Os
primeiros dez versos de Apocalipse 13 conduzem ao nosso futuro, onde haverá um combate de morte nos aguardando.
Os dois
primeiros versos apresentam aquele que ainda será o principal protagonista deste período. Sua simbologia lembra de perto a do dragão vermelho citado no capítulo anterior:
“Vi emergir do mar uma besta, que tinha dez
chifres e sete cabeças e, sobre os chifres dez diademas e sobre as cabeças,
nomes de blasfêmia. A besta que vi era semelhante a leopardo, com pés como de
urso, e boca como boca de leão. E deu-lhe o dragão o seu poder, o seu trono e
grande autoridade”. Apocalipse 13: 1-2.
Esta
besta composta que emerge do mar representa Roma eclesiástica, a quinta cabeça
do dragão citado em Apocalipse 12: 3. O leopardo, o urso e o leão constituem uma
referência às bestas ou impérios pagãos anteriores, citados em Daniel 7: Babilônia, Medo-Persa e
Grécia que lograram imprimir nos quarto e quinto impérios mundiais perseguidores do povo de Deus, suas
características culturais e religiosas. Estas características foram mais
marcantes com relação à cultura grega, aludida no corpo do leopardo e vista de
forma mais expressiva em Roma pagã ou imperial, que representou a quarta cabeça do dragão e marcante, também, em relação à cultura religiosa
babilônica, representada pela boca de leão, que acabou se impondo bem mais tarde na Roma eclesiástica. A sua transferência para Roma começou após
a derrota de Babilônia pelos medos e persas, simbolizados pelas patas do urso.
Apesar
destas sete cabeças e dez chifres lembrarem o dragão vermelho elas apresentam
uma diferença marcante, para definir especificamente o papado: em vez de
diademas nas cabeças que representam os impérios políticos mundiais de Apocalipse 12: 3,
elas apresentam agora nomes de blasfêmias, um termo especificamente religioso.
O final do verso 2, como também o verso 4 tratam de diferenciar o dragão da besta, citando, contudo, o íntimo relacionamento entre eles: "Deu-lhe o dragão o seu poder..."
Esta
figura da besta, poderosamente energizada se identifica precisamente com a besta de
Apocalipse 17: 3, cuja interpretação de cada cabeça foi apresentada no âmbito
da Verdade Presente nº 1. Lá foi visto, inclusive, como o dragão deu seu poder a
esta besta por meio dos dez chifres coroados referidos em Apocalipse 17: 12.
Apocalipse
13: 3 menciona o incidente ocorrido com Roma papal, no tempo em que ela representava a quinta cabeça do dragão vermelho de Apocalipse 12: 3.
“Então vi uma de suas cabeças como golpeada
de morte, mas esta ferida mortal foi curada; e toda a Terra se maravilhou
seguindo a besta”.
A primeira
parte desta profecia cumpriu-se cabalmente em 1798. Roma papal foi ferida
mortalmente pelo ateísmo da Revolução Francesa, dando início ao tempo do
fim.
A Revolução Francesa acabou evoluindo para o Comunismo, o qual veio a ocupar, a partir de então, o papel da sexta cabeça perseguidora do dragão, pelo simples fato de ter derrubado a sua quinta cabeça.
A Revolução Francesa acabou evoluindo para o Comunismo, o qual veio a ocupar, a partir de então, o papel da sexta cabeça perseguidora do dragão, pelo simples fato de ter derrubado a sua quinta cabeça.
Como a ferida
mortal sofrida pelo papado ainda se encontra em processo de
cicatrização, a sequência desta profecia se projeta para o futuro de nossos dias.
O Comunismo já foi detido na sua escalada para ocupar o trono do mundo pela revanche do papado, que se deu quando João Paulo II se associou com o Protestantismo capitalista Norte americano.
O sucesso desta associação político-religiosa vem favorecendo o resgate do posto perdido pelo papado no âmbito das nações, transformando-o numa peça fundamental para a concretização da sétima cabeça do dragão que o aguarda, de pé, sobre as areias do mar, para energizá-lo contra os filhos de Deus.
O Comunismo já foi detido na sua escalada para ocupar o trono do mundo pela revanche do papado, que se deu quando João Paulo II se associou com o Protestantismo capitalista Norte americano.
O sucesso desta associação político-religiosa vem favorecendo o resgate do posto perdido pelo papado no âmbito das nações, transformando-o numa peça fundamental para a concretização da sétima cabeça do dragão que o aguarda, de pé, sobre as areias do mar, para energizá-lo contra os filhos de Deus.
Este
enredo político/religioso transnacional provém de um estratagema mediúnico
concebido a partir de 1875 apoiado em livros espíritas que começaram a ser
publicados a partir desta data, para orientar a última luta contra os cristãos
verdadeiros.
Esta estratégia vem conduzindo a um envolvimento cada vez mais íntimo do papado com a parte do
Protestantismo que passou a lhe ser simpatizante.
O Espiritismo monitora tudo, atualmente, abrigado sob a complexa estrutura política das Nações Unidas.
O Espiritismo monitora tudo, atualmente, abrigado sob a complexa estrutura política das Nações Unidas.
O plano do dragão é oficializar uma Nova Ordem Mundial que já se encontra em curso
oficioso de ação, conforme foi proposto na inauguração do túnel de São Gotardo, na Suíça. O fantástico ritual de abertura desta obra prima da engenharia moderna começou a revelar a estrutura complexa e anticristã que será imposta brevemente à humanidade.. Tudo indica que muito em breve a Nova Ordem Mundial logrará impor decretos religiosos procedentes do papado, quando essa besta
rediviva ficará curada, isto é, quando a Terra inteira se maravilhar seguindo à sétima cabeça do
dragão, comandada pela besta que reviveu, conforme o enunciado de Apocalipse 13: 4:
“E adoraram o dragão porque deu a sua
autoridade à besta; também adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem pode
pelejar contra ela”?
As blasfêmias mencionadas nos versos 1, 5 e 6 de Apocalipse 13 e repetidas no Apocalipse 17: 3 estão em parte relacionadas com o VICARIVS FILII DEI, um título que revela a pretensão papal de ser o substituto de Deus na Terra. Este título foi removido da mitra dos papas quando os reformadores começaram a relacioná-lo com o número da besta, o 666, explicitado no final de Apocalipse 13. É possível que esse título ainda retorne para a mitra papal, demonstrando, publicamente, esta antiga reivindicação dos papas.
Em João 10: 33 o nome blasfêmia está ligado a uma pessoa que se faz passar a si mesma por Deus.
O apóstolo Paulo é, também, da mesma opinião, dizendo em II Tessalonicenses 2: 3-4:
“Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isso (a Segunda Vinda de Jesus) não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de sentar-se no Santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus”. Parêntese suprido.
Estes versos já estão em fase de cumprimento porque o papado começa a se revelar como o anticristo. Este governo eclesiástico revela ainda a sua blasfema arrogância defendendo o seu poder de perdoar pecados, por meio dos seus sacerdotes no confessionário. Vejamos as palavras de Marcos 2: 7 que vão neste sentido:
“Porque fala ele deste modo? Isto é blasfêmia! Quem pode perdoar pecados, senão um, que é Deus”?
Apocalipse 13: 7 acrescenta que esta besta chegará a ter autoridade universal e um relativo sucesso em perseguir o remanescente. Os versos 8 e 9 informam que, devido à sedução satânica, o papa será adorado por todos os gentios e previne, no verso 10, para que não nos deixemos seduzir pelos seus encantamentos. Afinal, quem com ele matar com a espada, com a espada também morrerá, da forma como aconteceu na Revolução Francesa.
Este plano global será implantado conforme as descrições que encontramos a partir do versículo 11, como veremos. Antes, porém, examinemos algumas informações referentes a origem mediúnica da Nova Ordem Mundial.
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