sábado, 3 de fevereiro de 2018

As estratégias do dragão para a luta final

Notemos, no verso de Apocalipse 13: 13, a influência poderosa do dragão na América do Norte:
Também opera grandes sinais de maneira que até fogo do céu faz descer à terra, diante dos homens”.
O que significam estes grandes sinais? E esse fogo do céu? Em 1945 o mundo assistiu o fogo produzido por duas bombas nucleares jogadas pelo exército americano sobre duas cidades japonesas, causando milhares de mortes. Seria este fogo?
Atualmente são vistos grandes e prodigiosos sinais holográficos no céu, produzidos também por instituições americanas. Falsos sinais de proporções extraordinárias vem impressionando os habitantes em várias partes do globo terrestre. Seriam estes sinais?
Sim, poderiam ser estes sinais mas, o que mais impressiona são os grandes sinais representados pelos falsos milagres que vêm ocorrendo nas igrejas da América, levando cativas milhões de pessoas. Auditórios de milhares de pessoas são lotados na América por pessoas carentes, sedentas por sinais procedentes de Deus! Falsos pastores e falsos profetas aproveitam as oportunidades para produzir sinais que envolvem a expulsão de demônios, o falso dom de línguas e curas falsas, principalmente nas igrejas carismáticas. Nestes casos o fogo aparece como um símbolo do Espírito Santo, contrafazendo conforme está escrito:
“Porque João, na verdade, batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias” - Atos 1: 5. 
E o que foi que caiu no dia de Pentecostes, em Atos 2: 3? Línguas de fogo, vindas do céu.
Diz o versículo 13 que nos EUA vão fazer descer fogo dos céus como no dia de Pentecostes, ou seja, que as igrejas protestantes dos EUA passariam por uma renovação carismática sem precedentes, na qual as pessoas dirão que o Espírito Santo está obrando poderosamente nas igrejas. Porém vai ser apenas uma contrafação do verdadeiro Espírito Santo, porque nestas igrejas acredita-se na Trindade divina e não se obedece a Lei de Deus que, segundo eles, foi cravada na cruz. Estas manifestações falsas do Espírito de Deus são frequentemente seguidas por grandes escândalos passionais.
Há, contudo, muitos cristãos sinceros nestas igrejas. Por isso, em Apocalipse 18: 4 temos a última mensagem para a Babilônia mística:
“Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados”.
Devemos prevenir os filhos de Deus para que não transgridam os mandamentos escritos nas tábuas de pedras pelo dedo do Altíssimo, no Sinai, para que se livrem das sete últimas pragas.
Para essa perigosa tarefa Deus conta com o remanescente fiel que, desligado de qualquer compromisso institucional, obedecerá todos os mandamentos de Deus e, por isso, será fortalecido pelo dom do Espírito Santo, que lhe outorgará o poder de operar milagres verdadeiros, notadamente após o decreto dominical.
Como o inimigo das almas sabe destas promessas, se apressa em confundir as igrejas apostatadas por meio de contrafações, por meio de muitos sinais que vêm causando um grande despertamento religioso. As pessoas iludidas dizem que Deus está com elas! E batem palmas, e cantam com pandeiros e dizem glória ao Senhor! Aleluia! Fazem muitas ‘curas’, exorcismos, enchendo freneticamente os grandes auditórios com muita iluminação, muitos ruídos, muita glória, mas, sem a necessária reforma que os levaria à mudança de conceitos errôneos, ao abandono de teorias falsas e à transformação do caráter. Essa eufórica manifestação de fé resulta em pouca paz no coração, porque não está em harmonia com o Assim Diz o Senhor e, em particular com os Seus santos mandamentos;
Aqueles que dizem ser impossível alcançar a perfeição de caráter antes que Cristo venha, alegando que Ele tinha uma natureza igual à de Adão antes da queda, sendo impossível vencer como Ele venceu, estão sob o efeito de espíritos malignos.
Por outro lado, quando nos convertemos realmente ficamos sem pecados, uma vez que eles foram todos perdoados. Mas, mesmo transgredindo os mandamentos, muitos acreditam que estas igrejas estão passando por um grande despertamento religioso, porque esta é uma sedutora manobra do dragão, como nos revela Apocalipse 13: 14:
“Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu”.
O presidente Bush filho, no primeiro dia de seu segundo mandato decretou a união da Igreja com o Estado na área de ação social do seu governo, que deveria passar a ser realizada por meio das igrejas, levando assim a nação americana a fazer uma prévia imagem da besta por unir, parcialmente, a política com a religião.
A Bíblia está dizendo que muito em breve, o Protestantismo americano dirá para a primeira besta: siga em frente que nós vamos obrigar as pessoas a ouvir e a fazer o que você quer que as pessoas ouçam e façam. E, assim, enganarão os moradores da terra protestante por excelência. Com o aumento dos sinais que lhes serão permitidos fazer, na presença da besta, acabarão obrigando os moradores da terra da liberdade a seguir os ditames da besta que foi ferida à espada e reviveu.
O presidente Donald Trump está autorizando a reza nas escolas públicas e, diz, abertamente que deseja trabalhar unido com as igrejas.  
Desta forma os EUA, um passo de cada vez, vem se transformando, eles mesmos, na própria imagem da besta medieval, faltando apenas ampliar um pouco mais esta condição e realizar a sua regulamentação por meio da Constituição. E, assim como o papado alcançou poder de perseguição na Idade Média, quando estava unido com o Estado, o fará novamente sob o patrocínio Norte americano e das Nações Unidas, conforme está profetizado no verso 15:
E lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta”.
Ora, bem sabemos que um país democrático fala somente por meio de seus representantes políticos, mediante ações de governo. Isto significa que a voz americana já vem sofrendo a influência da besta cuja ferida mortal já está quase curada! Falta muito pouco para que os EUA comecem a falar à favor da besta que se recupera rapidamente da ferida mortal que sofrera. Será por meio do congresso americano, que em breve se levantará a última perseguição dos filhos de Deus, porque o dragão está irado contra a mulher, contra os remanescentes da Igreja verdadeira.
A ausência de perseguição vivida no período em que a ‘terra’ ajudou a mulher, até agora, tem sido providencial para preparar o retorno de Jesus; porém chegou o tempo para que o mundo seja despertado para assistir o cumprimento das últimas profecias. E para isso, faz-se imperioso despertar os remanescentes da Igreja Primitiva para que se preparem para participar do forte clamor do terceiro anjo e daquele que é citado em Apocalipse 18: 2-3, os quais serão incluídos na discussão da próxima sessão.     
Será desta forma que nos deixaremos guiar por Cristo e pela Sua Palavra, e também pertencer ao reino onde Cristo, pela eternidade, permanecerá no controle.
Segue dizendo o Apocalipse 13: 16-17:
A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar nem vender, senão aqueles que têm a marca, o nome da besta ou o número do seu nome”. 
De acordo com este verso a Nova Ordem Mundial será opressiva. A Babilônia mística procurará controlar o mercado para que, de alguma forma os que não aceitarem as imposições de Roma sejam impedidos de comprar e vender. E como fará o remanescente fiel, quando o cerco apertar? Certamente acontecerá com ele o mesmo que aconteceu com o povo de Israel, por quarenta anos no deserto: receberá o maná. O mesmo que aconteceu com Elias: foi alimentado por um corvo. Isto porque é Deus quem está no controle, não a besta! Será que precisamos temer o cárcere? Acaso não pôde Deus libertar Pedro da prisão? Quem é que estava no controle naquela ocasião? Acaso não pode Deus fazer chover alimento do céu? Acaso ele não faz isto constantemente com relação aos pássaros? E se nos matarem, acaso não é Deus o Senhor da vida, para nos ressuscitar? E no tempo de angústia o povo de Deus não vai ter medo porque sabe que serve a um Deus que está no controle. Não temerá o que poderá lhe fazer a besta.
Porém quando é que vamos aprender a confiar? No momento da crise? Não! Devemos aprender a ter essa confiança desde agora, começando pelas coisas pequenas. Se não podemos competir com homens, como poderemos competir com cavalos e cavaleiros? E se nos afadigamos em tempo de paz, que pensaremos fazer na enchente do Jordão, quando estiver a transbordar pelas suas ribanceiras?
Estamos vivendo no fim do tempo. A Bíblia tem-se cumprido cabalmente. O Comunismo já caiu. O Capitalismo americano vem destruindo as paredes que separam a Igreja do Estado, estando, portando, muito próximo de cair nas mãos do papado, o qual acabará ocupando, virtualmente, o trono deste mundo.
Porém o livro do Apocalipse diz que isto será por um curtíssimo tempo, porque muito em breve o Senhor Jesus regressará a este mundo, que está sob Seu controle, como Rei dos reis e Senhor dos senhores.
Deus quer que estejamos prontos para resistir às provas que virão e que façamos uma frente sólida à besta, à sua imagem, à sua marca e ao número de seu nome. Para nos dar segurança para realizar a boa escolha, Ele nos orienta por meio de uma fórmula matemática fácil de calcular, mas muito difícil de ocorrer naturalmente, como podemos observar no verso de Apocalipse 13: 18:
... Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis”.
O primeiro ponto é o de que o nome de mulheres está fora de cogitação. 
O segundo ponto é que os tradicionais títulos papais: VICARIVS FILII DEI, DUX CLERIS e LUDOVICUS que, entre outros títulos ligados a cúria romana formam, também, o número 666, sendo, por isso há séculos, ligados a primeira besta de Apocalipse 13, também devem ficar fora, neste momento, por serem institucionais.
Mas o nome adotado pelo papa polaco Carol Wotila: IOANNES PAULUS SECUNDO que, curiosamente, dá exatamente 666 (I=1; U ou V=5; L=50; U ou V=5; C=100; U ou V=5; D=500) não pode deixar de ser relacionado com a besta aludida, principalmente porque foi ele quem transformou o papado em um poder internacional e assinou a carta apostólica Dies Domine, que dá a fundamentação técnica para o decreto dominical que, segundo a profecia, deverá se transformar no sinal da besta.
Sendo, contudo, este papa falecido, coube ao papa alemão Joseph Ratzinger, seu substituto, o credenciamento para ocupar o seu espaço, pois, adotando o nome de Bento XVI, ele vai além de se enquadrar no número da besta, como veremos.
Quando redigiu a carta apostólica Dies Domini, assinada por João Paulo II, em 1998, Ratzinger era apenas um CARDEAL, mas já fazia, em alguns aspectos, a cabeça de João Paulo II. Associando a função ‘CARDEAL’ ao seu nome adotivo de papa: BENTO XVI, obtemos o número 666 (C=100+D=500+L=50+XVI=16=666), não restando, portanto, nenhuma objeção para que ele, na posição de papa emérito, seja considerado a verdadeira besta do Apocalipse 13, mesmo porque ele era papa, deixou de ser e voltou a ser outra vez e, principalmente porque ele afronta o céu proclamando, na citada carta, o domingo como o Dia do Senhor.
Obs.: Para o cálculo do número da besta, as letras U e V bem como J e I são consideradas iguais no Latim, a língua dos algarismos romanos.
O título híbrido para Joseph Ratzinger se justifica pelo fato de ter ele se aposentado da função de papa, voltando, portanto a ser um cardeal, mantendo, todavia, o título emérito de papa Bento XVI.
A palavra ‘emérito’ significa que ele tem o título de papa, mas não o é.  Assim, Ratzinger, o sétimo rei na sucessão dos últimos papas considerados reis a partir de 1929, passa a ser a besta que era e não é, sendo também ele o oitavo rei que do sétimo procedeu, conforme a citação de Apocalipse 17: 11, e cujo mandato teve de durar pouco, pois precisou abdicar, conforme Apocalipse 17: 10, voltando, contudo à cena para constituir uma unidade com o papa atual, emprestando-lhe a sua cabeça, uma vez que o oitavo rei, em exercício, não tem uma cabeça própria. Daí dizer-se ser ele, também, o oitavo rei, que dele mesmo procedeu.

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