sábado, 3 de fevereiro de 2018

Módulo 3 - Os sinais referidos por Jesus

          O princípio das dores
              Vamos repassar, neste capítulo, os primeiros sinais que foram indicados por Jesus, no Monte das Oliveiras, em resposta às perguntas que Lhe foram feitas, pelos Seus discípulos, sobre o tempo da destruição parcial da cidade de Jerusalém e do fim do mundo.
          Salientamos que a destruição parcial de Jerusalém ainda está no futuro porque Jesus não fez a menor separação entre este evento e o fim do mundo, deixando claro que os dois estariam ligados, pois passou, simplesmente, a mencionar vários sinais relacionados com o final dos tempos, dividindo-os, porém, em dois grupos: 
          Os que deveriam ocorrer primeiro, chamados por Ele de “o princípio das dores”, em Mateus 24: 8, e aqueles eventos que ocorreriam no esforço final, indexado ao renascimento não só de Israel, como uma nação santa e cristã, mas também para dar à luz à verdadeira Nova Ordem Mundial, na Segunda Vinda de Jesus.
          Apesar de alguns destes sinais terem ocorrido entre a morte de Jesus e os dois cercos de Jerusalém nos anos 66 e 70, pelos exércitos romanos, o que foi devidamente documentado em Lucas 21: 20-24, as evidências mostram que em Mateus 24 e Marcos 13, Jesus se reportou exclusivamente aos eventos finais, ligados à Sua reconciliação com a nação judaica.
             Jesus faz também uma ligação da conversão de Israel com a restauração espiritual das demais nações para Lhe darem as boas-vindas por ocasião do Seu retorno.
          Mesmo que para o mundo cristão preconceituoso estes sinais se refiram apenas ao retorno de Jesus, consideraremos as duas hipóteses conjuntamente, uma vez que não há nenhuma contradição em assim fazê-lo. Pelo contrário, elas estão, de fato, intimamente relacionadas.
          Neste capítulo serão sistematizados apenas os sinais correspondentes ao princípio das dores para o parto espiritual de Israel, indicativo da futura conversão da nação ao Cristianismo, conforme já visto em Isaías 66: 7-8 e referido, também em Jeremias 30: 6-7, como segue:
           “Perguntai, pois, e vede, se acaso um homem tem dores de parto. Porque vejo, pois, a cada homem com as mãos na cintura, como a que está dando à luz? E porque se tornaram pálidos todos os rostos? Ah! Que é grande aquele dia, e não há outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será livre dela”.
          Vamos, pois, aos primeiros oito sinais precursores dos derradeiros sinais do segundo grupo:
          Os falsos cristos
          O primeiro sinal apresentado por Jesus aos discípulos, no Monte das Oliveiras, associado ao princípio das dores para o renascimento espiritual de Israel, bem como das nações, foi o surgimento de falsos cristos.
          “Vede que ninguém vos engane. Porque virão muitos em Meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo e enganarão a muitos” - Mateus 24: 4-5.
          Apesar de falsos cristos pontilharem toda a História, a referência ‘virão muitos em Meu nome’ conduz a advertência especificamente para os últimos dias. Se prestarmos atenção veremos que somente no presente é que tem realmente surgido ‘muitos’ falsos cristos ao mesmo tempo, pelo mundo afora. Só na primeira década do terceiro milênio, cerca de 1900 pessoas se declararam, segundo a Internet, ser uma reencarnação de Jesus Cristo. Alguns destes têm alcançado muitos milhões de adeptos por meio de mágicas e exorcismos. No Brasil, o mais conhecido talvez seja o INRI Cristo. Deus tem permitido o seu eventual acesso à TV para patentear-nos mais este sinal.
          A orientação de Jesus, no entanto, é para não acreditarmos em tais falsos profetas porque quando Ele vier será visto de uma a outra extremidade da Terra, ao mesmo tempo. Esta apoteose, apesar de factível, vem sendo questionada pelos gnósticos porque eles não acreditam em milagres. Mas o problema maior de muitos gnósticos é o de que ainda não conhecem o sinal do caçador, do qual trataremos a seguir
          O sinal do caçador
          O sinal do caçador está relacionado com Apocalipse 1: 7 que diz que o Senhor Jesus “vem com as nuvens, e todo olho O verá...”.
          Para se cumprir o duplo sentido desta profecia: Jesus vindo pelas nuvens e visto por todos ao mesmo tempo, será necessário existir no espaço sideral um ponto que possa ser visto simultaneamente por todas as pessoas do planeta.
          E este lugar já foi identificado. Jesus virá pelo túnel da constelação de Órion, uma constelação austral que, devido ao seu formato, também é conhecida como a constelação do Caçador. Isto porque este ponto, segundo o Dicionário Aurélio, é o único que pode ser visto, de todo o globo terrestre, ao mesmo tempo.
          Estamos avançando em direção à segunda plenitude dos tempos - a da Segunda Vinda de Jesus e o túnel para a Sua vinda já se encontra no devido lugar. Talvez já estivesse desde a eternidade e, apenas agora estamos nos conscientizando disto.
          Não oremos mais por um novo futuro, oremos por um novo coração. Não peçamos mais uma nova oportunidade, conservemos a que temos. E fixemos, desde agora, os nossos sentidos na constelação de Órion, no cinturão do caçador, nas Três Marias, quem sabe?
          O terceiro sinal global, precursor do nascimento espiritual de Israel, liga-se, necessariamente ao seu nascimento institucional. Estamos falando das duas guerras mundiais.
          Guerras e rumores de guerras
          “E certamente ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim” - Mateus 24: 6.
          As guerras sempre existiram, mesmo antes da destruição de Jerusalém no ano 70, mas nunca com a mesma intensidade das duas grandes guerras mundiais. Nos primeiros 50 anos do século XX morreram nestas duas guerras aproximadamente oitenta milhões de pessoas. É isso mesmo: oitenta milhões! A soma dos mortos nestas duas hecatombes mundiais, incluindo os que morreram depois, em decorrência das mesmas, supera o número dos que pereceram em todas as guerras anteriores.
          Mas, por que seria necessário assim acontecer?
A razão destas duas guerras está intimamente relacionada ao renascimento político de Israel, como veremos:
Na I Guerra Mundial a Palestina foi retirada do domínio turco, pelos ingleses, que se haviam comprometido prévia e oficialmente, com o retorno dos judeus para a sua terra de origem. Esta carta de intenções, no entanto, não foi inicialmente cumprida devido à dependência da Inglaterra em relação ao petróleo árabe.
Na II Grande Guerra foram mortos, só de judeus, seis milhões. Este genocídio sensibilizou tanto a humanidade que a Organização das Nações Unidas se sentiu na obrigação de votar o Tratado de Balfour, existente desde 1917, elaborado para dar o nascimento político de Israel. 
Este tratado  foi votado em dezembro de 1947, dando cabal cumprimento à esta profecia precursora do princípio das dores do parto espiritual de Israel, seguido da observação: Isto é necessário, “mas ainda não é o fim”.
          As duas guerras mundiais foram realmente estratégicas para o retorno do povo judeu para a Palestina, restando por se cumprir o parto espiritual de Israel que facilitará a pregação do evangelho às demais nações da Terra. 
         Após o encerramento da II GM, há setenta anos, começaram os rumores de guerras entre os Estados Unidos da América e seus associados contra a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, isto é, do Capitalismo protestante contra o Ateísmo militante. Tais rumores chegaram a ser portentosos o suficiente para serem chamados de guerra fria, porque só não aconteceu devido ao fato de que tanto americanos como russos sabiam que se essa guerra acontecesse, traria com ela o fim do mundo.
          Hoje, após a queda do bloco soviético, apesar de estarmos vivendo em um período de relativa paz e segurança, a mídia vem mostrando inúmeras guerras menores e mais de cem combates sangrentos por dia! 
          Este crescente estado beligerante vem preocupando tanto a ONU, que a Instituição vem se orientando para a consolidação de uma Nova Ordem Mundial a fim de evitar o crescimento do terrorismo internacional que, segundo ela, é a principal ameaça à paz da humanidade.
          Mais de cem grupos terroristas operam em lutas religiosas e também separatistas, realizando ataques e sequestros em várias partes do mundo. Utilizam métodos violentos para alcançar objetivos políticos, principalmente em protesto contra a implantação da Nova Ordem Mundial.
            Mas, apesar de todos os esforços da ONU, e mesmo por causa destes esforços, estes grupos terroristas não param de crescer.
          A razão mais significativa para o aumento das tensões terroristas dos muçulmanos é a rejeição da influência ocidental sobre o Oriente, que se encontra embutida na proposta da ONU para a globalização do mundo.
          A preocupação dos líderes orientais deve-se à rápida degeneração moral que se evidencia no Ocidente que se diz cristão, e que busca disseminar seus credos no Oriente.
          Nações contra nações
          “Então, Lhes disse: Povos lutarão uns contra os outros, nações lutarão entre si”. Novo Testamento Judaico - Lucas 21: 10.
          Depois da Primeira Guerra Mundial e dos prejuízos causados por ela, criou-se a Liga das Nações visando evitar que uma nova catástrofe derivada da luta generalizada entre os povos se repetisse. Mas, não obstante os esforços envidados, não foi possível evitar-se a Segunda Guerra Mundial, com poder destruidor ainda mais devastador.
Enquanto se fala no absurdo de onze milhões de mortos na I GM, os dados estatísticos apontam para mais de sessenta milhões de mortos na II GM, sem contar com as mortes futuras decorrentes dos que foram feridos em combate.  
          Em 1945, após o fim da II GM foi criada a Organização das Nações Unidas-ONU como substituta da Liga das Nações para evitar a repetição do que foi profetizado na primeira parte de Mateus 24: 7 e de Lucas 21: 10.
          Atualmente a ONU conta com uma série de instituições de apoio a nível mundial, a fim de amenizar as tensões. Destacam-se, entre outras, o Banco Mundial, O Fundo Monetário Internacional-FMI, a Organização Mundial do Comércio-OMC, a Organização Mundial da Saúde - OMS, A Agência Internacional de Energia Atômica, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura - FAO, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura-UNESCO, a Organização da Aviação Civil Internacional, o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola, a Organização Internacional do Trabalho-OIT, a Organização Marítima Internacional, a Organização Internacional do Turismo e a Organização Meteorológica Mundial.
Mas, apesar destes esforços globais, ainda se registram muitos fracassos da Organização em alcançar seus objetivos de paz entre as nações.
          As últimas experiências, porém, unindo dezenas de países para lutar contra um inimigo comum, como aconteceu duas vezes contra o Iraque, foram capazes de trazer uma revitalização à Instituição, que tem se orientado, objetivamente, para o estabelecimento de um império mundial único.
          Este objetivo, que é compartilhado por muitos governos, já tem desestabilizado economias e derrubado líderes de nações. Tal agitação foi mais sentida nas áreas muçulmanas, dando origem ao movimento conhecido como Primavera Árabe que, em vez de patrocinar a paz, vem despertando o ódio que ainda conduzirá as nações do Oriente, do Oriente Médio e do Norte da Europa para o vale de Josafá quando, finalmente, Deus mudará a sorte de Judá e de Jerusalém, uma vez que estas nações inimigas do povo de Deus vêm decretando a sua destruição. Uma vez julgadas e destruídas elas jamais poderão atacar novamente, conforme a profecia de Joel 3: 1-2, já citada anteriormente.
            Assim, antes que a globalização se consolide, teremos o cumprimento impressionante de mais este grande ajuntamento de nações, contra Israel, quando, certamente:
“Haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados. Então se verá o Filho do homem vindo numa nuvem, com poder e grande glória” - Lucas 21: 26-27.
Foi no contexto desta primeira série de profecias prévias ao renascimento espiritual de Israel, ligado diretamente com a Segunda Vinda de Jesus que Lucas, Marcos e Mateus introduziram a parábola da figueira, como um símbolo delimitador da última geração da Terra, conforme já foi demonstrado anteriormente.           
Grandes terremotos
“Haverá grandes terremotos... em vários lugares” - Lucas 21: 11.
          Os terremotos são abalos sísmicos devidos a fortes e rápidas vibrações da superfície terrestre. A escalada dos mesmos tem sido vertiginosa, tanto em número como em prejuízos materiais e perdas de vidas humanas. Na Idade Média os terremotos registrados eram quase inexistentes e de pequena magnitude.
          Quando ocorreu o grande terremoto de Lisboa, em 1755, não havia equipamento capaz de registrar a sua intensidade porque, até então os aparelhos utilizados não contavam com eventos daquela magnitude. Por isso a intensidade daquele terremoto precisou ser estimada a partir de suas características destrutivas. Avaliou-se, empiricamente, que o mesmo tivesse alcançado algo em torno de 8,7 a 9,0 graus, causando a morte de aproximadamente 90.000 pessoas, só na capital portuguesa, seu epicentro.
          Hoje a situação mudou: temos mais de quinhentos mil eventos sísmicos registrados por ano. Cerca de cem mil destes tremores podem ser sentidos, alcançando magnitude superior a 3,0 na Escala Richter. E o Serviço Geológico dos EUA estima que, desde 1900, houve uma média de 18 grandes terremotos, com magnitude entre 7,0 a 7,9 graus e um terremoto de magnitude 8,0 ou superior, por ano.
Esta situação vem se agravando e só na década 2000/2010 foram registrados mais terremotos do que a soma dos ocorridos em todos os tempos. Neste período ocorreram mais de 380 terremotos com intensidade acima da magnitude 8. O terremoto da Sumatra, em 2004, acusou magnitude de 9,1 graus e foi o único a ser medido em todos os sismógrafos do mundo. Os terremotos do Chile (1960 e 2010) e os da Ásia, com tsunamis, chegaram a abalar o eixo da Terra, interferindo até mesmo no processo de migração das aves. 
O fato mais importante é o de que a escalada destes sísmicos foi referida por Jesus associada às dores de parto que já haviam sido mencionadas sete séculos antes de Cristo, por Isaías e, também por Jeremias, com relação ao renascimento espiritual de Israel.
Assim o aumento e intensificação dos terremotos, inclusos nos sinais dos tempos, apontam diretamente para a provação futura da nação israelita, visando dar origem a sua conversão ao Cristianismo, uma vez que o seu nascimento político ocorreu em 1948 antes que lhe viessem às dores de parto previstas para o seu nascimento espiritual.
Esta hipótese de Jesus Cristo ser aceito nacionalmente como Deus de Israel é endossada pelo profeta Zacarias, quando ele assegura que a purificação do remanescente desta nação viria por fim, processada pelo fogo da aflição decorrente do combate com os seus inimigos, da forma como segue:
Em toda a terra, diz o Senhor, dois terços dela serão eliminados, e perecerão; mas a terceira parte restará nela. Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei, como se purifica a prata, e a provarei, como se prova o ouro; ela invocará o Meu nome (Cristo), e Eu a ouvirei; direi: É Meu povo, e ela dirá: O Senhor é meu Deus” - Zacarias 13: 8-9. Parêntese meu.
Esta conversão a Cristo, portanto, segundo o antigo profeta seria nacional, mas se daria somente com uma parte dos que escaparem das guerras de Israel contra seus vizinhos, quando muitos perecerão, antes mesmo da guerra do Armagedom. 
Sim, novas e fortíssimas tensões virão procedentes dos insuperáveis inimigos que, associados em uma confederação de nações, importando em duzentos milhões de combatentes, buscarão pelos despojos que passarão a existir em Israel e nas nações que serão conquistadas por ela. Não permitirão que os despojos de guerras de seus aliados fiquem com Israel e, possivelmente com o Ocidente.
Como já estamos vendo o pleno cumprimento dos primeiros sinais indicadores do princípio das dores, é de se esperar que as dores propriamente ditas para o parto espiritual de Israel estejam muito próximas, mormente agora com a transferência da Embaixada Americana para Jerusalém.
Esta segunda onda de violência contra Israel, agora procedente de uma grande confederação de nações do Oriente e do Norte da Europa, trará, com ela, o renascimento espiritual do antigo povo escolhido, programado para irradiar o despertamento do mundo ocidental com relação ao juízo de Deus.
Os cinco maiores terremotos registrados na História ocorreram após 1948, constituindo-se num seguro indício prenunciador das terríveis dores de parto, ainda futuras, para Israel. Vamos a eles:
• Terremoto de Kamehatka, na Rússia, com 9.0 graus, na Escala Richter, ocorrido em 04/11/1952, felizmente sem ocorrência de mortes.
• Terremoto do Chile, na noite de 22/05/1960, alcançando a magnitude de 9,5 na Escala Richter, sendo o maior registrado no planeta, causando a morte de 1600 pessoas.
• Terremoto do Alasca, em 28/03/64, foi o segundo em intensidade, alcançando 9,2 graus. Este tremor foi seguido de tsunami, mas, por estar situado em uma região pouco populosa, tirou a vida de 131 pessoas.
• Terremoto de Sumatra, na Indonésia, ocorrido em 26/12/2004, marcou 9,1. O tsunami que se seguiu atingiu 14 países do Sul da Ásia e do Leste da África. Ao todo a tragédia deixou 230.000 mortos.
• Terremoto de Honshu, no Japão, em 11/03/2011, que marcou a magnitude 9.0, causando a morte de 15.700 pessoas e um prejuízo de 309 bilhões de dólares, o equivalente a 15% do PIB brasileiro.
Como podemos observar, o número de vítimas fatais não está relacionado somente com a intensidade do terremoto, mas, também, com o lugar e a profundidade do seu epicentro. O terremoto do Haiti, por exemplo, ocorrido em 2010, apesar de não estar na lista dos de maior magnitude, foi o mais cruel de todos os tempos, deixando um saldo de 318.000 mortos.
Os cinco sinais já vistos não são os únicos sinalizadores do princípio das dores, as quais vêm se intensificando nas últimas décadas. Soma-se a estes as epidemias e as fomes. 
           Grandes epidemias
“Haverá grandes... epidemias” - Lucas 21: 11.
A Organização Mundial da Saúde - OMS destaca a malária, também conhecida como impaludismo, como a pior doença tropical parasitária da atualidade. Ela causava a morte de 3.000.000 de pessoas por ano, desde 1980. Atualmente, mais controlada, ainda mata mais de 600.000 pessoas anualmente.
Dentre o surto das doenças contagiosas, a AIDS se destaca como a de maior periculosidade.
Considerada uma epidemia pela OMS, já matou 22 milhões de pessoas, desde que foi identificada nos EUA, em 1981. Estima-se, atualmente, em 30 milhões o número de pessoas infectadas pela doença.
Apenas estas duas epidemias já seriam bem representativas deste sinal. Outras, no entanto, têm surgido nos últimos anos, exigindo um cuidado especial da Organização Mundial da Saúde. Dentre elas destacam-se a gripe do frango, a gripe suína e a vaca louca.
No Brasil, atualmente, a dengue vem se alastrando, assumindo a condição epidêmica e matando centenas de pessoas. Segundo o balanço divulgado em 26 de maio de 2015, pelo Ministério da Saúde, foram registrados 845.900 casos somente de janeiro até 09 de maio deste ano.
O mosquito Aedes aegypti é vetor de mais de cem vírus que causam doenças, relatam os agentes de saúde. Controlá-lo é a chave procurada pela Organização Mundial da Saúde para evitar o surto da dengue, do zika virus e da chikungunya, doenças endêmicas na África e na Ásia, que se alastram pelo mundo.
A dificuldade de controle destas epidemias deve-se ao fato do mosquito ser altamente adaptado à vida urbana.
A recente proliferação do vírus ebola na África é outra ameaça de graves proporções. As perspectivas de morte pelo ebola são bem mais preocupantes do que pelo vírus da AIDS. Os recursos disponibilizados para o seu controle, são sempre insuficientes e muitas vezes precisam ser retirados da alimentação, num Continente tragicamente agravado pelo problema da fome.
          Fomes em vários lugares
“... e haverá fome e terremotos em vários lugares” - Mateus 24: 7.
A fome foi referida no contexto dos terremotos, certamente para indicar uma das mais graves consequências destes sismos, quando eles ocorrem nas regiões populosas da Terra, pois entre as variáveis mais destacadas pela mídia, encontra-se a falta de água, de remédios, e de alimentos para os sobreviventes.
Mas o problema da fome é bem mais generalizado, atingindo, atualmente, mais de um bilhão de pessoas no mundo, as quais vêm apresentando os sintomas da desnutrição crônica. Isto significa que uma em cada cinco pessoas deve morrer, por falta de comida, a cada dois anos. A cada 3,5 segundos uma pessoa morre de fome no mundo. São cerca de dez milhões de mortes por ano.
Até mesmo as nações ‘ditas’ desenvolvidas estão entrando em colapso. É notória a movimentação destas nações em busca de despojos, agora no Oriente Médio e Norte da África para saírem da atual crise econômica mundial.
As intervenções imperialistas das nações europeias e dos EUA nos Continentes africano, asiático e americano acabaram desestruturando a economia de muitos países que, anteriormente, se adaptavam melhor às condições climáticas e edáficas adversas, agravando assim o quadro da fome mundial, nos últimos cem anos.
Não contentes com o que vem acontecendo, grupos de pessoas detentoras de recursos econômicos e técnicos intentam levar a óbito a maior parte da população mundial, visando o equilíbrio dos recursos em relação à sustentabilidade do planeta.
Outros causadores da fome na escala planetária são as mudanças climáticas decorrentes das imprudentes ações humanas na natureza, incluindo testes nucleares, poluição ambiental e os desmatamentos irresponsáveis.
Os grupos terroristas vêm elevando sua cota de contribuição para o cumprimento deste sinal, gerando guerras e destruição em muitos lugares. Segundo dados recentes da ONU, os deslocamentos no mundo, devido aos conflitos em curso, bateram o recorde de 60 milhões de pessoas famintas, em setembro de 2015, trazendo comoção aos corações mais endurecidos.

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