Restou
sem explicação apenas o significado das sete cabeças e dos dez chifres da besta
escarlate de Apocalipse 17: 3, explicados nos versos sete e oito, a seguir:
“O anjo, porém, disse: porque te admiraste?
Dir-te-ei o mistério da mulher e da besta que tem as sete cabeças e os dez
chifres e que leva a mulher: a besta que viste, era e não é, está para emergir
do abismo e caminha para a destruição. E aqueles que habitam sobre a Terra,
cujos nomes não foram escritos no livro da vida desde a fundação do mundo, se
admirarão, vendo a besta que era e não é, mas aparecerá”.
A mulher
adúltera, como já vimos, é o papado, porque tem alterado a Bíblia segundo seus
propósitos. Ela é representada, nesta profecia, pelo papa atual.
A besta
que viste, era e não é, e que está para surgir do abismo representa o iminente
ressurgimento do papado ligado com a política, com a força que detinha na sua
fase medieval, quando dominava as populações da Terra.
Em
agosto de 2016, o papado só ainda não era como foi na Idade Média por falta de
uma união legal com o Estado para garantir-lhe o poder temporal perseguidor.
Mas esta condição está para emergir do abismo que vem sendo cavado pela grave
crise econômica, política e ecológica do mundo atual.
Essa
crise já vem provendo justificativas para que medidas de exceção logo sejam
viabilizadas, visando solucionar os problemas crônicos da humanidade. Um destes
problemas mais referidos é o do aquecimento global.
Dentre
estas medidas, segundo a opinião da besta, destaca-se a formalização da união
da Igreja com o Estado, para inaugurar uma ‘Nova Era’ de paz e de prosperidade
sustentada.
Em
Apocalipse 17: 9 continua a explicação da parte religiosa da besta escarlate:
“Aqui está o sentido, que tem sabedoria: as sete
cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada. São também sete
reis”.
Roma é
universalmente reconhecida como a cidade dos sete montes onde se encontra o
trono do papa. Sua ligação com a meretriz é revelada claramente em Apocalipse
17: 18:
“A mulher que viste é a grande cidade que domina
sobre os reis da Terra”.
Ora,
esta grande cidade, no tempo do apóstolo João era Roma, inquestionavelmente. Hoje, ela alberga o Estado do Vaticano
que segue na mesma trilha em busca da recuperação do domínio que detivera na
Era Medieval.
O
versículo nove revela ainda que além de serem caracterizadas pelas sete
colinas, as sete cabeças são também sete reis. A palavra ‘também’ liga,
gramaticalmente, os sete reis com Roma.
Se
partirmos do Tratado de Latrão, assinado entre o presidente da Itália, Benito
Mussolini e o então papa Pio XI, em 1929, o qual devolveu ao pontífice romano o
título de rei do Vaticano, perdido desde 1798 e, ao Vaticano, o status de um
país, veremos que de lá para cá, reinaram sete papas reis: Pio XI, Pio XII,
João XXIII, Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II e Bento XVI. Estamos no tempo
do oitavo rei, o papa Francisco. Tudo indica que o texto foi direcionado para o
reinado de João Paulo II, que seria, então, o sexto rei coroado após o Tratado
de Latrão, pois que diz:
“Dos quais caíram cinco, um existe, e o outro
ainda não chegou; e, quando chegar, tem de durar pouco” Apocalipse 17: 10.
A
deferência especial a HIOHANNES PAVLVS SECVNDO, nome oficial de João Paulo II,
caracteriza uma homenagem a sua importante contribuição ao processo de
restauração da besta escarlate, a tal ponto que seu nome encontra-se ligado,
definitivamente ao número da besta, 666, citado em Apocalipse 13: 17-18. Considerando
as letras do nome latino deste papa que tem um correspondente valor como
algarismo romano, temos: (I= 1+V=5+L=50 +V=5+C=100+V=5+D=500= 666).
Outro
fato fundamental apontado pela profecia, de difícil cumprimento, foi o de que o
sétimo rei teria de durar pouco. Para a sua concretização, a duração do mandato
do sétimo papa rei deveria ser condicionada a uma decisão política e não a sua
morte natural, o que é extremamente sinalizador em face do mandato vitalício do
papado. Para o seu cumprimento foi preciso quebrar-se uma tradição de mais de
setecentos anos, envolvendo setenta papas.
O papa
Bento XVI, já bastante idoso para a extraordinária missão de governar o mundo,
renunciou de forma inesperada, aos oitenta e seis anos, com apenas oito anos de
pontificado. Ele cumpriu, assim, a profecia tanto no sentido da curta duração
de seu reinado, como da solução política requerida para o mesmo, situando-se,
inquestionavelmente, no contexto de Apocalipse 17: 10.
Voltando
à sua antiga condição de Cardeal, sem, contudo, deixar de ser papa, ele faz jus
ao título híbrido de CARDEAL BENTO XVI. Observe-se que este título também soma
666, (C=100+D=500+L=50+X=10+V=5+I=1= 666) constituindo o número da besta.
Portanto,
ele, como no caso do papado unido com a política, passa a ser também a besta
que era e que não é, mas que retornou como papa Emérito.
E, neste
caso, ele passou a formar uma unidade com o oitavo, podendo se dizer que ele é
a cabeça do oitavo rei, uma vez que o oitavo rei, na profecia, não tem uma
cabeça própria.
É
exatamente como tal que ele é referido em Apocalipse 17: 11:
“E a besta, que era e não é também é ele, o
oitavo rei, e procede dos sete, e caminha para a destruição”.
Perfeitamente
enquadrado na definição da besta que era e não é, e que procede dos sete, Bento
XVI, ao abdicar do seu reinado, retornando como papa emérito, acabou cumprindo
mais outra condição muito especial, citada no verso onze: “também é ele o oitavo rei”.
Apesar
de não ser mais o Sumo Pontífice ele mantêm o título papal e o pronome de
tratamento: “Sua Santidade”. Como tal
ele continua em ação no Vaticano, mantendo, inclusive, as batinas brancas de
papa.
O título
emérito, segundo o Dicionário Aurélio, permite que ele continue exercendo as
funções de papa, sendo ele, portanto, também
o oitavo rei.
Na
primeira aparição pública, o papa Francisco, na varanda central da Basílica de
São Pedro rezou as orações do Pai Nosso, da Ave Maria e Glória ao Pai,
dedicando-as ao papa Emérito Bento XVI.
Temos,
assim, totalmente cumprida a segunda aplicação para a besta que era e não é.
Bento XVI volta a ser papa, mas sem ser uma oitava cabeça, pois que esta não
existe. Ele procede dos sete para assumir o título honorífico de oitavo rei. E
este é, exatamente, o significado que o dicionário Web dá para emérito: ter as
honras de um cargo sem exercê-lo.
Desta
forma, de acordo com a profecia, encontramos o papa Francisco como aquele que
surge no vácuo da renúncia de Bento XVI para representá-lo no histórico mandato
de líder mundial. E, desta forma, a teoria dos sete papas reis, se fecha com
suficiente fundamentação para ser uma profecia comprovada historicamente.
Apesar
de simular um caráter semelhante ao de São Francisco de Assis, o primeiro papa
jesuíta da História se identifica mais com o rei da França do início do século
dezesseis, chamado Francisco I do qual se diz ter-se entregado completamente à
destruição do Protestantismo.
O papa
atual só não recebeu o título de Francisco I porque ainda não surgiu o papa
Francisco II.
Finalmente,
quanto ao lado político da besta, dele se diz:
“Os dez chifres que viste são dez reis, os
quais ainda não receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta,
durante uma hora”. Apocalipse 17: 12.
Os dez
chifres não são a besta escarlate porque recebem autoridade junto com a besta
papal. Diz-se deles que são dez reis, logo eles representarão apenas o lado
político da besta escarlate.
Ao tempo
do sexto rei, João Paulo II, os dez reis ainda não haviam recebido seus reinos.
Atualmente ainda são apenas cinco os países representantes da ONU: Estados
Unidos, China, França, Inglaterra e Rússia. Eles, no entanto, não serão
suficientes para representar geograficamente a grande Babilônia que vem sendo
estruturada pelo Espiritismo.
Já faz
alguns anos que se cogita sobre a indicação de mais cinco países para completar
os representantes da ONU. Dentre os mais cotados encontram-se o Brasil, a
África do Sul e a Índia, porque além de representar parte das lacunas
geográficas requeridas, estão no rol das potências emergentes.
Esta
parte da profecia ainda não teve cumprimento, mas já se encontra em evolução.
Como o período oficial deste reinado político/religioso será como um relâmpago:
apenas de uma hora profética, ou seja, quinze dias literais, conforme
Apocalipse 17: 12, a tão propalada Nova Ordem Mundial funcionará apenas extra
oficialmente, como vem acontecendo no presente.
Sua
oficialização, no entanto, será requerida por ocasião da legislação do decreto
de morte contra os cristãos remanescentes, já às portas da Segunda Vinda de
Jesus. Este será o tempo em que se ouvirá o ‘Feito está’ do Senhor, que
provocará, finalmente, a queda irremediável da profética estátua de Daniel 2, a
ser atingida nos pés em parte de ferro e em parte de barro, quando a política
(o ferro) estiver novamente agindo oficialmente em conjunto com a religião (o
barro).
E segue
Apocalipse 17: 13, com relação aos dez reis, dizendo:
“Têm estes um só pensamento e oferecem à
besta o poder e a autoridade que possuem”.
Este
verso assegura que os futuros representantes da ONU, incluindo os cinco países
que faltam para completar os 10 previstos na profecia, prestigiarão o oitavo
rei, já devidamente credenciado.
E segue
a profecia, dizendo:
“Porque em seus corações incutiu Deus que
realizem o Seu pensamento, o executem a uma e deem à besta (à meretriz que passa a cavalgar sobre as
populações da Terra) o reino que possuem,
até que se cumpram as palavras de Deus”. Ap. 17: 17. Parêntese suprido.
Caberá
ao último papa aprovar o decreto de morte para
os dissidentes religiosos, os quais terão quinze dias para escolher entre
abandonar sua crença sobre os mandamentos oficiais da Palavra de Deus ou ser
entregues às populações da Terra, preparadas para cumprir o macabro mandado da
meretriz espiritual, quando esta estiver no comando da NOM, conforme referido
em Apocalipse 17: 15.
Este
será o tempo de angústia de Jacó, durante o qual os justos serão provados e
purificados. Sob a terrível pressão do decreto de morte, previsto em Apocalipse
13: 15, eles passarão pelo tempo de angústia qual nunca houve, como os judeus
passaram durante a guerra do Armagedom, mas serão também libertados pela
intervenção divina, na sétima praga, quando seus rostos resplandecerão pela
glória do Senhor, conforme Daniel 12: 3.
A
Organização das Nações Unidas, neste tempo estará constituída por dez países
representados pelos dez chifres, e a besta escarlate, representada,
fundamentalmente, pelas populações da Terra, ao perceberem, tarde demais, que
foram enganadas pelo líder supremo, se voltarão contra a besta papal, conforme
o registro de Apocalipse 17: 16:
“Os dez chifres que
viste e a besta, esses odiarão a
meretriz, e a farão devastada e despojada e lhe comerão as carnes, e a
consumirão no fogo”.
Evidentemente
que, nesta situação crítica de meretrício espiritual estarão incluídos todos os
líderes religiosos apóstatas que hoje rejeitam, abertamente, a Palavra do
Senhor.
A
classe dita leiga, ao sofrer as pragas, se voltará amargamente contra os seus
ministros, secando-se, desta forma, as águas do Eufrates, conforme foi
anunciado na sexta praga, em Apocalipse 16: 12, deixando a grande meretriz
despojada de toda a sua força, como foi tipificado pela antiga Babilônia, no
tempo de Belsazar, registrado em Daniel 6.
Babilônia
não mais seguirá unida, passando, ao contrário, a matarem-se uns aos outros,
conforme atesta a profecia.
A Igreja
de Laodiceia tem uma mensagem urgente para dar aos líderes do mundo. Confirmada
a hipótese de que o cardeal Jorge Mário Bergoglio é o último papa, e já com 8o
anos (nascido em 17 de dezembro de 1936), resta pouco tempo para que esta
gloriosa mensagem alcance todos os interessados. É distinguido na profecia que
o inédito papa emérito (89 anos), que também é o oitavo rei, deverá se
encontrar vivo na Segunda Vinda de Jesus.
Ao
tomarmos ciência destes fatos, ajudemos a esclarecer os que, na incerteza, se
encontram em nossa esfera de influência. Deus nos está dando grandes
privilégios que também são grandes responsabilidades!
Contando
agora com esta verdade em nossa consciência, devemos proclamá-la ao mundo. Com
base nas profecias vistas anteriormente, se torna difícil definir um período
mais longo do que dez anos para o
papa emérito Bento XVI.
É nosso
dever informar a todos que a verdadeira Nova Ordem Mundial será implantada por
Jesus Cristo, o qual está no controle desde a eternidade e que muito em breve
reinará pessoalmente sobre a humanidade!
Este
tema impressionante sobre o tempo de vida que nos resta, todavia ainda não
acabou. Vamos considerar, na sequência, o quadro econômico mundial anunciado
para o futuro próximo, que levar-nos-á todos a nos concentrar no vale Josafá,
que levará à guerra do Armagedom, em conexão com o retorno majestoso de Jesus.
Examinemos mais este
ponto, a partir das previsões do profeta Sofonias.
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