Aquele que cear comigo, na Terra, disse Jesus, por meio
de cuidadosos estudos das Escrituras, também ceará comigo no céu, na ceia do
Cordeiro, e lá permanecerá por mil anos até retornar ao planeta Terra onde desfrutará de delícias eternas.
Que promessa maravilhosa.
Este milênio referido por seis vezes em Apocalipse 20 vem na sequência do juízo dos vivos, do julgamento da Igreja, da grande meretriz e mesmo da Segunda Vinda de Jesus registrada no Apocalipse 19.
Este milênio referido por seis vezes em Apocalipse 20 vem na sequência do juízo dos vivos, do julgamento da Igreja, da grande meretriz e mesmo da Segunda Vinda de Jesus registrada no Apocalipse 19.
Sua conexão com o que acontecia no
Santuário terrestre é oportuna para desfazer mal entendidos sobre este importante tema.
A cerimônia que fazia alusão ao milênio era realizada na parte do santíssimo, por ocasião da remoção simbólica dos pecados que haviam contaminado o santuário durante o ano.
A cerimônia que fazia alusão ao milênio era realizada na parte do santíssimo, por ocasião da remoção simbólica dos pecados que haviam contaminado o santuário durante o ano.
A remoção só acontecia após a morte do bode expiatório que representava a morte de Jesus e da aspersão de seu sangue sobre o altar. A expiação estava concluída mas não a cerimônia. Agora vem a parte que nos interessa.
O sumo sacerdote orava sobre a cabeça de um segundo bode, chamado emissário, que era enviado para morrer no deserto de acordo com as orientações dadas a Moisés:
O sumo sacerdote orava sobre a cabeça de um segundo bode, chamado emissário, que era enviado para morrer no deserto de acordo com as orientações dadas a Moisés:
“Do sangue aspergirá, com o dedo, sete vezes
sobre o altar, e o purificará, e o santificará das impurezas dos filhos de
Israel. Havendo, pois, acabado de fazer expiação pelo Santuário, pela tenda da
congregação e pelo altar, então fará chegar o bode vivo. Arão porá ambas as
mãos sobre a cabeça do bode vivo e sobre ele confessará todas as iniquidades
dos filhos de Israel, todas as suas transgressões e todos os seus pecados; e o
porá sobre a cabeça do bode e enviá-lo-á ao deserto, pela mão de um homem à
disposição para isso” - Levítico 16: 19-22.
A morte
do segundo bode não tinha poder de salvação porque, em conformidade com Hebreus
9: 22 “sem derramamento de sangue não há
remissão de pecados”. Ele apenas tipificava Satanás, o grande tentador, que
induz o povo de Deus ao pecado e que, por isso, era levado vivo ao deserto,
carregando simbolicamente todos os pecados do povo de Deus verdadeiramente
penitente; e lá deveria permanecer até a sua morte.
Da mesma
forma de como acontecia no santuário terrestre, Jesus, pelo Seu próprio sangue,
remove do Santuário celestial os pecados do Seu povo e, ao encerrar Seu
ministério, Ele os colocará sobre Satanás, que na execução do juízo deverá receber a pena capital, morrendo no fogo após o milênio.
Assim,
aquele cerimonial da purificação do Santuário em Israel era uma lição ilustrada
da realidade celestial, visando ensinar-nos coisas que não podemos enxergar.
Vejamos
como o apóstolo Paulo relaciona estes dois serviços em Hebreus 9: 11, 12, 23 e
24:
“Quando, porém, veio Cristo como Sumo Sacerdote
dos bens já realizados, mediante o maior e o mais perfeito tabernáculo, não
feito por mãos, quer dizer, não desta criação, não por meio de sangue de bodes
e de bezerros, mas pelo Seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez
por todas, tendo obtido eterna redenção... Era necessário, portanto, que as
figuras das coisas que se acham nos céus se purificassem com tais sacrifícios (de animais), mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios a eles superiores.
Porque Cristo não entrou em Santuário feito por mãos, figura do verdadeiro,
porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus”.
Com
estes antecedentes em mente, entendendo que assim como o deserto estava para o
bode emissário, esta Terra esvaziada após a trasladação dos justos para o céu,
estará para Satanás, concentremos a atenção em Apocalipse 20, que trata,
exclusivamente, do milênio celestial.
O início do milênio
“Então vi descer do céu um anjo; tinha na mão a
chave do abismo e uma grande corrente” - Apocalipse 20: 1.
As
palavras: ‘então vi’ situa o início
do milênio no tempo, uma vez que elas são ditas após os eventos salientados em
Apocalipse 19: 11-16, quando Cristo retorna como Rei dos reis e Senhor dos senhores. O anjo descendo com a
chave na mão significa que o céu tem total controle sobre os eventos futuros,
quando o dragão não poderá evitar de ser lançado no abismo. Como Satanás é um
ente espiritual, a corrente será apenas um símbolo de sua prisão, conforme é
salientado em Apocalipse 20: 2-3:
“ Ele segurou o dragão, a antiga serpente, que é o diabo, Satanás, e
o prendeu por mil anos; lançou-o no abismo, fechou-o, e pôs selo sobre ele,
para que não mais enganasse as nações até se completarem os mil anos. Depois
disso é necessário que ele seja solto por pouco tempo”.
Satanás
é tratado aqui como um perigoso bandido, devendo aguardar encarcerado, o
momento da sua execução. A sua prisão é simbolizada pelo abismo caótico em que
se tornará a Terra, após as sete últimas pragas: disforme, vazia e sem luz,
voltando às condições que havia no princípio da criação, conforme Gênesis 1:
1-2:
“No princípio, criou Deus os céus e a Terra. A
Terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do
abismo...”.
O
esvaziamento da Terra trará o fim das atividades satânicas, causando sua prisão
circunstancial. Este fato é esclarecido pela afirmação que mostra o propósito
do seu confinamento:
“... para que não mais enganasse as nações” (Apocalipse
20:3).
Esta
será uma consequência natural porque o Senhor Jesus, após o juízo, na Sua
Segunda Vinda, realizará duas operações conjuntas:
a)
recolherá os justos para o céu, conforme I Tessalonicenses 4: 16-17 e,
b)
confinará Satanás na Terra desolada porque ele não terá a quem tentar uma vez
que os ímpios que restarem vivos, serão eliminados conforme Apocalipse 19: 21:
“Os restantes foram mortos com a espada que
saía da boca daquele que estava montado no cavalo. E todas as aves se fartaram
de suas carnes”.
Resumindo,
os acontecimentos ligados com o início do milênio, serão:
• A
volta de Jesus Cristo (Mateus 24: 30-31);
• A
morte dos ímpios (II Tess. 2: 8 e Apocalipse 19: 21);
• A
ressurreição dos justos (I Tess. 4: 16-17);
• O
arrebatamento dos justos (I Tess. 4: 16-17 e I Coríntios 15: 51) e
• A
prisão circunstancial de Satanás, conforme Apocalipse 20: 1-3.
Durante o milênio
Os
acontecimentos que ocorrem durante o milênio, no céu, são descritos à partir de
Apocalipse 20: 4:
“Vi também tronos, e nestes sentaram-se
aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar... e viveram e reinaram com
Cristo durante mil anos”.
Este
texto apresenta positivamente o milênio celestial, conforme a promessa de Jesus
em João 14: 2-3:
“Na casa de Meu Pai há muitas moradas... vou
preparar-vos lugar. E quando Eu for, e, vos preparar lugar, voltarei e vos
receberei para Mim mesmo, para que onde Eu estou, estejais vós também”.
Daniel
profetizou este tempo como segue:
“Até que veio o Ancião de dias, e fez justiça aos santos do Altíssimo; e
veio o tempo em que os santos possuíram o reino”. Daniel 7: 22.
No verso 27, Daniel apresenta a transferência do reino para a Terra renovada:
No verso 27, Daniel apresenta a transferência do reino para a Terra renovada:
“O
reino e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu, serão dados
ao povo dos santos do Altíssimo;
e o Seu reino será reino eterno; e todos os domínios O servirão e Lhe
obedecerão”.
O fato
de reinarem com Cristo está de acordo com o texto da sétima trombeta que diz
que o reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do Seu Cristo e que chegou o
tempo de serem julgados os ímpios mortos. (Apocalipse 11: 15 e 18).
Apocalipse
20: 4 indica, também, que, enquanto permanecerem no céu, pelo período de mil
anos, os santos participarão do julgamento dos ímpios, esclarecendo fatos e
estabelecendo sentenças. O apóstolo Paulo confirma este argumento em I
Coríntios 6: 2-3:
“Ou não sabeis que os santos hão de julgar o
mundo? Ora, se o mundo deverá ser julgado por vós, sois acaso indignos de
julgar as coisas mínimas? Não sabeis que havemos de julgar os próprios anjos;
quanto mais as coisas desta vida?”
Em
Apocalipse 20: 5 lemos:
“O restante dos mortos não reviveram até que se
completassem os mil anos, esta é a primeira ressurreição”.
Deste verso se depreende que os ímpios mortos
não serão ressuscitados quando da Segunda Vinda de Cristo, pois diz que eles
não reviveriam até que os mil anos se acabassem.
Não
serão, contudo, esquecidos, mas julgados nas cortes celestiais, e ressuscitados
no final do milênio para pagarem pelos pecados cometidos.
O
comentário do Apóstolo João em Apocalipse 20: 6 salienta a grande vantagem dos
justos:
“Bem aventurado e santo é aquele que tem
parte na primeira ressurreição; sobre esses a segunda morte não tem autoridade;
pelo contrário, serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com Ele os mil
anos”.
A segunda morte refere-se ao caso dos ímpios mortos que
voltarão à vida, só que mil anos mais tarde, na ressurreição do juízo, conforme
nos é confirmado em João 5: 28-29:
“Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em
que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a Sua voz e sairão: os que
tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o
mal, para a ressurreição do juízo”.
Enquanto
os justos sairão imortais de suas sepulturas, e a segunda morte não os
atingirá, conforme I Cor. 15: 50-55, os ímpios serão ressuscitados para receberem a justa punição e a morte eterna.
Jesus, em Mateus 10: 28 assegura que Deus destruirá tanto os seus corpos como
as suas almas, no inferno de fogo:
“Não temais os que matam o corpo e não podem
matar a alma; temei antes Aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma
como o corpo”.
Esta é
mais uma clara indicação da mortalidade da alma. A segunda morte será,
portanto, aquela que sobrevirá aos ímpios após a sua ressurreição, no término
dos mil anos, de acordo com Apocalipse 21: 8:
“Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos,
aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e
a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e
enxofre, a saber, a segunda morte”.
O fim do milênio
Como
vimos no início deste capítulo, o anjo prendeu Satanás durante mil anos e
agora, em Apocalipse 20: 7 lemos sobre a sua soltura:
“Quando, porém, se completarem os mil anos,
Satanás será solto de sua prisão”.
Aqui
começam os fatos relacionados com o término do milênio. Satanás, após refletir
por mil anos sobre a sua culpa pelos pecados por ele induzidos, o que era
ilustrado pelo bode emissário do ritual israelita que era enviado para morrer
no deserto, terá sua prisão relaxada porque a ressurreição dos ímpios lhe
fornecerá o material humano sobre o qual poderá exercer a sua astúcia
enganadora. Ele, portanto, estará livre para organizar os ímpios ressurretos.
Em
Apocalipse 21: 2 o apóstolo São João descreve a descida da cidade querida onde
estarão concentrados os justos:
“E eu, João, vi a santa cidade, a nova
Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o
Seu marido”.
Contemplando
a descida do céu desta imponente cidade, em toda a sua radiante glória, com
seus muros de jaspe e suas ruas de ouro, muito além de tudo o que o olho mortal
já contemplou, os ímpios ressurretos se espantarão e, apavorados fugirão da cena, conforme o comentário do profeta Zacarias:
“Fugireis pelo vale dos Meus montes, porque o
vale dos montes chegará até Azel; sim, fugireis como fugistes do terremoto nos
dias de Uzias, rei de Judá; então virá o Senhor meu Deus, e todos os santos com
Ele. Acontecerá naquele dia que não haverá luz, mas frio e gelo”. Zacarias
14: 5-6.
Certamente
restará muito pouco tempo para Satanás realizar sua última manobra, no sentido
de organizar os ímpios na tentativa de reconquistar a Terra. Sem desanimar ele buscará convencer os ímpios de que poderão tomar a cidade pela
força.
Vejamos
o que diz Apocalipse 20: 8 com relação ao seu esforço final de lutar contra
Deus:
“E sairá a seduzir as nações que há
nos quatro cantos da Terra, Gogue e Magogue, a fim de reuni-los para a peleja.
O número desses é como a areia do mar”.
Os
termos Gogue e Magogue são usados agora para representar as hostes dos não
salvos de todas as eras e que ressuscitarão na segunda ressurreição. Seu número
está além da conta.
Este é o
último conflito entre Deus e os que estão em rebelião contra Ele, porque
Apocalipse 20: 9 declara:
“Marcharam então pela superfície da Terra e
sitiaram o acampamento dos santos e a cidade querida; Desceu, porém, fogo dos
céus e os consumiu”.
A cidade
querida é a nova Jerusalém. O fato de ser circundada pelos ímpios mostra
claramente que ela desceu no sítio da velha Jerusalém, onde Deus abriu um
grande vale para a sua descida, conforme Zacarias 14: 4.
Apesar
de sua descida não ter sido descrita no Apocalipse 20, o capítulo 21 começa com
esta vívida descrição:
“Vi novo céu e nova Terra, pois o primeiro céu e
a primeira Terra passaram, e o mar já não existe... Então, veio um dos sete
anjos que têm as sete taças cheias dos últimos sete flagelos e falou comigo,
dizendo: Vem, mostrar-te-ei a noiva, a esposa do Cordeiro; e me transportou, em
espírito, até a uma grande e elevada montanha e me mostrou a santa cidade,
Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus”. Apocalipse 21: 1, 9 e 10
Este é,
sem dúvida, o evento mais significativo do final do milênio: a descida de
Cristo, dos santos e da santa cidade.
A
narrativa é breve, mas a sequência dos fatos é clara quando se examina o
contexto inteiro. E os ímpios serão então destruídos com fogo literal:
“O diabo, o sedutor deles, foi lançado para
dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta como
também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos
dos séculos”. Apocalipse 20:
10
Este
lago de fogo é a superfície da Terra, convertida em um mar de chamas, que tanto
consumirá os ímpios quanto purificará e fertilizará a Terra.
Os
ímpios evidentemente ressuscitarão para serem aniquilados; sofrerão a segunda
morte, esta sim, para sempre. Não existem aqui vestígios de tormento sem fim,
num inferno de fogo eterno, como diz essa tradução distorcida do verso dez,
porque as almas dos ímpios perecerão.
“Eis que aquele dia vem ardendo como forno,
diz Malaquias 4: 1. E o verso continua: todos os soberbos, e todos os que cometem
impiedade, serão como a palha; e o dia que está para vir os abrasará, diz o
Senhor, de sorte que não lhes deixará nem raiz nem ramo”.
Em
Apocalipse 20: 11, retornando alguns momentos no tempo, compreenderemos alguns
detalhes muito importantes:
“Vi um grande trono branco e Aquele que nele
se assenta de cuja presença fugiram a Terra e o céu, e não se achou lugar para
eles”.
Neste
ato Cristo aparece de novo à vista de Seus inimigos. Muito acima da cidade,
sobre um fundamento de ouro polido, está o Seu trono alto e sublime. Sobre o
mesmo assenta-se a figura majestosa do Filho de Deus, e em redor dele estão os
súditos de Seu reino. Os muros de Jerusalém serão transparentes.
Para os
ímpios, que ficarão fora da cidade, a situação é crítica conforme salienta
Lucas 13: 28:
“Ali haverá choro e ranger de dentes, quando
virdes, no reino de Deus, Abraão, Isaque e Jacó e todos os profetas, mas vós
lançados fora” - Lucas 13:
28.
João, em
Apocalipse 20: 12 complementa essa cena, dizendo:
“Vi também os mortos, os grandes e os pequenos,
postos em pé diante do trono. Então se abriram os livros. Ainda outro livro, o
livro da vida foi aberto. E os mortos foram julgados segundo as suas obras,
conforme o que se achava escrito nos livros”.
A alusão
aqui é aos ímpios que participarão da segunda ressurreição. A posição na vida
não influirá neste encontro com Deus. Muitos de alta posição no mundo,
escaparam, enquanto vivos, da justa punição de suas más ações. Neste final
ajuste de contas com Deus não haverá evasão da justiça completa. Abrir-se-ão os
livros em que se encontram todos os registros dos homens. Sentença alguma será
arbitrária, tendenciosa ou injusta.
Em
Apocalipse 20: 13 lemos:
“Deu o mar os mortos que nele estavam. A
morte e o além entregaram os mortos que neles havia. E foram julgados um por
um, segundo as suas obras”.
Estas
palavras estabelecem a universalidade da segunda ressurreição, implícita no
verso doze.
Ninguém
poderá deixar de comparecer, pessoalmente, diante de Deus em Seu trono.
Em
Apocalipse 20: 14, o apóstolo João culmina a cena, acrescentando:
“Então a morte e o inferno foram lançados para
dentro do lago do fogo. Esta é a segunda
morte, o lago do fogo”.
A
personificação da morte e do inferno aqui e o seu lançamento no lago do fogo
representa simplesmente o fim da morte e da morada dos mortos. Jamais terão parte na Nova
Terra; são fenômenos mortais que pertencem apenas a este mundo, em transição.
A morte,
que prevaleceu por seis mil anos, é o último inimigo a ser destruído. (I Cor.
15: 26, 53-55). Finalmente, em Apocalipse 20: 15 temos a dramática conclusão:
“E, se alguém não foi achado inscrito no livro
da vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo”.
Somente
o nome dos fiéis será retido no livro da vida. O nome daqueles que não
perseveraram até o fim será apagado (Apocalipse 3: 5).
Muitos
jamais tiveram seu nome escrito ali, pois o livro contém somente o nome
daqueles que nalgum tempo da vida professaram fé em Cristo.
Fecha-se,
assim, o parêntese que incluía o pecado, os pecadores e a morte, restando
apenas a harmonia eterna na Terra que foi purificada.
Quem decidir participar do glorioso
reino de Jesus e morar no lar eterno com os justos de todas as eras precisará,
hoje, compartilhar sua experiência na esperança de levar os seus amados
consigo.
Deverá difundir o convite final que
recebeu ao ler o conteúdo de Apocalipse 22: 17:
“O Espírito e a noiva dizem: Vem. Aquele que ouve diga: Vem. Aquele que
tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida”.
Assim como Deus disse a Noé, na
última ordem que lhe deu, pouco antes do dilúvio:
“Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque reconheço que tens sido
justo diante de Mim no meio desta geração”. Gênesis 7: 1.
Ele apela hoje para você e para todos
os que derem ouvidos ao Seu apelo!
A Igreja invisível, porém triunfante, fará
o papel da arca de Noé. Quão amoroso será este apelo, e quão vasto o seu
alcance!
Quem o escutar, poderá vir! O céu
estará, nesse momento sendo franqueado! É um lugar preparado para um povo
decidido!
Jesus diz em Mateus 11: 28:
“Vinde a Mim todos os que estais cansados e sobrecarregados e Eu vos
aliviarei”.
Este é um convite para todos. Sua
morte, na cruz, é um convite para fazermos dele o Senhor de nossas vidas.
Depois de aceitá-lo devemos levar este convite da graça aos que ainda se encontram em Babilônia, conforme as palavras de Isaías 1: 18-20:
Depois de aceitá-lo devemos levar este convite da graça aos que ainda se encontram em Babilônia, conforme as palavras de Isaías 1: 18-20:
“Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que vossos pecados sejam
como a escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam
vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã. Se quiserdes, e Me ouvirdes,
comereis o melhor desta terra. Mas, se recusardes, e fordes rebeldes, sereis
devorados à espada; porque a boca do Senhor o disse”.
Assim, depois de oferecer o perdão
tão necessário Deus espera que, sensibilizados pelo seu amor, arrependidos de
verdade, confessemos e abandonemos os nossos pecados e, com arroubos de
felicidade, nos engajemos em Sua obra, dizendo como disse o discípulo amado em
Apocalipse 22: 20 b:
“Amém. Vem Senhor Jesus”!
Devemos participar da corrente da fé para os
últimos dias como acontece com as caravanas de camelos que
atravessam o deserto; elas avançam separadamente, mas quando um dos condutores,
dos que vão à frente, vê água à distância, agita os braços proclamando: Venham!
Água! E o homem seguinte faz o mesmo, e, em seguida, o outro, e assim
sucessivamente, até que todos ouçam as novas. Assim deve ser o nosso caso:
quem ouve as boas novas sobre a água da vida, deverá compartilhá-la.
Jesus termina as Suas revelações no
Apocalipse com a Sua última promessa:
“Certamente
venho sem demora” - Apocalipse 22: 20.
O apóstolo João, lembrando quem sabe
da última promessa de Jesus em João 14: 1-3, responde: “Amém”!
E assim, os que alcançarem essa Terra
cheia de amor e de paz jamais sentirão fome ou sede outra vez.
Quão maravilhoso será estar na
sociedade do céu, com Abraão, Isaque Jacó, e os demais piedosos de
todas as eras que lá estarão.
Se pela graça de Deus
estivermos preparados para a companhia de Jesus e dos Seus santos anjos,
muito em breve deporemos a cruz e receberemos a coroa da vida eterna.
Mas o que significa este muito em
breve? Para sabê-lo precisamos abordar a Verdade Presente nº 5 e examiná-la com
atenção, pois ela apresenta os sinais que indicam quão perto estamos de nosso
glorioso lar.
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