“Está perto o
grande Dia do Senhor; está perto e muito se apressa. Atenção! O Dia do
Senhor é amargo e nele clama até o homem poderoso. Aquele Dia é dia de
indignação, dia de angústia, e dia de alvoroço e desolação, dia de escuridão e
negrume, dias de nuvens e densas trevas, dia
de trombeta e de rebate contra as cidades fortes e contra as torres altas” - Sofonias 1: 14-16.
A evidente proximidade do Dia do Senhor,
neste contexto, envolve um pequeno período profético no qual Deus estaria
atuando mais diretamente nos negócios do homem moderno, permitindo que o mundo
seja conduzido para o seu grande final.
O sinal que nos situa nos últimos
elos da corrente do tempo do fim e que sinaliza para o que poderemos esperar
ainda em nossa geração foi indicado no versículo dezesseis. Trata-se do
alvoroço e desolação que foram traduzidos como segue:
“... aquele Dia, que muito se
apressa... é dia de trombeta e de rebate contra as cidades fortes e contra
as torres altas”.
Ora, este conteúdo genérico do Velho
Testamento pode ser facilmente distinguido na derrubada das duas torres gêmeas
do World Trade Center, consideradas, até suas quedas, as mais altas e
indestrutíveis do mundo.
Não obstante a sua condição de total
segurança, terroristas do grupo Al Qaeda, criado em 1980 para lutar contra a
influência ocidental sobre o mundo árabe, lograram pô-las abaixo no lendário
dia 11 de setembro de 2001, arriando com elas o maior centro financeiro do
planeta, situado em Nova Iorque.
O ataque ao Pentágono, nesta mesma
operação de guerra contra as torres altas, certamente foi incluído para dar o
sentido exato às palavras do profeta Sofonias que se referem também ao ataque
às duas cidades mais fortes e melhor vigiadas da Terra: Washington e Nova
Iorque.
Esta ação terrorista foi assumida
como uma contestação, um protesto contra as seguidas intervenções ocidentais no
Oriente.
Um terceiro aspecto importante para
os que estudam os sinais dos tempos foi o emprego da palavra trombeta,
traduzindo o pensamento de uma declaração de guerra, como foi realmente
considerada pela corte americana.
E neste contexto de apressamento para
o fim do mundo, esta palavra não deixa de trazer ao pensamento as trombetas
citadas no Apocalipse, destinadas a descrever os principais incidentes da última e mais
sangrenta de todas as batalhas que em breve virá para demarcar o início dos últimos sete anos da História.
Acreditamos ser difícil encontrar uma
ocasião mais ajustada para o cumprimento desta profecia que foi situada,
cuidadosamente, no contexto da conclusão deste mundo que se apressa para o fim.
Tudo indica ser este um elemento
fundamental na composição do quebra-cabeça profético, e decisivo para levar ao
desdobramento das últimas profecias destinadas ao encaminhamento
das nações da banda oriental do mundo para o vale de Josafá, conforme examinaremos na próxima
seção.
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