Vamos apresentar
sucintamente seis resultados de nossa pesquisa os quais, indo na mesma direção,
poderão nos situar, facilmente, no ano aproximado da Segunda Vinda de Jesus à
Terra.
1. A morte do cordeiro pascal
Na instituição da Páscoa dos judeus, um cordeiro deveria ser tomado em cada família, ou conjunto de famílias,
no dia dez do primeiro mês e mantido vivo por quatro dias antes de ser
imolado, conforme Êxodo 12: 3 e 6:
“Falai a toda a congregação de Israel, dizendo:
Aos dez deste mês, cada um tomará para si um cordeiro, segundo a casa dos pais,
um cordeiro para cada família... e o guardareis até ao décimo-quarto dia deste
mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o imolará no crepúsculo da
tarde”.
Considerando
que “Cristo,
nosso Cordeiro pascal, foi imolado”, conforme I Coríntios 5: 7, quando
"Já era quase a hora sexta”, ou seja, no crepúsculo da tarde, conforme
Lucas 23: 44, é lícito esperar que também o abate no quarto dia, do cordeiro pascal em
Israel seja típico do sacrifício de Jesus, indicando que o Cordeiro
de Deus deveria ser morto em favor dos justos, no final do quarto milênio do
império da morte, pois que no calendário de Deus “um dia é como mil anos e mil
anos como um dia” – 2 Pedro 3: 8.
Portanto,
ao que o tipo indica, Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus, foi imolado no final do
quarto milênio, no crepúsculo da tarde do ano 31. Assim sendo, no ano 2031 da
Era Cristã deverá fechar-se sexto milênio.
Ora,
corrigindo-se o erro do calendário gregoriano de 4 anos, estaríamos, hoje, no
ano 2022 = (2018 + 4). Logo, subtraindo 2022 de 2031 obteremos 9
anos, que representarão o tempo que nos separa do nosso encontro literal
com Jesus. Esta conclusão é muito importante e compatível com o que White diz, ao
comentar Isaías 14: 16-17:
“Durante seis mil anos a obra de rebelião de
Satanás tem feito ‘estremecer a Terra’. Ele tornou ‘o mundo como um deserto’, e
destruiu ‘as suas cidades’. E ‘aos seus cativos não deixava ir soltos’. Durante seis mil anos o seu cárcere (o
sepulcro) recebeu o povo de Deus, e ele os queria conservar cativos para
sempre; mas Cristo quebrou os seus
laços, pondo em liberdade os prisioneiros. O GC, pg. 659 – 661, CPB, 36ª edição, 1988.
2.
A
cronologia bíblica
Para confirmar este discernimento realizamos um estudo
da cronologia bíblica o qual permitiu comprovar tal informação, uma vez que foi possível chegarmos a
mesma conclusão de aproximadamente 10 anos até a Segunda Vinda de Jesus. Neste estudo mais amplo foi levado em consideração o cálculo seguro de todas as etapas cronológicas
desde a criação de Adão até ao final do sexto milênio. Notamos, com alegria que o Senhor fez questão de
deixar registrado nas Escrituras, sem nenhuma lacuna, todos os dados
necessários para uma pesquisa desta natureza, tomando em consideração apenas uma versão bíblica: A
Revista e Atualizada, a qual foi utilizada neste estudo.
3. A parábola da figueira
Em terceiro lugar, no âmbito político, a análise da parábola da
figueira (um símbolo típico de Israel) nos permitiu estabelecer os contornos da
última geração da Terra com base na idade do Novo Estado judeu, atualmente com
70 anos completos (1948-2018).
Ora,
considerando-se que “os dias da nossa
vida sobem a setenta anos, ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o
melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente, e nós voamos”
- Salmo 90: 10, pudemos estimar, com esta indicação bíblica, um máximo de
dez anos para que a última geração da Terra chegue ao seu final, confirmando mais uma vez os cálculos anteriores.
4. O julgamento de Babilônia
Em
quarto lugar, o capítulo 17 do Apocalipse nos indicou que estamos ainda vivendo nos
dias da sétima cabeça, ou do sétimo rei da igreja.
Ele, (Bento XVI, na condição de Cardeal), apresenta o número da besta, (666), o qual "era, e não é". "Também é ele, o oitavo
rei, e procede dos sete, e caminha para a destruição”. Apocalipse 17: 11 –
Parênteses supridos.
Sim, considerando=se o título híbrido de CARDEAL BENTO XVI, uma vez que Joseph Ratzinger volta a ser
um Cardeal, mantendo, contudo, as prerrogativas de Papa, encontramos o
significativo nº 666, indicando ser ele, nessa forma híbrida, a última besta, a
qual deverá permanecer no poder até o dia de sua morte por ocasião da Segunda
Vinda de Jesus. Ora, estando ele em 2017 com 90 anos de idade, será difícil
estimar-se, por meio deste balizador profético, um período superior a 10 anos
para o retorno de Jesus.
Observação: Ratzinger, segundo a Bíblia, é também o oitavo rei, devendo, por isso, formar uma
unidade com o Papa Francisco que, segundo Apocalipse 17, não teria uma cabeça
própria.
5. A última crise
A introdução do livro de Sofonias não só nos transporta, sem dúvidas, para o tempo do fim, como também nos indica o começo da contagem regressiva para a Segunda Vinda do Nosso Senhor: a queda das torres gêmeas de Nova Iorque.
A evolução desta última crise, de natureza econômica, ainda induzirá às guerras vindouras de Israel contra seus vizinhos, os quais, atualmente, ocupam os territórios da antiga Babilônia.
Nestas operações em que muitos de Israel perecerão, conforme Daniel 11: 41, será revelado um remanescente fiel, indestrutível, em Jerusalém, que acabará atraindo toda a banda oriental do planeta para um morticínio em massa nas proximidades de Jerusalém. Este será o início do juízo dos vivos, conforme Joel 3: 1 e 12.
Como estes últimos sinais já estão em fase adiantada de execução, em vez de sermos dispersivos, ou dominados pelo apetite ou pela paixão, devemos estar dispostos ao sacrifício da renúncia, a exemplo do que Jesus Cristo fez por nós.
White, no segundo parágrafo da página 280, de seu livro Testemunhos Seletos, Volume II, abordando este solene tema, informa que os acontecimentos finais serão rápidos.
Como já se passaram dezesseis anos do início desta crise mundial que não deixa de se aprofundar, cremos que, como no caso da parábola da figueira, devem estar faltando apenas três anos para o começo da contagem regressiva dos últimos sete anos da História da humanidade.
A evolução desta última crise, de natureza econômica, ainda induzirá às guerras vindouras de Israel contra seus vizinhos, os quais, atualmente, ocupam os territórios da antiga Babilônia.
Nestas operações em que muitos de Israel perecerão, conforme Daniel 11: 41, será revelado um remanescente fiel, indestrutível, em Jerusalém, que acabará atraindo toda a banda oriental do planeta para um morticínio em massa nas proximidades de Jerusalém. Este será o início do juízo dos vivos, conforme Joel 3: 1 e 12.
Como estes últimos sinais já estão em fase adiantada de execução, em vez de sermos dispersivos, ou dominados pelo apetite ou pela paixão, devemos estar dispostos ao sacrifício da renúncia, a exemplo do que Jesus Cristo fez por nós.
White, no segundo parágrafo da página 280, de seu livro Testemunhos Seletos, Volume II, abordando este solene tema, informa que os acontecimentos finais serão rápidos.
Como já se passaram dezesseis anos do início desta crise mundial que não deixa de se aprofundar, cremos que, como no caso da parábola da figueira, devem estar faltando apenas três anos para o começo da contagem regressiva dos últimos sete anos da História da humanidade.
6. O tempo dos judeus e o tempo dos gentios
Finalmente, concluímos que o tempo dedicado ao povo judeu é exatamente o mesmo que foi concedido
aos gentios, senão vejamos:
Considerando que o povo judeu
tenha começado com o chamado de Abrão, aos 75 anos, o que foi ratificado na implantação
da circuncisão de seu filho Isaque, e que se prolongou até a destruição de
Jerusalém no ano 70, e mais os últimos sete anos da História, quando o concerto
de Deus com Israel deverá ser renovado, obtemos 1996 anos, de acordo com a seguinte fórmula:
ü 2025 anos contados desde o nascimento de Abrão até a morte
de Jesus no ano 31 – 75 anos, para descontar o tempo prévio ao chamado de Abrão e mais 39 anos, que
vão da crucifixão até o ano 70 (queda de Jerusalém) e mais os 7 últimos anos que ainda transcorrerão após
a renovação do concerto final com Israel, obteremos 1996 anos .
Este período é exatamente igual ao que foi
destinado aos gentios, com base no seguinte cálculo:
ü do ano 31 até 2031 = 2000 anos – 4 anos da
diferença do calendário = 1996 anos.
Do exposto podemos atestar a
veracidade do comentário de White, em seu livro ‘O Grande Conflito’, página 324:
“O
Senhor declara pelo profeta Amós que ‘não fará coisa alguma, sem ter revelado o
Seu segredo aos Seus servos, os profetas’ - Amós 3: 7. Assim, os que estudam a
Palavra de Deus podem confiantemente esperar que encontrarão nas Escrituras da
verdade, claramente indicado, o acontecimento mais estupendo a ocorrer na
história da humanidade”. White, O GC, 36ª edição, CPB, 1988, p. 324
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