sábado, 27 de janeiro de 2018

A explicação da visão

Restou sem explicação apenas o significado das sete cabeças e dos dez chifres da besta escarlate de Apocalipse 17: 3, explicados nos versos sete e oito, a seguir:
O anjo, porém, disse: porque te admiraste? Dir-te-ei o mistério da mulher e da besta que tem as sete cabeças e os dez chifres e que leva a mulher: a besta que viste, era e não é, está para emergir do abismo e caminha para a destruição. E aqueles que habitam sobre a Terra, cujos nomes não foram escritos no livro da vida desde a fundação do mundo, se admirarão, vendo a besta que era e não é, mas aparecerá”.
A mulher adúltera, como já vimos, é o papado, porque tem alterado a Bíblia segundo seus propósitos. Ela é representada, nesta profecia, pelo papa atual.
A besta que viste, era e não é, e que está para surgir do abismo representa o iminente ressurgimento do papado ligado com a política, com a força que detinha na sua fase medieval, quando dominava as populações da Terra.
Em agosto de 2016, o papado só ainda não era como foi na Idade Média por falta de uma união legal com o Estado para garantir-lhe o poder temporal perseguidor. Mas esta condição está para emergir do abismo que vem sendo cavado pela grave crise econômica, política e ecológica do mundo atual.
Essa crise já vem provendo justificativas para que medidas de exceção logo sejam viabilizadas, visando solucionar os problemas crônicos da humanidade. Um destes problemas mais referidos é o do aquecimento global.
Dentre estas medidas, segundo a opinião da besta, destaca-se a formalização da união da Igreja com o Estado, para inaugurar uma ‘Nova Era’ de paz e de prosperidade sustentada. 
Em Apocalipse 17: 9 continua a explicação da parte religiosa da besta escarlate:
“Aqui está o sentido, que tem sabedoria: as sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada. São também sete reis”.
Roma é universalmente reconhecida como a cidade dos sete montes onde se encontra o trono do papa. Sua ligação com a meretriz é revelada claramente em Apocalipse 17: 18:
“A mulher que viste é a grande cidade que domina sobre os reis da Terra”.
Ora, esta grande cidade, no tempo do apóstolo João era Roma, inquestionavelmente. Hoje, ela alberga o Estado do Vaticano que segue na mesma trilha em busca da recuperação do domínio que detivera na Era Medieval.
O versículo nove revela ainda que além de serem caracterizadas pelas sete colinas, as sete cabeças são também sete reis. A palavra ‘também’ liga, gramaticalmente, os sete reis com Roma.
Se partirmos do Tratado de Latrão, assinado entre o presidente da Itália, Benito Mussolini e o então papa Pio XI, em 1929, o qual devolveu ao pontífice romano o título de rei do Vaticano, perdido desde 1798 e, ao Vaticano, o status de um país, veremos que de lá para cá, reinaram sete papas reis: Pio XI, Pio XII, João XXIII, Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II e Bento XVI. Estamos no tempo do oitavo rei, o papa Francisco. Tudo indica que o texto foi direcionado para o reinado de João Paulo II, que seria, então, o sexto rei coroado após o Tratado de Latrão, pois que diz:
“Dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou; e, quando chegar, tem de durar pouco” Apocalipse 17: 10.
A deferência especial a HIOHANNES PAVLVS SECVNDO, nome oficial de João Paulo II, caracteriza uma homenagem a sua importante contribuição ao processo de restauração da besta escarlate, a tal ponto que seu nome encontra-se ligado, definitivamente ao número da besta, 666, citado em Apocalipse 13: 17-18. Considerando as letras do nome latino deste papa que tem um correspondente valor como algarismo romano, temos: (I= 1+V=5+L=50 +V=5+C=100+V=5+D=500= 666).
Outro fato fundamental apontado pela profecia, de difícil cumprimento, foi o de que o sétimo rei teria de durar pouco. Para a sua concretização, a duração do mandato do sétimo papa rei deveria ser condicionada a uma decisão política e não a sua morte natural, o que é extremamente sinalizador em face do mandato vitalício do papado. Para o seu cumprimento foi preciso quebrar-se uma tradição de mais de setecentos anos, envolvendo setenta papas.
O papa Bento XVI, já bastante idoso para a extraordinária missão de governar o mundo, renunciou de forma inesperada, aos oitenta e seis anos, com apenas oito anos de pontificado. Ele cumpriu, assim, a profecia tanto no sentido da curta duração de seu reinado, como da solução política requerida para o mesmo, situando-se, inquestionavelmente, no contexto de Apocalipse 17: 10.
Voltando à sua antiga condição de Cardeal, sem, contudo, deixar de ser papa, ele faz jus ao título híbrido de CARDEAL BENTO XVI. Observe-se que este título também soma 666, (C=100+D=500+L=50+X=10+V=5+I=1= 666) constituindo o número da besta.
Portanto, ele, como no caso do papado unido com a política, passa a ser também a besta que era e que não é, mas que retornou como papa Emérito.
E, neste caso, ele passou a formar uma unidade com o oitavo, podendo se dizer que ele é a cabeça do oitavo rei, uma vez que o oitavo rei, na profecia, não tem uma cabeça própria.
É exatamente como tal que ele é referido em Apocalipse 17: 11:
E a besta, que era e não é também é ele, o oitavo rei, e procede dos sete, e caminha para a destruição”. 
Perfeitamente enquadrado na definição da besta que era e não é, e que procede dos sete, Bento XVI, ao abdicar do seu reinado, retornando como papa emérito, acabou cumprindo mais outra condição muito especial, citada no verso onze: “também é ele o oitavo rei”.
Apesar de não ser mais o Sumo Pontífice ele mantêm o título papal e o pronome de tratamento: “Sua Santidade”.  Como tal ele continua em ação no Vaticano, mantendo, inclusive, as batinas brancas de papa.
O título emérito, segundo o Dicionário Aurélio, permite que ele continue exercendo as funções de papa, sendo ele, portanto, também o oitavo rei. 
Na primeira aparição pública, o papa Francisco, na varanda central da Basílica de São Pedro rezou as orações do Pai Nosso, da Ave Maria e Glória ao Pai, dedicando-as ao papa Emérito Bento XVI. 
Temos, assim, totalmente cumprida a segunda aplicação para a besta que era e não é. Bento XVI volta a ser papa, mas sem ser uma oitava cabeça, pois que esta não existe. Ele procede dos sete para assumir o título honorífico de oitavo rei. E este é, exatamente, o significado que o dicionário Web dá para emérito: ter as honras de um cargo sem exercê-lo.
Desta forma, de acordo com a profecia, encontramos o papa Francisco como aquele que surge no vácuo da renúncia de Bento XVI para representá-lo no histórico mandato de líder mundial. E, desta forma, a teoria dos sete papas reis, se fecha com suficiente fundamentação para ser uma profecia comprovada historicamente.
Apesar de simular um caráter semelhante ao de São Francisco de Assis, o primeiro papa jesuíta da História se identifica mais com o rei da França do início do século dezesseis, chamado Francisco I do qual se diz ter-se entregado completamente à destruição do Protestantismo.
O papa atual só não recebeu o título de Francisco I porque ainda não surgiu o papa Francisco II.  
Finalmente, quanto ao lado político da besta, dele se diz:
Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta, durante uma hora”. Apocalipse 17: 12.
Os dez chifres não são a besta escarlate porque recebem autoridade junto com a besta papal. Diz-se deles que são dez reis, logo eles representarão apenas o lado político da besta escarlate.
Ao tempo do sexto rei, João Paulo II, os dez reis ainda não haviam recebido seus reinos. Atualmente ainda são apenas cinco os países representantes da ONU: Estados Unidos, China, França, Inglaterra e Rússia. Eles, no entanto, não serão suficientes para representar geograficamente a grande Babilônia que vem sendo estruturada pelo Espiritismo. 
Já faz alguns anos que se cogita sobre a indicação de mais cinco países para completar os representantes da ONU. Dentre os mais cotados encontram-se o Brasil, a África do Sul e a Índia, porque além de representar parte das lacunas geográficas requeridas, estão no rol das potências emergentes.
Esta parte da profecia ainda não teve cumprimento, mas já se encontra em evolução. Como o período oficial deste reinado político/religioso será como um relâmpago: apenas de uma hora profética, ou seja, quinze dias literais, conforme Apocalipse 17: 12, a tão propalada Nova Ordem Mundial funcionará apenas extra oficialmente, como vem acontecendo no presente.
Sua oficialização, no entanto, será requerida por ocasião da legislação do decreto de morte contra os cristãos remanescentes, já às portas da Segunda Vinda de Jesus. Este será o tempo em que se ouvirá o ‘Feito está’ do Senhor, que provocará, finalmente, a queda irremediável da profética estátua de Daniel 2, a ser atingida nos pés em parte de ferro e em parte de barro, quando a política (o ferro) estiver novamente agindo oficialmente em conjunto com a religião (o barro).
E segue Apocalipse 17: 13, com relação aos dez reis, dizendo:
Têm estes um só pensamento e oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem”.
Este verso assegura que os futuros representantes da ONU, incluindo os cinco países que faltam para completar os 10 previstos na profecia, prestigiarão o oitavo rei, já devidamente credenciado.
E segue a profecia, dizendo:
“Porque em seus corações incutiu Deus que realizem o Seu pensamento, o executem a uma e deem à besta (à meretriz que passa a cavalgar sobre as populações da Terra) o reino que possuem, até que se cumpram as palavras de Deus”. Ap. 17: 17. Parêntese suprido.
Caberá ao último papa aprovar o decreto de morte para os dissidentes religiosos, os quais terão quinze dias para escolher entre abandonar sua crença sobre os mandamentos oficiais da Palavra de Deus ou ser entregues às populações da Terra, preparadas para cumprir o macabro mandado da meretriz espiritual, quando esta estiver no comando da NOM, conforme referido em Apocalipse 17: 15.
            Este será o tempo de angústia de Jacó, durante o qual os justos serão provados e purificados. Sob a terrível pressão do decreto de morte, previsto em Apocalipse 13: 15, eles passarão pelo tempo de angústia qual nunca houve, como os judeus passaram durante a guerra do Armagedom, mas serão também libertados pela intervenção divina, na sétima praga, quando seus rostos resplandecerão pela glória do Senhor, conforme Daniel 12: 3.
A Organização das Nações Unidas, neste tempo estará constituída por dez países representados pelos dez chifres, e a besta escarlate, representada, fundamentalmente, pelas populações da Terra, ao perceberem, tarde demais, que foram enganadas pelo líder supremo, se voltarão contra a besta papal, conforme o registro de Apocalipse 17: 16:
            “Os dez chifres que viste e a besta, esses odiarão a meretriz, e a farão devastada e despojada e lhe comerão as carnes, e a consumirão no fogo”.
            Evidentemente que, nesta situação crítica de meretrício espiritual estarão incluídos todos os líderes religiosos apóstatas que hoje rejeitam, abertamente, a Palavra do Senhor.
            A classe dita leiga, ao sofrer as pragas, se voltará amargamente contra os seus ministros, secando-se, desta forma, as águas do Eufrates, conforme foi anunciado na sexta praga, em Apocalipse 16: 12, deixando a grande meretriz despojada de toda a sua força, como foi tipificado pela antiga Babilônia, no tempo de Belsazar, registrado em Daniel 6.
            Babilônia não mais seguirá unida, passando, ao contrário, a matarem-se uns aos outros, conforme atesta a profecia.
A Igreja de Laodiceia tem uma mensagem urgente para dar aos líderes do mundo. Confirmada a hipótese de que o cardeal Jorge Mário Bergoglio é o último papa, e já com 8o anos (nascido em 17 de dezembro de 1936), resta pouco tempo para que esta gloriosa mensagem alcance todos os interessados. É distinguido na profecia que o inédito papa emérito (89 anos), que também é o oitavo rei, deverá se encontrar vivo na Segunda Vinda de Jesus. 
Ao tomarmos ciência destes fatos, ajudemos a esclarecer os que, na incerteza, se encontram em nossa esfera de influência. Deus nos está dando grandes privilégios que também são grandes responsabilidades!
Contando agora com esta verdade em nossa consciência, devemos proclamá-la ao mundo. Com base nas profecias vistas anteriormente, se torna difícil definir um período mais longo do que dez anos para o papa emérito Bento XVI.
É nosso dever informar a todos que a verdadeira Nova Ordem Mundial será implantada por Jesus Cristo, o qual está no controle desde a eternidade e que muito em breve reinará pessoalmente sobre a humanidade!
Este tema impressionante sobre o tempo de vida que nos resta, todavia ainda não acabou. Vamos considerar, na sequência, o quadro econômico mundial anunciado para o futuro próximo, que levar-nos-á todos a nos concentrar no vale Josafá, que levará à guerra do Armagedom, em conexão com o retorno majestoso de Jesus.
Examinemos mais este ponto, a partir das previsões do profeta Sofonias. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário