sábado, 3 de fevereiro de 2018

Conclusões Sobre "A Verdade Presente Para o Tempo do Fim - 4"

           As cenas finais se desenrolaram aos olhos do profeta João a partir do momento em que ele pode separar no céu, o sinal misterioso constituído pelos sete anjos, saindo do santuário com as pragas destinadas aos impenitentes, da população de salvos que tocavam suas harpas e cantavam alegremente por verem a justiça de Deus contra a grande Babilônia sendo realizada.
       Ao contrário do que é previsível com relação ao que irá acontecer no último e dramático ano de vida na Terra, quando as sete últimas taças da ira de Deus serão derramadas sobre os ímpios, a recompensa dos filhos de Deus será tão gloriosa que não se poderá descrever. Será como diz Paulo em I Coríntios 2: 9 NTLH:
       “o que ninguém nunca viu nem ouviu, e o que jamais alguém pensou que podia acontecer, foi isto o que Deus preparou para aqueles que o amam” – I Coríntios 2: 9 NTLH.
            Nós ainda estamos aqui nesta Terra conturbada, mas, se pretendemos habitar no céu, junto a Cristo e seus anjos, e também na Terra renovada, devemos cultivar um espírito de santificação, que é um dom de Deus para todos aqueles que suspiram pela vida eterna. Isto não quer dizer santidade absoluta, sem riscos de pecar, mas relativa, proveniente do esforço contínuo para alcançá-la, sem desculpar erros e lutando sempre contra o espírito mundano que porfia por prevalecer.
            A palavra santo, nas Escrituras, significa, uniformemente, separado para Deus. Em nossa experiência pessoal, estamos sempre sendo santificados pelo Seu Espírito, desde o momento em que cremos – Filipenses 1: 1, devendo permanecer neste processo até o retorno de Jesus.
           Esses que assim se comportam estarão demonstrando claramente que estão à procura de uma nova pátria para si mesmos. Não pensam em recompensas terrenas, mesmo com oportunidades de obtê-las, mas, pelo contrário, estarão procurando por uma pátria superior, a celestial – Hebreus 11: 14-16.
            E, finalmente, uma cidade que Deus mesmo preparou para eles, descerá dos céus para esta Terra para ser a gloriosa capital de um só país, dotado de correntes cristalinas sempre a correr. Tais correntes serão cercadas de árvores frondosas que projetam sua sombra pelas veredas preparadas para os resgatados do Senhor, conforme João viu em Apocalipse 21: 1-2 e 22: 1-2. Em uma das margens do rio da água da vida estará o trono de Deus e o do Cordeiro, conforme nos revela o verso 3.
           O acesso à árvore da vida, no Éden, era condicional e, com a queda do homem, o Espírito Santo que atuava exclusivo passou a compartilhar o seu espaço com o espírito do enganador, mas agora, na vida futura, os dons de Deus serão absolutos e eternos, pois “contra Deus ninguém se levanta duas vezes”, como diz o profeta Naum 1: 9.
           E assim, muito mais abundantemente superior daquilo que pedimos ou pensamos será para todo o sempre, a futura concessão dos dons divinos para a humanidade, diz Paulo em Efésios 3: 20..
        Estas promessas são para todos, mesmo para aqueles fieis que se encontram perturbados pela dúvida e temores quanto a sua aceitação pelo Senhor Jesus Cristo.
            Devemos afastar nossa desconfiança de nosso Pai celestial e deixar que a luz brilhe em nossa alma fazendo com que nossa voz exprima confiança e crédito em nosso Deus provedor. 
              Não falemos de nossas ineficiências, nem de nossos defeitos, porque uma atitude mental otimista atenua as influências desfavoráveis. Lembremos, sim, de que Jesus vive para interceder por nós e, muito mais pasmados do que os discípulos que o viram subir, ficaremos nós ao vê-lo voltar.

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