sábado, 3 de fevereiro de 2018

Conclusões Sobre "A Verdade Presente Para o Tempo do Fim - 5"

          A revisão dos sinais dos tempos permitiu estimar, com relativa precisão, quão próximo estamos do fim deste mundo. Não se trata de simples especulações, mas de uma abordagem franca e sincera das informações contidas no livro de Deus. 220 anos já transcorreram deste tempo terminal e não poderíamos deixar de nos interrogar sobre quanto tempo ainda resta para chegarmos a Canaã celestial. Isto, é claro, sem nenhum dogmatismo!
           O módulo 1 examinou os três primeiros sinais descritos no sexto selo, os quais visam, primordialmente, chamar a atenção para a abertura dos céus como um pergaminho que se enrola, na Segunda Vinda de Jesus.
           Estes sinais foram identificados no primeiro grande terremoto da História, com epicentro na cidade de Lisboa; no dia escuro sem eclipse e na chuva muito intensa de meteoritos, ocorridos na América. Só que os montes e ilhas não se moveram, os reis da Terra não se esconderam e nem a volta de Jesus aconteceu.
            Estes sinais foram interpretados como autênticos sinalizadores do início do tempo do fim e, devido a sua excepcionalidade, foram confundidos com os eventos narrados no sexto selo que, seguramente ainda não foi aberto.
           Não resta dúvida que estes sinais se repetirão no futuro, quando o céu realmente se abrirá como um pergaminho, no momento da entrada gloriosa de Jesus na atmosfera terrestre.
            Assim, acreditamos que aqueles primeiros sinais deveriam deixar de ser ligados diretamente com o sexto selo, ficando apenas com o mérito de terem alertado para o início das grandes transformações sociais que realmente ocorreram na aurora deste período, como a revolução industrial inglesa, o iluminismo europeu e o capitalismo americano, aportando as condições ideais para o preparo do longo caminho que ainda seria necessário de ser percorrido até a chegada do rei do Universo a esta Terra.  
          Já o foco do segundo módulo foi colocado em fatos bem mais recentes, indicando o Novo Estado de Israel como constituído por Deus para ser o pivô das profecias do final do tempo do fim, conforme Daniel 10: 14.
          E assim, nascido de parto cesáreo como um menino, como diz Isaías 66: 7-9, este país cumpriu a profecia predestinado para marcar o início da última geração da humanidade, conforme a parábola da figueira, citada por Jesus em Mateus 24: 32-35.
            Como este menino se desenvolveu, alcançando já 70 anos, podemos estimar, com base nas Escrituras (Salmos 90: 10-12), que, provavelmente não lhe restem mais do que 10 anos de vida, a maior parte deles em meio a grandes tribulações. O que mais impressiona é que o tempo previsto para Israel se encontrar com seu Messias é o mesmo que resta de vida para o ímpio em qualquer parte do mundo.
            No caso de nossa hipótese estar correta, o que foi atestado por vários resultados obtidos no âmbito da Verdade Presente nº 2, dentre os quais destacamos o estudo da cronologia bíblica que revelou, matematicamente, um futuro de apenas 10 anos a partir de 2017. Assim, as pessoas que tem até 70 anos de idade, como Israel, terão fortes possibilidades de ver tudo o que está por acontecer sem provar a morte.
           Como podemos perceber, não foi preciso estabelecer o dia nem a hora para chegarmos a tão expressivo resultado. O que não temos é tempo a perder. A carta apostólica que demarcará a contagem regressiva dos últimos três anos e meio da Terra já tem título: ‘Dies Domini’, foi redigida pelo papa emérito e publicada em 1998 por João Paulo II.
            O papado é outro protagonista deste módulo que, embora ainda venha se curando de sua ferida de morte sofrida em 1798, vem exercendo seu papel de coringa, ocupando importantes posições tanto no mundo religioso como no político, em íntima parceria com o governo da América do Norte.
            Os EUA, erguidos providencialmente por Deus para garantir o desenvolvimento e obra da última igreja cristã no Ocidente, em sua atual relação com o Vaticano, deverá abandonar o nobre destino para se transformar no agente promotor dos últimos eventos; Além de se constituírem em outra placa profética, já totalmente estabelecida, eles deram início, em 11 de setembro de 2002, à última crise econômica mundial, anunciada pelo profeta Sofonias 1: 14-16. Esta crise já tem 16 anos de história e vem conduzindo, de forma acelerada, as nações do Oriente Médio, do Norte da Europa e do Oriente para o vale de Josafá, em conexão com as profecias de Daniel 11, de Joel 3 e de Ezequiel 38 e 39.
             O desenvolvimento dos fatos proféticos revelam que a parceria americana com o papado tem como pano de fundo a formatação da sétima cabeça do dragão, a qual vem recebendo inspiração espiritualista da Organização das Nações Unidas. Trata-se de um grande grupo internacional de meditação e reflexão que ali foi estruturado para trabalhar em sigilo, evitando, assim, de ser combatido antes que esteja capacitado para impor os novos destinos para a humanidade.
            No módulo 3 foi verificado que todos os sinais anunciadores do renascimento espiritual de Israel, que foram indexados por Jesus ao início das suas dores de parto, já se cumpriram. Assim, há qualquer momento poderá se dar a guerra com seus vizinhos, a qual induzirá a guerra física do Armagedom, no centro geográfico do planeta, trazendo as dramáticas dores de parto que foram prognosticadas para o povo judeu.
            Mas, se quisermos considerar o cumprimento deste sinais em conjunto com os demais, já mencionados na Verdade Presente nº 2, a guerra santa contra Israel deverá acontecer em torno de 2020, quando demarcará o início inequívoco dos derradeiros sete anos da História. Nada impede contudo que o tempo seja abreviado conforme reza a profecia.
          Estas primeiras conclusões são de extrema importância para todos os habitantes do planeta e, na hipótese de seu cumprimento, ignorá-las poderá ser um erro fatal.
          Da mesma forma como aconteceu no tempo do dilúvio, só haverá duas opções: seguir com o povo de Deus para a Canaã celestial ou perecer com a maioria, fazendo parte do segundo banquete das aves.
          Recomendamos a opção pelo lado vitorioso, porquanto o resultado final já está definido. Os futuros súditos do Rei da glória, no entanto, ainda terão de correr sérios riscos de morte ao advertirem a última geração, em avançada fase de extinção.
Antes, porém, de difundir todas estas verdades presentes, será preciso “correr, com perseverança a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus” - Hebreus 12: 1-2.
          Há muito a fazer para advertir mais de sete bilhões de habitantes ‘sub judicie’ que ainda não atinaram com a única saída favorável: crer nas profecias e se afastar do mal, antes que a porta da graça se feche.
          O que mais impressiona é que nem as religiões cristãs, em geral, e nem o povo escolhido de Deus, estabelecido em Israel, estão dando qualquer evidência prática de que esperam o Messias para breve.
          Como aconteceu por ocasião do primeiro advento, ninguém demonstra algum tipo de preparativo para receber o Príncipe da Vida.
          Pelo contrário, o mundo vem se arregimentando em torno de uma Nova Ordem Mundial baseada em falsas proposições de paz e prosperidade, sem nenhuma garantia de sucesso que tenha base nas Escrituras.
          Poucos percebem que a programada violação dos direitos universais à liberdade de consciência defendida pela ‘Nova Era’ está em rota de colisão com os planos de Deus, que tudo vê, e que intervirá radicalmente para impedi-la, conforme predito em II Pedro 3: 10.
          A solução globalizada, proposta pela ONU, não passa de uma mera alternativa humana à verdadeira Nova Ordem Mundial profetizada pelo Criador, que viveu neste mundo, morreu e ressuscitou, para assegurar a restauração de todas as coisas, e já está voltando para combater os poderes mundiais que sempre perseguiram o Seu povo escolhido.
          Que ao lermos estas exortações saiamos da mornidão que nos têm caracterizado tanto como igreja como indivíduos, pondo a mente em afinidade com a Palavra de Deus, sob a influência do poder espiritual que nos vêm de Jesus Cristo.
          Que estas impressões do caráter divino sejam visíveis em nossas vidas e suficientes para abafar as vozes que vêm do mundo para nos impedir de ver o caminho certo a ser trilhado;
          O pleno cumprimento de tantos sinais nos indica que o céu já se encontra a nossa espera. O tempo que nos resta é muito curto, mas estão abertas as inscrições para aqueles que quiserem participar do glorioso recomeço que logo virá e que nunca mais terá fim.
          Que este estudo das profecias ilumine a nossa consciência moral, de tal forma que haja harmonia da Palavra com o desejo de nosso coração, enchendo nossas almas de esperança e de paz. Que ao desfrutarmos dessa paz nos desencantemos com o mundo, sem, contudo, deixar de sermos felizes.
         E, para concluir, guardemos o legado de I Pedro 4: 7-11 que, de certa forma, resume os objetivos deste livro: 

          “Ora, o fim de todas as coisas está próximo; sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem de vossas orações. Acima de tudo, porém, tende amor intenso uns para com os outros, porque o amor cobre multidão de pecados. Sede mutuamente hospitaleiros sem murmuração. Servi uns aos outros cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus. Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus; Se alguém serve, faça-o na força que Deus supre, para que em todas as coisas seja Deus glorificado, por meio de Jesus Cristo, a quem pertence à glória e o domínio pelos séculos dos séculos, Amém”.

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