Mesmo que o rigoroso e detalhado
exame cronológico realizado por meio da Bíblia Sagrada aponte para um período máximo em torno
de 10 anos para a humanidade, contados a partir de 2017, e mais o atual
desencadeamento dos múltiplos sinais no campo político, religioso, econômico e
social, incluindo os eventos considerados como o princípio das dores, apontados por Jesus, que
prenunciariam o nascimento de um novo mundo para breve, a esmagadora maioria dos
cristãos se mostra totalmente indiferente aos mesmos.
Satanás tem logrado êxito em manter
tanto a igreja como o mundo na terrível condição de insensibilidade com relação
ao seu destino final e eterno.
Desviando a mente da maioria dos
líderes religiosos, ele transvia, também, quase todos os seus liderados. Usando
ministros como falsos profetas e ocupando a mente de seus seguidores com
frivolidades, ele vem obliterando a razão de quase todos, obtendo mais sucesso
do que se poderia esperar. Mas a Bíblia Sagrada, como num esforço final, ainda
apela à humanidade caída por meio de uma última série de sinais relacionados
com a conclusão do plano da redenção, iniciando por estes falsos profetas.
Isto porque o Senhor insiste em não nos deixar
ignorantes a respeito das profecias do Seu retorno, procurando guiar passo a
passo o Seu povo para o porto seguro, de sorte que ninguém poderá justificar a
sua ignorância a este respeito.
Comecemos, pois, esta derradeira lista de
sinais, pela denúncia do falso ministério da pregação do Evangelho, já tão em
evidência na atualidade.
11. 1 – Os falsos profetas
“Levantar-se-ão
muitos falsos profetas e enganarão a muitos” - Mateus 24: 11.
Sabendo que o seu tempo se abrevia
rapidamente, o Maligno tem redobrado
os seus esforços na medida em que a última geração aproxima-se do seu final.
Sob sua inspiração a pregação do Evangelho vem se tornando, para muitos
ministros fraudulentos, nada mais do que um negócio lucrativo.
A fatura mensal de muitos líderes de
igrejas ultrapassa a casa dos R$30 milhões mensais. A ganância destes
charlatões tem multiplicado o número de igrejas, trazendo confusão e descrédito
à Palavra de Deus.
As estatísticas apontam mais de 40.000 denominações religiosas que pregam o evangelho; os falsos profetas se multiplicam em torno delas, pregando por dinheiro. Para manter cativa a clientela, orientam seus discursos para coisas agradáveis e geralmente não comprometidas com a verdade.
As estatísticas apontam mais de 40.000 denominações religiosas que pregam o evangelho; os falsos profetas se multiplicam em torno delas, pregando por dinheiro. Para manter cativa a clientela, orientam seus discursos para coisas agradáveis e geralmente não comprometidas com a verdade.
Nesta linha de trabalho destaca-se o
executivo religioso mundial, propondo a solução para todos os problemas por
meio de uma Nova Era, a qual vem sendo orientada secretamente pelo Espiritismo.
O lado espiritual deste grande movimento mundial vem se apoiando, astutamente,
na oração sacerdotal de Jesus, citada em João 17: 20-21:
“Não
rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em Mim, por
intermédio da Sua Palavra; a fim de que todos sejam um; e como és Tu ó Pai, em
Mim e Eu em Ti, também sejam eles em Nós; para que o mundo creia que Tu Me
enviaste.”
Para se ajustar às palavras do
Salvador, os falsos profetas falam de ‘unidade na diversidade’, porque, na
verdade, não existe nada em comum entre eles.
E assim, a chamada Igreja-mãe vem
induzindo os evangélicos em geral a aplaudir a ideia de uma NOM, e até orar em
benefício deste desastroso programa.
Neste contexto de falsos profetas
destaca-se Alice Bailey, uma das principais profetisas da Nova Era, cuja
Organização Boa Vontade Mundial faz parte do Conselho Consultivo da ONU. Suas
ações já foram tratadas anteriormente.
Na sequência destes falsos
movimentos missionários, a respeito dos quais possivelmente não haja quem os
ignore, virão as últimas sete pragas e o inesperado fim para a grande maioria
dos habitantes da Terra.
11.
2 - O aumento da iniquidade
“E,
por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” - Mateus 24: 12.
A iniquidade vem avançando como
praga em nossa geração, revelando, claramente, que o Senhor já está retirando
Suas restrições da Terra, permitindo que o amor esfrie e o mundo deslize para a
segunda e última plenitude dos tempos proféticos.
A aglomeração populacional nas
grandes cidades, amontoada em cortiços, decorrente do processo tardio de
industrialização em muitos países, tem elevado exponencialmente o crime,
enchendo as cidades de violência e aflição, com tendências inexoráveis de
agravamento.
As pessoas não encontram segurança em
nenhum lugar ou posição, sugerindo a necessidade do retiro das famílias para
localidades mais afastadas, uma vez que a vida nos grandes centros urbanos tem
se tornado quase insuportável.
Até parece que os ímpios já estão se
ajuntando em molhos para a destruição do último dia. A capacidade inventiva do
homem está sendo desviada para colocar em operação os mais poderosos artefatos
de ferir e matar. Gangues especializadas no tráfico de drogas enfrentam a polícia
de igual para igual e fazem coisas espantosas.
Só ouvimos falar de confusões e
perplexidades, porque a paixão vem exercendo o domínio sobre o amor e a razão.
Muito em breve começaremos a ver as
profetizadas destruições em massa e os homens a desmaiar na expectativa dos
últimos eventos, já encaminhados.
Quem dera que as religiões e os governos
pudessem discernir estes últimos sinais, tão amplamente disseminados, para
auxiliar no resgate daqueles que perecem não obstante terem sido comprados por
preço infinito. A morte de Jesus na cruz do calvário é a medida do valor de
cada alma, mas, infelizmente, estamos fazendo muito pouco para ajudar, antes
que a situação ora crítica fique irremediável.
11. 3 – A sodomia
“O
mesmo aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e
edificavam; mas no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre,
e destruiu a todos. Assim será no dia em que o Filho do Homem Se manifestar” - Lucas
17: 28-30.
Só não enxerga quem não quer ver que
os habitantes deste mundo estão atingindo seu ponto mais degradante. Parece que
estamos vivendo no esgoto da história humana, quando a Terra inteira se
encaminha para se transformar, quase que repentinamente, numa bola de fogo, logo
após o resgate dos que serão salvos por Jesus. Os grandes e sucessivos
incêndios que vem ocorrendo na natureza deviam chamar a atenção dos
habitantes deste mundo, pois não deixam de estar ilustrando o seu trágico
final.
Mas, ao invés de colocar fé nos
sinais dos tempos, os homens se envolvem com a incredulidade e com o
materialismo, tornando-se tão corruptos como eram os habitantes de Sodoma.
A imoralidade, alavancada pela mídia,
se expande desenfreada. O homossexualismo, um desvio de conduta que há pouco
era considerado como vergonhoso pelas famílias vem sendo exaltado e até
defendido por lei.
As estatísticas atuais informam que
cerca de um terço da juventude está comprometida com este vício condenado por
Deus. A situação é tão cruel que o ensino sobre este desvio de conduta já vem
sendo programado para crianças de cinco a onze anos, nas escolas públicas de
São Paulo.
O que as Secretarias de Educação
deste Estado deveriam encomendar eram cartilhas educativas contendo extratos
bíblicos que previnem contra este dano moral denunciado em Romanos 1: 26-27
como segue:
“Por
causa disso, os entregou Deus às paixões infames; porque até as mulheres
mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à
natureza; semelhantemente, os homens, também, deixando o contato natural da
mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens
com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro”.
A profecia bíblica ainda vai além,
predizendo a institucionalização deste mal, da forma como já vem acontecendo.
Vamos ao texto:
“Ora,
‘conhecendo’ eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais
coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam aos que assim
procedem”. Romanos 1: 32.
Defendido pela sociedade atual, o
homossexualismo, típico de Sodoma, vem se infiltrando nas instituições e até
virando moda. Os seus adeptos já se acariciam em público, à plena luz do dia,
porque são amparados por leis, a respeito das quais nos conscientizamos somente
depois de sancionadas.
Políticos pouco escrupulosos,
pressionados por milhares e até milhões de simpatizantes do movimento gay que
desfilam pelas avenidas, reivindicando seus direitos, acabam protegendo e
exaltando o que antes era considerado torpe e indesejável.
No Brasil o casamento gay já é uma
realidade. Só no Distrito Federal foram oficiados 245 casamentos gays, desde
2013 até meados de 2015.
As novelas de televisão vêm expondo
essa prática condenada pela Bíblia como algo natural, fazendo parecer que a
falta de pudor seja uma virtude de tal forma que aqueles que não estão de
acordo com esta modernidade sejam taxados de homo fóbicos, podendo ser
enquadrados judicialmente.
Assim, a falta de conhecimento das
Escrituras, de par com a multiplicação da impiedade, vem gerando cada vez mais
iniquidade, porque o transgressor já não se envergonha mais de sua falta de
pudor.
Os usuários da maconha e de outras
drogas, que antes se esgueiravam pelos becos, se mostram em passeatas pelas
ruas, defendendo seus direitos, fazendo manifestações nas Universidades e
passando a ideia de que o não viciado não passa de um retrógrado.
A iniquidade, alavancada pela
revolução sodomita, está elevando, às nuvens, os casos de adultério e de
fornicação, exatamente como previsto em 2 Timóteo 3: 1-7:
“Nos
últimos dias, sobrevirão tempos
difíceis, pois os homens serão... mais amigos dos prazeres que amigos de Deus,
tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes.
Pois entre estes se encontram os que penetram sorrateiramente nas casas e
conseguem cativar mulherinhas sobrecarregadas de pecados, conduzidas de várias
paixões”.
Como subproduto da imoralidade e da
ampliação descontrolada do uso das drogas, multiplicam-se os crimes passionais,
precipitando a humanidade para o seu trágico final.
11. 4 - Dias de Noé
“Pois
assim como foi nos dias do Noé, também será a vinda do Filho do homem.
Portanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio, comiam e bebiam, casavam e
davam-se em casamento até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam,
senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do
Filho do homem” - Mateus
24: 37-39.
Em face do alerta deste sinal seria
oportuno verificarmos a condição espiritual da civilização antediluviana, a
qual foi sintetizada em Gênesis 6: 5 e 7:
“Viu
o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na Terra, e que era
continuamente mau todo desígnio do seu coração... farei desaparecer da face da
terra o homem que criei”.
Este penúltimo sinal arrolado por
Jesus Cristo, no Monte das Oliveiras, dá a entender que corremos rapidamente
para alcançar a meta dos antediluvianos. Não há erro algum em comer, beber e
casar-se. O que a profecia arrazoa é o fato de se pensar nestas coisas com
exclusividade, independentemente de Deus e alheio ao elemento
surpresa contido na mensagem.
E podemos comprovar facilmente que,
como aconteceu nos dias anteriores ao dilúvio, quase ninguém, na atualidade,
está levando as exortações divinas a sério, pensando somente em lazeres,
negócios e casamentos. Quanta insanidade!
Excitantes histórias de amor e
quadros impuros na Internet exercem uma influência corruptora. As novelas e
filmes são vistos com avidez e, em resultado, corrompem a imaginação. Filmes
pornográficos, fotografias de mulheres nuas e aberrações sexuais na internet
despertam a concupiscência dos olhos e as paixões corruptoras dos jovens.
O coração é corrompido pela imaginação. O
espírito se compraz em contemplar cenas que despertam as mais baixas e vis
paixões, ficando cada vez mais distante das palavras de Cristo, citadas em
Mateus 5: 28:
“Mas Eu lhes digo: Quem olhar para uma mulher e desejar possuí-la, já
adulterou em seu coração”.
As desprezíveis imagens veiculadas
pelas revistas, internet e televisão, por meio de uma imaginação deturpada,
corrompem a moral e preparam as criaturas apaixonadas e enganadas para darem
rédeas soltas às paixões voluptuosas. Então se seguem pecados e crimes que
arrastam os seres formados à imagem de Deus ao baixo nível dos antediluvianos.
Para comprovar a generalização desta
condição, basta tomar de surpresa o telefone celular de seu filho ou filha,
exigir a senha e verificar tudo que ele contém. Certamente que os pais ficarão
horrorizados de ver tudo o que ali encontrarão, independentemente da idade de
seu filho. Se duvidar, faça isso e comprove!
Não adianta procurar encontrar nas
ruas, nos shoppings, nos lares, e mesmo na igreja uma pessoa que chame a
atenção pela vida piedosa que leve.
A grande verdade é a de que a humanidade está absorta,
vivendo atualmente como se Deus não existisse, não se lembrando dele em nenhum
momento do dia, exatamente como acontecia nos dias precedentes ao dilúvio que,
segundo a Inspiração, apenas “comiam,
bebiam, casavam e davam-se em casamento”.
Hoje, a situação ainda se agrava
devido aos intensos labores requeridos pela vida quotidiana e à vasta gama de
informações de que se dispõe.
Felizmente não se pode ignorar a
existência de um pequeno grupo que, como o de Noé e sua família, liga-se,
continuamente, ao estudo da Palavra de Deus, canta louvores, prega, ora e
agradece, dando testemunho e aguardando, expectantes, pelas últimas e rápidas
perseguições profetizadas em Mateus 24: 9-10:
“Então, sereis atribulados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as
nações, por causa do Meu nome. Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar,
trair e odiar uns aos outros”.
Como Noé e sua família, os
remanescentes fieis sabem que além das tribulações, das dificuldades, das
provações, há um destino de glória reservado para os justos, só que este
destino de glória não virá antes que venha a tribulação profetizada.
Os justos pleiteiam pelas bênçãos de
Deus a cada dia, e lutam, a cada dia, pela reforma espiritual de suas vidas.
Eles recebem de Deus saúde, paz,
alegria e se empenham na busca do perdão. Clamam sempre por nova oferta de
graça. Procuram dar tudo que têm pelo precioso bem que estão procurando.
Não permitem que alguém subtraia a
sua herança eterna, não obstante reconhecerem que por trás de sua própria
aparência saudável, por dentro de suas vestes e por trás das medalhas que
carregam, ainda se encontram resquícios da lepra do pecado.
Sabem que para obter a cura precisam
mergulhar sete vezes por dia nas águas do Jordão, e que três vezes apenas não
serão suficientes.
Se Naamã tivesse desistido na
terceira vez e mesmo na sexta, não teria recebido a bênção da cura. Por isso,
cada dia, os justos repetem a experiência de Naamã: sete vezes ou nada.
Investem tudo, cada dia, para
assegurar a vitória que lhes foi outorgada na cruz. Ficando sem nada, buscam
novos recursos da onipotência para o novo dia;
Eles sabem que as bênçãos de cada
dia só virão pela perseverante luta contra o mal. São obstinados na busca da
recuperação da saúde espiritual e, portanto sublimes, ainda que se encontrem
comprometidos com a doença mortal da lepra do pecado. Sete vezes por dia ou
nada! Só assim eles conseguirão vencer a lepra, cada dia, para permanecer
continuamente ligados ao Senhor, respirando a atmosfera da graça que envolveu o
mundo após a morte de Jesus na cruz.
Muitos ainda não compreendem que
devem viver a experiência da Igreja Primitiva, nos últimos dez dias antes do
Pentecostes, para receberem a chuva serôdia do
Espírito Santo. E até chamam de radicais aqueles que escolheram viver pela fé,
buscando, com coerência, alcançar a estatura completa de homens e mulheres em
Cristo Jesus. O que para uns é motivo de tristeza, para outros é motivo de
felicidade plena.
Os antediluvianos viviam
continuamente nas condições de pecado, respirando a atmosfera mundana e, hoje,
a tragédia se repete. Mas devemos lutar pelo contrário; devemos viver
continuamente recebendo as bênçãos da convivência com o Cristo espiritual, da renovação,
da purificação, da santificação, sem desanimar, até que vejamos desaparecer a
lepra que ocultamos por baixo de nosso uniforme de general. Sete vezes cada
dia; se mergulharmos apenas seis vezes, continuaremos com nossa lepra.
Os que labutam seriamente pela
salvação não pensam que estão pagando um preço muito elevado, porque são gratos
Àquele que Lhes amou primeiro, que Lhes perdoou e que Lhes ofereceu um produto
de altíssima qualidade.
Ficam contritos e atentos para não
serem surpreendidos pelos ardis do inimigo que busca impedi-los de receber a
bênção celestial.
Sentem a necessidade de a cada dia receber a sua bênção. Não são descuidados com a
oferta que estão recebendo gratuitamente, pois é na cura da lepra que está a
esperança da vida. Todos eles sabem que há esperança para o seu futuro.
O dom da salvação é gratuito, mas
eles apreciam dar tudo o que têm por esse dom, e repetem tudo a cada dia. Eles
sabem que se negligenciarem o sétimo mergulho no Jordão da abstinência e da
renúncia, arrostarão a lepra e, como os antediluvianos, ficarão sem esperança.
Eles sabem que não devem
se nivelar com a maioria, porque veem os sinais já se cumprindo nela.
Pagam 'um preço' muito elevado para
permitir que outros também se apropriem daquilo que lhes pertence.
Sacrificam-se para que as boas novas
da salvação possam alcançar aqueles que necessitam ser curados por meio de suas
próprias experiências. Esta é a reconciliação pregada pelo Evangelho, no qual
se manifesta o último sinal da misericórdia divina.
11. 5 - A pregação do
Evangelho
“E
será pregado este evangelho do reino a todo o mundo para testemunho a todas as
nações. Então, virá o fim” - Mateus
24: 14.
Este é o último sinal e o único
positivo. Se por um lado cresce os falsos profetas, a promiscuidade e o crime,
por outro, o sinal da pregação do evangelho também avança com vigor, alcançando
novas fronteiras na África, na América Central e na América do Sul e mesmo no
Oriente.
Em alguns países orientais os
cristãos já chegam a um quarto da população. Na Coréia do Sul, onde os
evangélicos já constituem quase a metade dos cidadãos nacionais se encontra a
Igreja do Evangelho Pleno, de Paul Cho, em Seul, que é a maior igreja do
planeta, com mais de 750.000 membros.
O avanço da ciência das comunicações
é outro fantástico sinal que se cumpre para dar cobertura à pregação do
Evangelho, em todo o mundo, conforme Daniel 12: 4:
“Tu,
porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim; muitos
o esquadrinharão, e o saber se multiplicará”.
A criação do computador, da internet
e do telefone celular vem auxiliando na difusão do evangelho eterno.
Graças à notável multiplicação da
ciência, a mensagem de Deus tem ido aos quatro cantos do globo pelas ondas do
rádio e da televisão.
Pequenos livros como este, ou
similares, estão sendo espalhados como folhas de outono levadas pelo vento,
comprovando mesmo para os mais incrédulos, o pleno cumprimento deste último
sinal.
Mas Deus ainda não está satisfeito
com o progresso alcançado pelo pequeno grupo atual de salvos que corresponde à
família de Noé, na antiguidade.
O melhor ainda virá quando Ele
erguer em Sião um protótipo dos que serão salvos: aqueles que estarão guardando
todos os mandamentos de Deus e revelando, verdadeiramente, a fé de Jesus.
Quando isso acontecer eles já
estarão gozando das virtudes do Espírito Santo, que também serão derramadas, na
sua plenitude, sobre a igreja invisível, para potencializar a pregação do
evangelho em todo o mundo, trazendo o fim que, para muitos, será o radioso
começo da eternidade.
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