Quando medidas americanas forem adotadas em conjunto com outros países, desrespeitando a Constituição que separa a Política da Religião nos EUA, abrir-se-ão as portas para medidas mais radicais destinadas a defender os dogmas do papado, da mesma forma como os reis os defenderam na Era
Medieval.
Isto porque a exigibilidade de adoração a Deus no
domingo deverá ser logo adotada como a regulamentação necessária para este conjunto de medidas de ordem climática, devendo, portanto, ser endossado pela Suprema Corte de Justiça americana, contrariando, radicalmente,
o objetivo pelo qual ela foi estabelecida, que era o de garantir a separação da Igreja com relação ao
Estado.
Assim, esta futura determinação a ser adotada no âmbito da ONU envolverá discretamente, o dia oficial de adoração a Deus, o qual foi destacado no tabuleiro profético
para anunciar que o tempo de graça para as nações ocidentais estaria se
esgotando.
Como este fato deverá ocorrer, segundo os pais da igreja, na metade da última semana de anos da humanidade, citada em Daniel 9: 26-27, acreditamos que a aliança do príncipe romano atual, ou seja, do papa, com Israel deverá vir, naturalmente, após a vitória sobrenatural da nação israelita sobre as tropas de Gogue, pois será após essa batalha do Armagedom, citada em Ezequiel 38 e 39, que a nação judaica queimará as suas armas de guerra, promovendo unilateralmente a paz, conforme Ezequiel 39: 9:
"Os habitantes das cidades de Israel sairão e queimarão, de todo, as armas, os escudos,, os paveses, os arcos, as flechas de mão e as lanças; farão fogo com tudo isto por sete anos", que acreditamos ser os últimos da História Universal..
Agora vamos verificar como o profeta Jeremias, chamado de profeta às nações, em Jeremias 1: 5 e 10, faz a ligação das trombetas do Apocalipse, que tocarão no Oriente convocando para a guerra do Armagedom, com as sete últimas pragas, que cairão no Ocidente, nos situando neste momento histórico da última semana de anos de vida na Terra, da qual trataremos à luz de Apocalipse 14.
Como este fato deverá ocorrer, segundo os pais da igreja, na metade da última semana de anos da humanidade, citada em Daniel 9: 26-27, acreditamos que a aliança do príncipe romano atual, ou seja, do papa, com Israel deverá vir, naturalmente, após a vitória sobrenatural da nação israelita sobre as tropas de Gogue, pois será após essa batalha do Armagedom, citada em Ezequiel 38 e 39, que a nação judaica queimará as suas armas de guerra, promovendo unilateralmente a paz, conforme Ezequiel 39: 9:
"Os habitantes das cidades de Israel sairão e queimarão, de todo, as armas, os escudos,, os paveses, os arcos, as flechas de mão e as lanças; farão fogo com tudo isto por sete anos", que acreditamos ser os últimos da História Universal..
Agora vamos verificar como o profeta Jeremias, chamado de profeta às nações, em Jeremias 1: 5 e 10, faz a ligação das trombetas do Apocalipse, que tocarão no Oriente convocando para a guerra do Armagedom, com as sete últimas pragas, que cairão no Ocidente, nos situando neste momento histórico da última semana de anos de vida na Terra, da qual trataremos à luz de Apocalipse 14.
“Porque assim me disse o Senhor, o Deus de Israel: Toma de Minha mão
este cálice do vinho do Meu furor e darás de beber dele a todas as nações, às quais Eu Te enviar; Para que bebam, e tremam, e
enlouqueçam, por causa da espada que Eu enviarei para o meio delas (tudo indica que esta espada seja a mesma que foi citada na
abertura do segundo selo – Apocalipse 6: 3-4 e que significará o toque das
trombetas de guerra em Israel).
Recebi o
cálice da mão do Senhor e dei a beber a todas
as nações às quais o Senhor me tinha enviado: a Jerusalém, às cidades de Judá, aos seus reis, aos seus príncipes,
para fazer deles uma ruína, objeto de espanto... e a todos os reinos do mundo sobre a face da Terra; e, depois de
todos eles, ao rei da Babilônia (espiritual,
porque nesta altura do tempo profético a Babilônia literal já não existe).
Pois lhes dirás: Assim Diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Bebei, embebedai-vos e vomitai; caí e não torneis a levantar-vos, por causa da espada que estou enviando para o vosso meio. Se recusarem receber o cálice da tua mão para beber, então lhes dirás: Assim Diz o Senhor dos Exércitos: Tereis de bebê-lo. Pois eis que na cidade que se chama pelo Meu nome começo a castigar (referência às futuras guerras de Israel contra os seus vizinhos, na disputa pelo Novo Estado Palestino, as quais conduzirão à guerra do Armagedom), e ficareis a vós de todo impunes? Não, não ficareis impunes, porque Eu chamo a espada sobre todos os moradores da Terra, diz o Senhor dos Exércitos. Tu, pois, lhes profetizarás todas estas palavras e lhes dirás: O Senhor lá do alto rugirá e da Sua santa morada fará ouvir a sua voz; rugirá fortemente contra a Sua malhada, com brados contra todos os moradores da Terra, como o eia! dos que pisam as uvas (expressão alinhada com os resultados da guerra do Armagedom, citada em Joel 3: 13-16; Comparar, também, com Apocalipse 14: 18-20).
Chegará o estrondo até a extremidade da Terra, porque o Senhor tem contenda com as nações, entrará em juízo contra toda a carne; os perversos entregará à espada, diz o Senhor.
Assim Diz o Senhor dos Exércitos: Eis que o mal passa de nação para nação (com relação ao juízo chegando finalmente ao Ocidente, por meio das sete pragas), e grande tormenta se levanta dos confins da Terra. Os que o Senhor entregar à morte naquele dia se estenderão de uma à outra extremidade da Terra; não serão pranteados, nem recolhidos, nem sepultados (referência aos mortos do último dia, conforme Apocalipse 19: 15 e 21); serão como esterco sobre a face da Terra.
Uivai, pastores, e clamai; revolvei-vos na cinza, vós, donos dos rebanhos, porque já se cumpriram os vossos dias de matardes e dispersardes, e vós mesmos caireis como jarros preciosos”. Jeremias 25: 15-34. Parênteses meus.
Como podemos perceber facilmente, o âmbito deste texto extrapola em muito ao da invasão de Nabucodonosor, saltando para os dias finais da História, introduzindo o tema das sete trombetas, ainda futuras, que serão tocadas no Oriente.
Pois lhes dirás: Assim Diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Bebei, embebedai-vos e vomitai; caí e não torneis a levantar-vos, por causa da espada que estou enviando para o vosso meio. Se recusarem receber o cálice da tua mão para beber, então lhes dirás: Assim Diz o Senhor dos Exércitos: Tereis de bebê-lo. Pois eis que na cidade que se chama pelo Meu nome começo a castigar (referência às futuras guerras de Israel contra os seus vizinhos, na disputa pelo Novo Estado Palestino, as quais conduzirão à guerra do Armagedom), e ficareis a vós de todo impunes? Não, não ficareis impunes, porque Eu chamo a espada sobre todos os moradores da Terra, diz o Senhor dos Exércitos. Tu, pois, lhes profetizarás todas estas palavras e lhes dirás: O Senhor lá do alto rugirá e da Sua santa morada fará ouvir a sua voz; rugirá fortemente contra a Sua malhada, com brados contra todos os moradores da Terra, como o eia! dos que pisam as uvas (expressão alinhada com os resultados da guerra do Armagedom, citada em Joel 3: 13-16; Comparar, também, com Apocalipse 14: 18-20).
Chegará o estrondo até a extremidade da Terra, porque o Senhor tem contenda com as nações, entrará em juízo contra toda a carne; os perversos entregará à espada, diz o Senhor.
Assim Diz o Senhor dos Exércitos: Eis que o mal passa de nação para nação (com relação ao juízo chegando finalmente ao Ocidente, por meio das sete pragas), e grande tormenta se levanta dos confins da Terra. Os que o Senhor entregar à morte naquele dia se estenderão de uma à outra extremidade da Terra; não serão pranteados, nem recolhidos, nem sepultados (referência aos mortos do último dia, conforme Apocalipse 19: 15 e 21); serão como esterco sobre a face da Terra.
Uivai, pastores, e clamai; revolvei-vos na cinza, vós, donos dos rebanhos, porque já se cumpriram os vossos dias de matardes e dispersardes, e vós mesmos caireis como jarros preciosos”. Jeremias 25: 15-34. Parênteses meus.
Como podemos perceber facilmente, o âmbito deste texto extrapola em muito ao da invasão de Nabucodonosor, saltando para os dias finais da História, introduzindo o tema das sete trombetas, ainda futuras, que serão tocadas no Oriente.
O profeta inspirado diz que o flagelo
das nações orientais deverá começar em Jerusalém e nas cidades de Judá - versos 18,
quando este País for atacado pelos seus vizinhos, fazendo com que seus atuais
governantes sejam transformados em “objeto
de espanto, de assovio e de maldição”, porque levarão a nação à ruína, mas não definitiva, pois se salvarão os inscritos no livro da vida, conforme Daniel 12: 1, última parte.
E se Deus começa a castigar pela cidade que se chama pelo Seu nome,
ficarão as outras nações impunes? Claro que não! “Não ficareis impunes, porque Eu chamo a espada sobre todos os
moradores da Terra, diz o Senhor dos Exércitos” - verso 29 a.
As lutas iniciais serão
regionalizadas e circunscritas ao Oriente Médio, entre Israel e seus vizinhos,
mas logo envolverão as nações do Oriente e as do Norte da Europa que também virão contra Israel, atrás de despojos, conforme Ezequiel 38: 12, mas serão entregues à espada,
conforme foi visto na descrição do segundo selo.
De acordo com os versos de 19 a 26, elas marcharão contra Israel, e receberão a primeira série de flagelos, conforme as trombetas do Apocalipse anunciam. Esta guerra terá lugar nas fronteiras de Israel, próximo ao Vale de Megido, entre a Galileia e Samaria.
A última trombeta se destaca das demais por estar relacionada com a Segunda Vinda de Jesus, conforme Apocalipse 11: 15-19.
De acordo com os versos de 19 a 26, elas marcharão contra Israel, e receberão a primeira série de flagelos, conforme as trombetas do Apocalipse anunciam. Esta guerra terá lugar nas fronteiras de Israel, próximo ao Vale de Megido, entre a Galileia e Samaria.
A última trombeta se destaca das demais por estar relacionada com a Segunda Vinda de Jesus, conforme Apocalipse 11: 15-19.
Depois desta que seria a primeira
etapa do combate final, com pouco ônus para o Ocidente, o conflito se
estenderá para o outro lado do planeta, alcançando, finalmente, o rei da
Babilônia espiritual – o papa (verso 26 b), por meio das últimas sete pragas.
O Vaticano será o primeiro a ser atingido, sofrendo, também com a quinta praga, conforme se depreende do enunciado a seguir:
O Vaticano será o primeiro a ser atingido, sofrendo, também com a quinta praga, conforme se depreende do enunciado a seguir:
“Derramou
o quinto a sua taça sobre o trono da besta, cujo reino se tornou em trevas e os
homens remordiam a língua por causa da dor que sentiam. E blasfemaram o Deus do
céu por causa das angústias e das úlceras que sofriam; e não se arrependeram de
suas obras” – Apocalipse 16: 10-11.
Antes, porém, das últimas pragas
caírem sobre a Babilônia ocidental, será concluído o julgamento das nações iniciado por aquelas envolvidas na confederação contra Israel.
200 milhões de combatentes serão condenados e mortos no Vale de Josafá. Ali também será mudada a sorte de Israel, por meio do selamento das primícias dos salvos.
200 milhões de combatentes serão condenados e mortos no Vale de Josafá. Ali também será mudada a sorte de Israel, por meio do selamento das primícias dos salvos.
Os resultados inusitados dos conflitos do Oriente Médio, levarão as bestas de Apocalipse
13 a dar um passo fundamental para a globalização da economia, visando,
primordialmente a administração, pelo Ocidente, dos despojos que que foram anexados à Palestina.
Assim, após o impacto da vitória do povo de Deus, que levou o mundo a solidarizar-se com Israel, serão promulgadas pela Nova Ordem Mundial oficiosa leis civis para impedir que a influência da vitória dos poucos remanescentes de Israel se expanda com muita força sobre o mundo cristão apostatado do Ocidente.
Assim, após o impacto da vitória do povo de Deus, que levou o mundo a solidarizar-se com Israel, serão promulgadas pela Nova Ordem Mundial oficiosa leis civis para impedir que a influência da vitória dos poucos remanescentes de Israel se expanda com muita força sobre o mundo cristão apostatado do Ocidente.
Sob este ponto de vista a
oficialização do culto dominical, considerado como o abominável da desolação em Daniel 12: 11, mencionado por Jesus em Mateus 24: 15, será considerado estratégico para deter o
avanço do culto sabático procedente diretamente do Deus de Israel.
E quando esta lei dominical
(promulgada inicialmente nos EUA) for aprovada pelos demais países do mundo
cristão, o limite da paciência de Deus, com relação ao mundo cristão
paganizado, será atingido.
Será, então, que o Senhor rugirá de Jerusalém, lugar de Sua santa morada
(verso 30 a) “com brados contra todos os
moradores da Terra”.
Tais brados, na verdade, serão os
reflexos dos resultados inesperados obtidos por Israel na guerra do Armagedom.
Sua voz será “como o eia! dos que pisam as uvas” - verso 30 b, que faz referência à
destruição dos 200 milhões de combatentes, citados no âmbito da sexta trombeta.
Será, portanto, à luz destes conflitos que terá início o juízo dos vivos entre as nações. A primeira providência do papado à frente da ONU, além de atingir os
remanescentes de Israel convertidos às mensagens do Novo
Testamento, intentará barrar o avanço da Igreja invisível, porém
triunfante, que estará atuando para retirar do povo de Deus de Babilônia – Apocalipse
18: 4, em âmbito mundial.
Assim, usando de misericórdia em prol dos judeus fieis de Jerusalém, o Senhor estará
proporcionando a última oportunidade para os habitantes da Terra a fim de que
decidam em qual lado ficarão: perecer com os 'iluminados' da Nova Ordem Mundial ou ser
recolhidos para o céu, na colheita final.
Nesta ocasião todos terão de escolher
livremente entre seguir as leis de Jeová ou as leis da Nova Ordem Mundial. A Lei de Deus, modificada pelo papado, será defendida por decretos tão rigorosos que muitos aceitarão a mesma pelo temor que lhes venha a faltar alimento e
vestuário.
Os resultados favoráveis a Israel devidos à intervenção divina na guerra do Armagedom, no entanto, testemunharão contra os
erros do papado – II Tessalonicenses 2: 3, e exercerão uma influência poderosa
para a conversão dos cristãos sinceros à santa Lei de Jeová.
Será neste clima de reivindicação
solene da autoridade divina, com base na Lei moral, citada em Êxodo 20, que “será revelado de fato o iníquo” – II
Tessalonicenses 2: 8, e que muitas decisões eternas serão tomadas.
Uma vez que a duração das 7 últimas pragas será de um dia profético, ou seja, de um ano literal, conforme Apocalipse 18: 8, culminando na Segunda Vinda de Jesus, sobrariam apenas 2,5 anos após o decreto dominical americano que se seguirá inevitavelmente ao acordo climático, programado para 2021, que teremos o fechamento da porta da graça e o início da queda das pragas.
Quando, portanto, Jesus se levantar do tribunal, os juízos divinos começarão a ser derramados por meio dos sete últimos flagelos que cairão sobre os ímpios opressores, levando, segundo Jeremias 25: 31, “o estrondo (da guerra física do Armagedom) até a (outra) extremidade da Terra”, conforme o verso 32.
Quando, portanto, Jesus se levantar do tribunal, os juízos divinos começarão a ser derramados por meio dos sete últimos flagelos que cairão sobre os ímpios opressores, levando, segundo Jeremias 25: 31, “o estrondo (da guerra física do Armagedom) até a (outra) extremidade da Terra”, conforme o verso 32.
E os que o Senhor entregar à morte
naqueles dias serão como esterco na superfície da terra, diz o verso 34,
comprovando tratar-se dos eventos mencionados em Apocalipse 19: 17-20, referentes ao Armagedom espiritual.
O decreto dominical, ainda que não
tenha sido promulgado, já tem gerado uma série de ações que vem ocorrendo nos
últimos anos, silenciosamente, visando conduzir esta placa profética para o seu
lugar definitivo. Os vereadores das grandes cidades já estão votando leis dominicais locais em atenção às recentes declarações do papa Francisco e sob a pressão coordenada pelos católicos filiados à teologia da libertação e pelos sindicalistas do partido dos trabalhadores.
Queira Deus nos iluminar para que
nessa hora de emergente sacudidura possamos estar conscientes com relação ao andamento das profecias,
esvaziando-nos de nós mesmos para o recebimento, em tempo hábil, do Espírito
Santo que nos foi prometido.
Colocamos em anexo algumas informações a respeito dos avanços do papado que já vêm
ocorrendo, desapercebidamente, em relação a este futuro decreto.
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