruzeiro na Europa Ocidental e a Casa Branca bloqueou o financiamento de programas de controle da natalidade criticados pela igreja, reforçando a oposição do Vaticano ao aborto”.
          “Esse plano maquiavélico é revelado pelo livro ‘His Holiness: Jonh Paul and the history o four time’ (Sua Santidade: João Paulo e a história oculta de nosso tempo) do jornalista Carl Bernstein, que em 1974 revelou o escândalo do Watergate, motivo da renúncia do presidente Richard Nixon... Os autores tiveram acesso a documentos secretos da União Soviética e dos Estados Unidos, entre eles de gravações de reuniões de cúpula do Governo Ronald Reagan, em cujo mandato ocorreu a colaboração com o Vaticano, entre 1981 e 1987, e uma série de entrevistas com atores políticos chave da história”.
          Ainda sob o título: “Poder”, o jornal acrescenta:
          “O livro conta também que o governo americano gastou US$ 50 milhões para financiar o Solidariedade, liderado por Lech Walesa, que mais tarde tornou-se presidente da Polônia. O papa sabia de tudo e também retribuía informações estratégicas à Casa Branca. O livro é escrito num estilo que romanceia as intrigas entre políticos e demonstra como a Igreja Católica é poderosíssima. Em determinado momento Bernstein pergunta: ‘Quantas divisões (militares) têm o papa? numa referência ao desdém com que o ex-ditador soviético Joseph Stalin tratava o Vaticano. ‘Agora eles sabem’, responde o jornalista”.
          “Segundo ‘A história oculta do nosso tempo’, o papa encontrou-se 15 vezes com o ex-diretor da CIA, Willian Casey, e com um de seus diretores adjuntos, o general Vernon Walters, envolvidos nas tramas do golpe de 1964 no Brasil. Nessas reuniões discutiam-se as mudanças políticas não apenas no leste europeu”.
          “O papa tinha acesso a informes sigilosos sobre as outras regiões onde a Igreja e a Casa Branca trabalhavam em estreita colaboração, como a América Latina, onde João Paulo II combateu a Teologia da Libertação e os religiosos que militavam na esquerda”.
          Enquanto João Paulo II insistia “em que o homem não tem esperança de criar um sistema geopolítico capaz, a menos que seja baseado na cristandade católico-romana”, conforme citação de Malachi Martin, em seu livro “The Keis of this Blood”, 1990, p. 492, o ex-presidente dos Estados Unidos, George Bush (pai), dizia, textualmente, em seu discurso sobre o estado da União, no Los Angeles Times, de 18/02/1991, por ocasião da invasão do Kwait pelo Iraque:
          “É uma grande ideia: uma Nova Ordem Mundial; onde diversas nações se unem em uma causa comum para realizar aspirações universais da humanidade, paz e segurança, liberdade e autoridade da lei... Somente os Estados Unidos têm ambos: a posição moral e os meios para respaldá-la”.
          Esta aspiração mútua pela liderança mundial, explicitada há anos, tanto pelo Vaticano como pela Corte americana é tratada no livro do Apocalipse, que declara a união destas duas potências mundiais, que deverá acontecer sob a proeminência do papado, pois Apocalipse 13: 12 conclui dizendo que a América do Norte “Faz com que a terra (americana) e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada”. Parêntese acrescentado.
          O papado, em 2000, após ter dado o ‘troco’ aos comunistas, que o derrubaram em 1798 e equivocadamente confiante na cura de sua ferida mortal, fez uma publicação que mereceu os seguintes comentários do jornal Correio Braziliense de 06/09/2000:
          “Numa demonstração de conservadorismo, o Vaticano publicou ontem um documento que nega a condição de igrejas a todas as religiões”.
          “O documento foi publicado apenas dois dias depois da controvertida beatificação do Papa Pio IX, que provocou várias críticas, entre elas as dos judeus, que o consideram um antissemita...”       
          O Correio Braziliense, de 9 de agosto de 2000, já havia revelado algumas características de Pio IX, dentre as quais destacamos as de:
          “absolutista e antissemita, além de um excomungador impenitente... Pio IX foi quem proclamou em 18/07/1870 o polêmico dogma da infalibilidade pontifícia... Autor da Sullabus e da encíclica Quanta Cura, em 1864, na qual condenou, por ‘desvios sociais’ correntes de pensamento e doutrinas sobre fé e razão, a separação do Estado e a  Igreja, o direito e a sociedade que estavam mudando, começando o mundo moderno... Se opôs especialmente a liberdade de consciência... Sob sua liderança, se desenvolveu na igreja o sistema absolutista”.
          Se alguém com tal perfil mereceu ser beatificado, não é difícil inferir-se quanto às intenções futuras da Sé romana, no sentido de dar cumprimento às últimas profecias da Bíblia, conforme se depreende do seguinte texto:
          “De acordo com a Congregação da Doutrina da Fé (antigo Santo Ofício da Inquisição, segundo a Revista Veja de 16/09/1987, p. 83,) o não reconhecimento da autoridade do papa pelas demais religiões é uma falta grave”.
          Felizmente aquele tempo não era o ponto da virada previsto nas Escrituras, como pensou o Vaticano.
          Aceitemos, hoje, a provisão que Deus vem fazendo por meio de suas profecias, para realizar uma limpeza pessoal do pecado e nos apropriar do poder que Ele prometeu colocar à nossa disposição no tempo do fim para que o nosso testemunho seja mais eficiente.








Os três primeiros capítulos do Apocalipse constituem um introdução ao livro das revelações. Jesus aparece glorificado no primeiro capítulo dando a João, sete cartas para serem enviadas à sete igrejas da Ásia Menor. Estas igrejas foram escolhidas devido as suas características serem apropriadas para definir, também, os sete períodos da dispensação cristã, desde a Igreja Primitiva até Laodiceia, a Igreja do povo julgado.
Os capítulos de 4 ao 8: 1, enfatizam o que se passa entre a ascensão de Jesus e o julgamento dos seres humanos, que ainda se encontra em andamento no Tribunal do céu. Este tema foi analisado na Verdade Presente nº 2.
As trombetas, citadas nos capítulos 8: 2 ao 11, nos trazem de volta à Terra, encerrando o primeiro alinhamento profético do Apocalipse, e foram analisadas no livro O Julgamento de Israel, já publicado. Elas tratam das intervenções de Jesus na guerra do Armagedom, deflagrada no Oriente Médio. Ali Ele derramará a primeira série de flagelos contra os ímpios da banda oriental do Planeta, impedindo que os mesmos prejudiquem os judeus cristãos que foram selados em Jerusalém.

Este entendimento sobre a renovação do concerto de Deus com os remanescentes de Israel tem base bíblica abundante - veja, inicialmente Jeremias 31: 35-37 e Hebreus 8: 8-10.





Tem razão, até certo ponto, os idealizadores da Nova Ordem Mundial em pensarem fazer do papa o futuro líder mundial. Isto está em perfeita harmonia com as profecias de nosso tempo, só que eles estão ignorando a Pedra de Daniel 2, que atingirá os pés da estátua, pouco depois da formalização da união do ferro com o barro, da união da Igreja com o Estado, da política com a religião, visando estabelecer uma Nova Ordem Mundial para controlar tudo, com o papa na liderança suprema do sistema.
Não estão contando com a Pedra que virá do céu e que golpeará os pés da estátua, bem onde querem os homens estabelecer uma Nova Ordem Mundial.
Esqueceram de incluir um quarto e decisivo poder. Eles falam de três poderes em luta: o Capitalismo, reconhecido como o falso profeta, por estar alinhado com a besta; o Comunismo, controlado pelo dragão, no comando dos ateus e o papado, que no sentido restrito é a besta recuperada, sem considerar um quarto poder que dominará os três: O poder divino que atuará por meio de dois pequenos grupos de remanescentes: o dos filhos de Israel que, associado ao poder do Senhor dos Exércitos, atuarão como Seu cetro de ferro na destruição das nações perseguidoras que se levantarão no Oriente e o grupo da Igreja Triunfante que se levantará prodigiosamente no lado ocidental do Planeta.
 Assim, a Nova Ordem Mundial, representada em Daniel 2 como tendo os pés em parte de ferro, (que significará o componente político da ONU, conforme Daniel 2: 40-42) e em parte de barro de oleiro (que, conforme Jeremias 18: 6 representará o componente religioso complexo dirigido pelo papado), não passará muito deste tempo atual em que ela já se encontra em curso oficioso de ação.
            Vejamos este ponto, conforme ele foi citado na profecia de Daniel 2: 28; 34 e 35:
            “... mas há um Deus no céu, o qual revela os mistérios; pois fez saber ao rei Nabucodonosor (e a nós, em extensão) o que há de ser nos últimos dias... Quando estavas olhando, uma pedra foi cortada sem auxílio de mãos, feriu a estátua nos pés de ferro e de barro, e os esmiuçou... Mas a pedra, que feriu a estátua, se tornou em grande montanha que encheu toda a Terra”. Parêntese do autor.
            Assim, pois, quando for efetivada, esta efêmera Nova Ordem Mundial representada pelos pés da estátua do sonho de Nabucodonosor, será imediatamente derrubada por Deus, uma vez que os seus pés em parte de ferro e em parte de barro revelam que não terão a consistência suficiente para suportar o peso dos diferentes metais, por muito tempo, caindo já na segunda quinzena do último mês da Terra, conforme a conclusão da profecia de Daniel 2: 44-45:
  “Mas, nos dias destes reis (um império mundial dividido, unido pela religião, como ocorreu na Idade Média), o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído; este reino não passará a outro povo: esmiuçará e consumirá todos estes reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre. Como vistes que do monte foi cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela esmiuçou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro. O grande Deus fez saber ao rei o que há de ser futuramente. Certo é o sonho, e fiel a sua interpretação”. Parêntese suprido.




Em novembro de 2011 o papa Bento XVI endossou a criação deste governo mundial, com um único governante, para coordenar tanto os assuntos econômicos como os sociais e os religiosos. Ele, que também é a sétima cabeça da meretriz de Apocalipse 17, não se apresentou como sendo este homem. O escândalo relacionado com o Vaticano no final de 2012 frustrou, momentaneamente, os seus planos, levando-o à renúncia para esvaziar o peso das graves denúncias que pesavam contra a Sé romana.
O oitavo rei (citado em Apocalipse 17: 11 sem uma cabeça própria) já foi empossado, contornando o escândalo e dando estrita continuidade ao plano secular do papado. Bento XVI, contudo, permaneceu papa, numa unidade com o oitavo rei, podendo, por isso, ser considerado, também, como sendo a sua cabeça.
            Foi desta forma que o oitavo rei acabou “procedendo dos sete, como diz a profecia. Apenas precisou renunciar, conforme Apocalipse 17: 10:
“... dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou; e, quando chegar, tem de durar pouco”.
O termo tem de durar pouco refere-se a sua renúncia. Este assunto já foi desenvolvido na Verdade Presente nº 1, como já referido anteriormente.
Ao oitavo rei será facultado ocupar a posição oficial junto às Nações Unidas, quando na Secretaria Geral dessa Organização mundial já estiverem empossados os representantes das dez Regiões Geo-Econômicas ora em consolidação. Os governentes destas dez nações representarão o mundo, no lugar dos cinco atuais.
Estes dez chifres ou dez reis representarão a nova versão das Nações Unidas, reestruturada para administrar oficialmente a Nova Ordem Mundial, pelo período meteórico de uma hora profética que representa apenas quinze dias literais.
            Os outros quinze dias corresponderão ao período também de uma hora profética (Apocalipse 18: 10; 17 e 19), no qual o sistema já estará desmoronando pela intervenção divina, da mesma forma como aconteceu com a Torre de Babel em Gênesis 11: 5-9:
             “Então, desceu o Senhor para ver a cidade e a torre, que os filhos dos homens edificavam; e o Senhor disse: eis que o povo é um, e todos têm a mesma linguagem. Isto é apenas o começo; agora não haverá restrição para tudo o que intentam fazer. Vinde, desçamos e confundamos ali a sua linguagem, para que um não entenda a linguagem do outro. Destarte, o Senhor os dispersou dali pela superfície da Terra; e cessaram de edificar a cidade. Chamou se lhe, por isso, o nome de Babel, porque ali confundiu o Senhor a linguagem de toda a Terra e dali o Senhor os dispersou por toda a superfície dela.” 
                  
            “Mas, nos dias destes reis (um império mundial dividido, unido pela religião, como ocorreu na Idade Média), o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído; este reino não passará a outro povo: esmiuçará e consumirá todos estes reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre. Como vistes que do monte foi cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela esmiuçou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro. O grande Deus fez saber ao rei o que há de ser futuramente. Certo é o sonho, e fiel a sua interpretação”. Parêntese suprido.


    Assim, a Nova Ordem Mundial, representada em Daniel 2 como tendo os pés em parte de ferro, (que significará o componente político da ONU, conforme Daniel 2: 40-42) e em parte de barro de oleiro (que, conforme Jeremias 18: 6 representará o componente religioso complexo dirigido pelo papado), não passará muito deste tempo atual em que ela já se encontra em curso oficioso de ação.
            Este histórico de glória futura para o papado trará de volta o seu prestígio medieval, só que agora será limitado por Deus em apenas quarenta e dois meses literais, conforme citado em Apocalipse 13: 5, os quais serão contados a partir da implantação oficial dos seus dogmas, ainda em nossos dias.
            Em Daniel 12: 11 temos uma referência a um período de 1290 dias, ou seja, de quarenta e três meses. Esse período de Daniel acrescenta um mês aos quarenta e dois meses de Apocalipse 13: 5 porque no período referido no Apocalipse, a besta reinará sozinha e no período considerado por Daniel, a besta reinará um mês a mais, unida com a força do Estado. Nesta extensão do prazo de Apocalipse 13: 5 a besta renovada estará unida com seus dez chifres coroados referidos em Apocalipse 13: 1 e 17: 12.
         
  

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