O Senhor
inspirou o apóstolo João para escrever as Suas últimas revelações, na Ilha de Patmos, visando
desvendar os mistérios relacionados com o Seu juízo, a ser executado no tempo
da Igreja de Laodiceia, com destaques exclusivos para a Sua última Igreja e para a última geração, em particular. Por
isso julgamos oportuno fazermos esta revisão geral do livro do Apocalipse pois,
por mais incrível que pareça, o tempo passou e já nos encontramos no palco
desta história superinteressante, aptos para entender plenamente os reflexos do infinito que neste livro foram impressos.
Os
segredos de Deus, no entanto, somente serão descortinados aos que os buscarem de coração aberto, com fome e sede da
verdade, conforme o objetivo divino revelado nos primeiros versículos:
“Mostrar aos Seus servos as coisas que em breve devem acontecer... pois o tempo
está próximo” - Apocalipse 1: 1-3.
Essa mensagem, aparentemente distante, é de urgência! Esse tempo, apesar de mencionado no primeiro capítulo do Apocalipse, é agora! A repetição destas palavras introdutórias ao final deste livro santo, como segue: “O Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou seu anjo para mostrar aos Seus servos as coisas que em breve devem acontecer” - Apocalipse 22: 6 b, seguidas da mesma promessa, em Apocalipse 22: 7: “Eis que venho sem demora”, comprovam que todas as revelações deste livro foram orientadas para os dias finais, cabendo-nos o privilégio de, como servos do Altíssimo, desfrutar da plenitude de Suas predições. Este ponto deve ficar bem sedimentado: Todas as revelações do Apocalipse, exceto parte de sua introdução, referem-se ao juízo de Deus e antecipam a História da humanidade desde que este julgamento começou, em 1844, até o começo da eternidade futura, após o milênio celestial.
Essa mensagem, aparentemente distante, é de urgência! Esse tempo, apesar de mencionado no primeiro capítulo do Apocalipse, é agora! A repetição destas palavras introdutórias ao final deste livro santo, como segue: “O Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou seu anjo para mostrar aos Seus servos as coisas que em breve devem acontecer” - Apocalipse 22: 6 b, seguidas da mesma promessa, em Apocalipse 22: 7: “Eis que venho sem demora”, comprovam que todas as revelações deste livro foram orientadas para os dias finais, cabendo-nos o privilégio de, como servos do Altíssimo, desfrutar da plenitude de Suas predições. Este ponto deve ficar bem sedimentado: Todas as revelações do Apocalipse, exceto parte de sua introdução, referem-se ao juízo de Deus e antecipam a História da humanidade desde que este julgamento começou, em 1844, até o começo da eternidade futura, após o milênio celestial.
Escrito
no mesmo estilo do livro de Daniel, que repete as cenas proféticas, acrescentando novas informações nas visões que se sucedem, o Apocalipse de João se desenvolve sobre dois
alinhamentos de profecias que, apesar de seus pontos comuns, devem ser considerados de forma independente.
No
primeiro alinhamento, o profeta começa com uma visão de Jesus glorificado,
dando uma mensagem para a Igreja Cristã Primitiva, envolvendo os três primeiros
capítulos. Trata-se apenas de uma introdução ao tema central do livro: a primeira etapa do julgamento
divino, que se desenvolve até próximo ao retorno de Jesus Cristo que é descrito sob o
toque da sétima trombeta, abordada no encerramento do capítulo 11.
Essa visão introdutória, além de situar o leitor nas cortes celestiais, já o situa no interior do lugar Santíssimo onde se processa este juízo investigativo, de consequências eternas, uma vez que separa os salvos dos perdidos. Este é o tema central deste livro sagrado. Eis a síntese da primeira visão que o profeta João teve na Ilha de Patmos:
Essa visão introdutória, além de situar o leitor nas cortes celestiais, já o situa no interior do lugar Santíssimo onde se processa este juízo investigativo, de consequências eternas, uma vez que separa os salvos dos perdidos. Este é o tema central deste livro sagrado. Eis a síntese da primeira visão que o profeta João teve na Ilha de Patmos:
“Voltei-me para ver quem falava comigo; e, voltado, vi sete candeeiros de ouro, e, no meio dos candeeiros, um semelhante a filho de homem, com vestes talares, e cingido à altura do peito com uma cinta de ouro”. Apocalipse 1: 12-13.
Nesta primeira visão, Jesus, glorificado, ainda se encontrava no lugar Santo do Santuário celeste, onde dava continuidade a Sua obra sacerdotal, a exemplo do que era ilustrado no ritual do tabernáculo de Moisés, examinado no conteúdo da Verdade Presente nº 8.
Nossa dedução da localização da primeira visão no lugar Santo parte do princípio de que o Senhor foi para o céu, onde se encontra o verdadeiro tabernáculo e, também porque Jesus Se revelou entre candeeiros, que é uma peça fundamental do primeiro compartimento, conforme referido em Hebreus 9: 2, a seguir:
“Com efeito, foi preparado o tabernáculo, cuja parte anterior, onde estavam o candeeiro, e a mesa, e a exposição dos pães, se chama o Santo Lugar”.
Esta mesa, com seus doze pães, certamente simboliza o trono do Senhor. Agora entendemos melhor porque Jesus foi identificado no Novo Testamento como sendo o pão da vida.
No verso vinte a informação desta primeira visão se completa:
“Quanto ao mistério... dos sete candeeiros de ouro: ... são as sete igrejas”.
A mensagem é simples: caminhando entre algumas de Suas comunidades messiânicas, Jesus estava apenas confirmando para o discípulo amado, a promessa de os acompanhar na Terra por meio do Seu Espírito, conforme Mateus 28: 20 b:
“Eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século”.
Enquanto Jesus é representado na Terra pelo Seu Espírito, no céu Ele intercede por nós, pessoalmente, como nos revela o apóstolo Paulo:
“Por isso também pode salvar totalmente os que por Ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles”. Hebreus 7: 25.
A partir destes dois pontos de vista, citados em Mateus 28: 20 e Hebreus 7: 25, as igrejas mencionadas no início das revelações do Apocalipse, ainda que existissem na Ásia Menor com os nomes de Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodiceia – Apocalipse 1: 11, elas foram escolhidas, entre tantas outras devido as suas características serem apropriadas para representar os sete períodos históricos pelos quais deveriam passar as igrejas cristãs, em sua dispensação.
Quando lemos, cuidadosamente, as sete cartas que foram enviadas às sete igrejas locais, percebemos que elas não poderiam realmente restringir-se apenas àquele momento histórico da Igreja Primitiva, se constituindo, igualmente, numa referência temporal que parte da introdução ao Cristianismo, acompanha sua evolução ao longo dos séculos, até chegar ao âmbito da segunda visão apocalíptica, quando a cena passa do lugar Santo para os esplendores do Santíssimo onde se acha, ainda em pleno funcionamento, o grande tribunal do céu, montado especialmente para fazer a separação dos filhos de Deus em salvos e perdidos.
A segunda visão deste primeiro alinhamento, portanto, já coloca o profeta nas cortes celestiais, destacando-lhe os aspectos principais do julgamento divino, revelando dois tipos de sentenças: uma individual e outra corporativa.
A segunda visão deste primeiro alinhamento, portanto, já coloca o profeta nas cortes celestiais, destacando-lhe os aspectos principais do julgamento divino, revelando dois tipos de sentenças: uma individual e outra corporativa.
Já que
os três primeiros capítulos são introdutórios, vamos começar nossa análise
propriamente dita a partir dos capítulos 4 e 5.
Estes
dois capítulos descortinam Deus, o Pai, sentado em Seu trono, cercado de seres
inteligentes, tratando do julgamento individual. Estas criaturas celestes que
O amam profundamente, também se acham envolvidas na abertura de sete selos,
registrados nos capítulos 6, 7 e no início do capítulo 8, concernentes ao
julgamento coletivo da última Igreja.
Este é o tema que passaremos a examinar, com reverência, a partir de Apocalipse 4.
Este é o tema que passaremos a examinar, com reverência, a partir de Apocalipse 4.
Como o
tema das sete trombetas (Apocalipse 8, 9, 10 e 11), relacionadas mais especificamente com o julgamento do povo de Israel foi amplamente discutido no primeiro
livro desta série sobre o juízo divino, já publicado, não será tratado neste segmento.
A
abordagem do segundo alinhamento do Apocalipse, que vai do capítulo 12 ao 22, será
feita no âmbito da Verdade Presente nº 3 que trata, primordialmente, das
ações que transcorrem na Terra enquanto se processa o julgamento investigativo no céu.
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