O profeta Sofonias exerceu seu ministério nos dias do rei Josias, verso 1, provavelmente antes do grande reavivamento do ano 621 a.C.
Ao que tudo indica, ao prever a queda de Jerusalém, sob Nabucodonosor, em 605 a. C., a sua destruição deveria se constituir, também, em um símbolo inequívoco do fim do mundo, já sob a confederação de Gogue (Ezequiel 38 e 39), conforme se depreende dos versos segundo e terceiro de seu livro.
Neste contexto ele identifica a presença de um sinal econômico inconfundível, de nível mundial, e que já vem assolando a humanidade.
Neste contexto ele identifica a presença de um sinal econômico inconfundível, de nível mundial, e que já vem assolando a humanidade.
A evolução deste sinal ainda servirá
de pretexto para a tentativa de destruição do povo de Deus situado na
Palestina, o qual terá de enfrentar a mais sangrenta batalha de todos os
tempos.
Mas será por meio desta série de
eventos dramáticos na Terra Santa que virá o despertamento do remanescente de
Israel para que o mesmo recupere o espaço perdido como líder espiritual da
Terra.
Comecemos a considerar este sinal,
profetizado há milênios e que já está em curso há dezesseis anos.
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