sábado, 27 de janeiro de 2018

A queda das torres gêmeas

               “Está perto o grande Dia do Senhor; está perto e muito se apressa. Atenção! O Dia do Senhor é amargo e nele clama até o homem poderoso. Aquele Dia é dia de indignação, dia de angústia, e dia de alvoroço e desolação, dia de escuridão e negrume, dias de nuvens e densas trevas, dia de trombeta e de rebate contra as cidades fortes e contra as torres altas- Sofonias 1: 14-16.      
            A evidente proximidade do Dia do Senhor, neste contexto, envolve um pequeno período profético no qual Deus estaria atuando mais diretamente nos negócios do homem moderno, permitindo que o mundo seja conduzido para o seu grande final.
            O sinal que nos situa nos últimos elos da corrente do tempo do fim e que sinaliza para o que poderemos esperar ainda em nossa geração foi indicado no versículo dezesseis. Trata-se do alvoroço e desolação que foram traduzidos como segue:
          “... aquele Dia, que muito se apressa... é dia de trombeta e de rebate contra as cidades fortes e contra as torres altas”.
          Ora, este conteúdo genérico do Velho Testamento pode ser facilmente distinguido na derrubada das duas torres gêmeas do World Trade Center, consideradas, até suas quedas, as mais altas e indestrutíveis do mundo.
          Não obstante a sua condição de total segurança, terroristas do grupo Al Qaeda, criado em 1980 para lutar contra a influência ocidental sobre o mundo árabe, lograram pô-las abaixo no lendário dia 11 de setembro de 2001, arriando com elas o maior centro financeiro do planeta, situado em Nova Iorque.
          O ataque ao Pentágono, nesta mesma operação de guerra contra as torres altas, certamente foi incluído para dar o sentido exato às palavras do profeta Sofonias que se referem também ao ataque às duas cidades mais fortes e melhor vigiadas da Terra: Washington e Nova Iorque.
          Esta ação terrorista foi assumida como uma contestação, um protesto contra as seguidas intervenções ocidentais no Oriente. 
          Um terceiro aspecto importante para os que estudam os sinais dos tempos foi o emprego da palavra trombeta, traduzindo o pensamento de uma declaração de guerra, como foi realmente considerada pela corte americana.
          E neste contexto de apressamento para o fim do mundo, esta palavra não deixa de trazer ao pensamento as trombetas citadas no Apocalipse, destinadas a descrever os principais incidentes da última e mais sangrenta de todas as batalhas que em breve virá para demarcar o início dos últimos sete anos da História.  
          Acreditamos ser difícil encontrar uma ocasião mais ajustada para o cumprimento desta profecia que foi situada, cuidadosamente, no contexto da conclusão deste mundo que se apressa para o fim.

          Tudo indica ser este um elemento fundamental na composição do quebra-cabeça profético, e decisivo para levar ao desdobramento das últimas profecias destinadas ao encaminhamento das nações da banda oriental do mundo para o vale de Josafá, conforme examinaremos na próxima seção.

Nenhum comentário:

Postar um comentário