O princípio das dores
Vamos repassar, neste capítulo, os
primeiros sinais que foram indicados por Jesus, no Monte das Oliveiras, em
resposta às perguntas que Lhe foram feitas, pelos Seus discípulos, sobre o
tempo da destruição parcial da cidade de Jerusalém e do fim do mundo.
Salientamos que a destruição parcial
de Jerusalém ainda está no futuro porque Jesus não fez a menor separação entre
este evento e o fim do mundo, deixando claro que os dois estariam ligados, pois
passou, simplesmente, a mencionar vários sinais relacionados com o final dos
tempos, dividindo-os, porém, em dois grupos:
Os que deveriam ocorrer primeiro,
chamados por Ele de “o princípio das
dores”, em Mateus 24: 8, e aqueles eventos que ocorreriam no esforço final,
indexado ao renascimento não só de Israel, como uma nação santa e cristã, mas
também para dar à luz à verdadeira Nova Ordem Mundial, na Segunda Vinda de
Jesus.
Apesar de alguns destes sinais terem
ocorrido entre a morte de Jesus e os dois cercos de Jerusalém nos anos 66 e 70,
pelos exércitos romanos, o que foi devidamente documentado em Lucas 21: 20-24, as
evidências mostram que em Mateus 24 e Marcos 13, Jesus se reportou
exclusivamente aos eventos finais, ligados à Sua reconciliação com a nação
judaica.
Jesus faz também uma ligação da conversão de Israel com a restauração espiritual das demais nações para Lhe darem as boas-vindas por ocasião do Seu retorno.
Jesus faz também uma ligação da conversão de Israel com a restauração espiritual das demais nações para Lhe darem as boas-vindas por ocasião do Seu retorno.
Mesmo que para o mundo cristão
preconceituoso estes sinais se refiram apenas ao retorno de Jesus,
consideraremos as duas hipóteses conjuntamente, uma vez que não há nenhuma
contradição em assim fazê-lo. Pelo contrário, elas estão, de fato, intimamente
relacionadas.
Neste capítulo serão sistematizados
apenas os sinais correspondentes ao princípio das dores para o parto espiritual de
Israel, indicativo da futura conversão da nação ao Cristianismo, conforme já
visto em Isaías 66: 7-8 e referido, também em Jeremias 30: 6-7, como segue:
“Perguntai,
pois, e vede, se acaso um homem tem dores de parto. Porque vejo, pois, a cada
homem com as mãos na cintura, como a que está dando à luz? E porque se tornaram
pálidos todos os rostos? Ah! Que é grande aquele dia, e não há outro
semelhante! É tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será livre dela”.
Vamos, pois, aos primeiros oito
sinais precursores dos derradeiros sinais do segundo grupo:
Os falsos cristos
O primeiro sinal apresentado por
Jesus aos discípulos, no Monte das Oliveiras, associado ao princípio das dores
para o renascimento espiritual de Israel, bem como das nações, foi o surgimento
de falsos cristos.
“Vede que ninguém vos
engane. Porque virão muitos em Meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo e enganarão a
muitos” - Mateus 24: 4-5.
Apesar de falsos cristos pontilharem
toda a História, a referência ‘virão
muitos em Meu nome’ conduz a advertência especificamente para os últimos
dias. Se prestarmos atenção veremos que somente no presente é que tem realmente
surgido ‘muitos’ falsos cristos ao
mesmo tempo, pelo mundo afora. Só na primeira década do terceiro milênio, cerca
de 1900 pessoas se declararam, segundo a Internet, ser uma reencarnação de
Jesus Cristo. Alguns destes têm alcançado muitos milhões de adeptos por meio de
mágicas e exorcismos. No Brasil, o mais conhecido talvez seja o INRI Cristo.
Deus tem permitido o seu eventual acesso à TV para patentear-nos mais este
sinal.
A orientação de Jesus, no entanto, é
para não acreditarmos em tais falsos profetas porque quando Ele vier será visto
de uma a outra extremidade da Terra, ao mesmo tempo. Esta apoteose, apesar de factível,
vem sendo questionada pelos gnósticos porque eles não acreditam em milagres.
Mas o problema maior de muitos gnósticos é o de que ainda não conhecem o sinal
do caçador, do qual trataremos a seguir
O sinal do caçador
O sinal do caçador está relacionado com
Apocalipse 1: 7 que diz que o Senhor Jesus
“vem com as nuvens, e todo olho O verá...”.
Para se cumprir o duplo sentido desta
profecia: Jesus vindo pelas nuvens e visto por todos ao mesmo tempo, será
necessário existir no espaço sideral um ponto que possa ser visto
simultaneamente por todas as pessoas do planeta.
E este lugar já foi identificado.
Jesus virá pelo túnel da constelação de Órion, uma constelação austral que,
devido ao seu formato, também é conhecida como a constelação do Caçador. Isto
porque este ponto, segundo o Dicionário Aurélio, é o único que pode ser visto,
de todo o globo terrestre, ao mesmo tempo.
Estamos avançando em direção à
segunda plenitude dos tempos - a da Segunda Vinda de Jesus e o túnel para a Sua
vinda já se encontra no devido lugar. Talvez já estivesse desde a eternidade e,
apenas agora estamos nos conscientizando disto.
Não oremos mais por um novo futuro,
oremos por um novo coração. Não peçamos mais uma nova oportunidade, conservemos
a que temos. E fixemos, desde agora, os nossos sentidos na constelação de
Órion, no cinturão do caçador, nas Três Marias, quem sabe?
O terceiro sinal global, precursor do
nascimento espiritual de Israel, liga-se, necessariamente ao seu nascimento
institucional. Estamos falando das duas guerras mundiais.
Guerras e
rumores de guerras
“E
certamente ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede não vos
assusteis, porque é necessário assim
acontecer, mas ainda não é o fim” - Mateus
24: 6.
As guerras sempre existiram, mesmo
antes da destruição de Jerusalém no ano 70, mas nunca com a mesma intensidade
das duas grandes guerras mundiais. Nos primeiros 50 anos do século XX morreram
nestas duas guerras aproximadamente oitenta milhões de pessoas. É isso mesmo:
oitenta milhões! A soma dos mortos nestas duas hecatombes mundiais, incluindo
os que morreram depois, em decorrência das mesmas, supera o número dos que
pereceram em todas as guerras anteriores.
Mas, por que seria necessário assim
acontecer?
A razão
destas duas guerras está intimamente relacionada ao renascimento político de
Israel, como veremos:
Na I
Guerra Mundial a Palestina foi retirada do domínio turco, pelos ingleses, que
se haviam comprometido prévia e oficialmente, com o retorno dos judeus para a
sua terra de origem. Esta carta de intenções, no entanto, não foi inicialmente
cumprida devido à dependência da Inglaterra em relação ao petróleo árabe.
Na II
Grande Guerra foram mortos, só de judeus, seis milhões. Este genocídio
sensibilizou tanto a humanidade que a Organização das Nações Unidas se sentiu
na obrigação de votar o Tratado de Balfour, existente desde 1917, elaborado para dar o
nascimento político de Israel.
Este tratado foi votado em dezembro de 1947, dando cabal cumprimento à esta profecia precursora do princípio das dores do parto espiritual de Israel, seguido da observação: Isto é necessário, “mas ainda não é o fim”.
Este tratado foi votado em dezembro de 1947, dando cabal cumprimento à esta profecia precursora do princípio das dores do parto espiritual de Israel, seguido da observação: Isto é necessário, “mas ainda não é o fim”.
As duas guerras mundiais foram
realmente estratégicas para o retorno do povo judeu para a Palestina, restando por se cumprir o parto espiritual de Israel que facilitará a pregação do evangelho às demais nações da Terra.
Após o encerramento da II GM, há setenta anos, começaram os rumores de guerras entre os Estados Unidos da América e seus associados contra a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, isto é, do Capitalismo protestante contra o Ateísmo militante. Tais rumores chegaram a ser portentosos o suficiente para serem chamados de guerra fria, porque só não aconteceu devido ao fato de que tanto americanos como russos sabiam que se essa guerra acontecesse, traria com ela o fim do mundo.
Após o encerramento da II GM, há setenta anos, começaram os rumores de guerras entre os Estados Unidos da América e seus associados contra a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, isto é, do Capitalismo protestante contra o Ateísmo militante. Tais rumores chegaram a ser portentosos o suficiente para serem chamados de guerra fria, porque só não aconteceu devido ao fato de que tanto americanos como russos sabiam que se essa guerra acontecesse, traria com ela o fim do mundo.
Hoje, após a queda do bloco
soviético, apesar de estarmos vivendo em um período de relativa paz e
segurança, a mídia vem mostrando inúmeras guerras menores e mais de cem
combates sangrentos por dia!
Este crescente estado beligerante vem
preocupando tanto a ONU, que a Instituição vem se orientando para a
consolidação de uma Nova Ordem Mundial a fim de evitar o crescimento do terrorismo
internacional que, segundo ela, é a principal ameaça à paz da humanidade.
Mais de cem grupos terroristas operam
em lutas religiosas e também separatistas, realizando ataques e sequestros em
várias partes do mundo. Utilizam métodos violentos para alcançar objetivos
políticos, principalmente em protesto contra a implantação da Nova Ordem
Mundial.
Mas, apesar de todos os esforços da ONU,
e mesmo por causa destes esforços, estes grupos terroristas não param de
crescer.
A razão mais significativa para o
aumento das tensões terroristas dos muçulmanos é a rejeição da influência
ocidental sobre o Oriente, que se encontra embutida na proposta da ONU para a
globalização do mundo.
A preocupação dos líderes orientais deve-se à
rápida degeneração moral que se evidencia no Ocidente que se diz cristão, e que
busca disseminar seus credos no Oriente.
Nações contra nações
“Então,
Lhes disse: Povos lutarão uns contra os outros, nações lutarão entre si”. Novo
Testamento Judaico - Lucas 21: 10.
Depois da Primeira Guerra Mundial e
dos prejuízos causados por ela, criou-se a Liga das Nações visando evitar que
uma nova catástrofe derivada da luta generalizada entre os povos se repetisse.
Mas, não obstante os esforços envidados, não foi possível evitar-se a Segunda
Guerra Mundial, com poder destruidor ainda mais devastador.
Enquanto
se fala no absurdo de onze milhões de mortos na I GM, os dados estatísticos
apontam para mais de sessenta milhões de mortos na II GM, sem contar com as
mortes futuras decorrentes dos que foram feridos em combate.
Em 1945, após o fim da II GM foi
criada a Organização das Nações Unidas-ONU como substituta da Liga das Nações
para evitar a repetição do que foi profetizado na primeira parte de Mateus 24:
7 e de Lucas 21: 10.
Atualmente a ONU conta com uma série
de instituições de apoio a nível mundial, a fim de amenizar as tensões.
Destacam-se, entre outras, o Banco Mundial, O Fundo Monetário
Internacional-FMI, a Organização Mundial do Comércio-OMC, a Organização Mundial
da Saúde - OMS, A Agência Internacional de Energia Atômica, a Organização das
Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura - FAO, a Organização das
Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura-UNESCO, a Organização da
Aviação Civil Internacional, o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola,
a Organização Internacional do Trabalho-OIT, a Organização Marítima
Internacional, a Organização Internacional do Turismo e a Organização
Meteorológica Mundial.
Mas,
apesar destes esforços globais, ainda se registram muitos fracassos da
Organização em alcançar seus objetivos de paz entre as nações.
As últimas experiências, porém,
unindo dezenas de países para lutar contra um inimigo comum, como aconteceu
duas vezes contra o Iraque, foram capazes de trazer uma revitalização à
Instituição, que tem se orientado, objetivamente, para o estabelecimento de um
império mundial único.
Este objetivo, que é compartilhado
por muitos governos, já tem desestabilizado economias e derrubado líderes de
nações. Tal agitação foi mais sentida nas áreas muçulmanas, dando origem ao
movimento conhecido como Primavera Árabe que, em vez de patrocinar a paz, vem
despertando o ódio que ainda conduzirá as nações do Oriente, do Oriente Médio e
do Norte da Europa para o vale de Josafá quando, finalmente, Deus mudará a
sorte de Judá e de Jerusalém, uma vez que estas nações inimigas do povo de Deus vêm decretando a sua destruição. Uma vez julgadas e destruídas elas jamais poderão atacar novamente, conforme a profecia
de Joel 3: 1-2, já citada anteriormente.
Assim, antes que a globalização se consolide, teremos o
cumprimento impressionante de mais este grande ajuntamento de nações, contra
Israel, quando, certamente:
“Haverá homens que desmaiarão de terror e pela
expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão
abalados. Então se verá o Filho do homem vindo numa nuvem, com poder e grande
glória” - Lucas 21:
26-27.
Foi no
contexto desta primeira série de profecias prévias ao renascimento espiritual
de Israel, ligado diretamente com a Segunda Vinda de Jesus que Lucas, Marcos e
Mateus introduziram a parábola da figueira, como um símbolo delimitador da
última geração da Terra, conforme já foi demonstrado anteriormente.
Grandes terremotos
“Haverá grandes terremotos... em vários lugares”
- Lucas 21: 11.
Os terremotos são abalos sísmicos
devidos a fortes e rápidas vibrações da superfície terrestre. A escalada dos
mesmos tem sido vertiginosa, tanto em número como em prejuízos materiais e
perdas de vidas humanas. Na Idade Média os terremotos registrados eram quase
inexistentes e de pequena magnitude.
Quando ocorreu o grande terremoto de
Lisboa, em 1755, não havia equipamento capaz de registrar a sua intensidade
porque, até então os aparelhos utilizados não contavam com eventos daquela
magnitude. Por isso a intensidade daquele terremoto precisou ser estimada a
partir de suas características destrutivas. Avaliou-se, empiricamente, que o
mesmo tivesse alcançado algo em torno de 8,7 a 9,0 graus, causando a morte de
aproximadamente 90.000 pessoas, só na capital portuguesa, seu epicentro.
Hoje a situação mudou: temos mais de
quinhentos mil eventos sísmicos registrados por ano. Cerca de cem mil destes
tremores podem ser sentidos, alcançando magnitude superior a 3,0 na Escala
Richter. E o Serviço Geológico dos EUA estima que, desde 1900, houve uma média
de 18 grandes terremotos, com magnitude entre 7,0 a 7,9 graus e um terremoto de
magnitude 8,0 ou superior, por ano.
Esta
situação vem se agravando e só na década 2000/2010 foram registrados mais
terremotos do que a soma dos ocorridos em todos os tempos. Neste período
ocorreram mais de 380 terremotos com intensidade acima da magnitude 8. O
terremoto da Sumatra, em 2004, acusou magnitude de 9,1 graus e foi o único a
ser medido em todos os sismógrafos do mundo. Os terremotos do Chile (1960 e
2010) e os da Ásia, com tsunamis, chegaram a abalar o eixo da Terra,
interferindo até mesmo no processo de migração das aves.
O fato
mais importante é o de que a escalada destes sísmicos foi referida por Jesus
associada às dores de parto que já haviam sido mencionadas sete séculos antes de Cristo, por Isaías e, também por Jeremias, com relação ao renascimento espiritual de
Israel.
Assim o
aumento e intensificação dos terremotos, inclusos nos sinais dos tempos,
apontam diretamente para a provação futura da nação israelita, visando dar origem
a sua conversão ao Cristianismo, uma vez que o seu nascimento político ocorreu
em 1948 antes que lhe viessem às dores de parto previstas para o seu nascimento
espiritual.
Esta
hipótese de Jesus Cristo ser aceito nacionalmente como Deus de Israel é endossada
pelo profeta Zacarias, quando ele assegura que a purificação do remanescente
desta nação viria por fim, processada pelo fogo da aflição decorrente do
combate com os seus inimigos, da forma como segue:
“Em toda a terra, diz o Senhor, dois terços
dela serão eliminados, e perecerão; mas a terceira parte restará nela. Farei
passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei, como se purifica a prata, e
a provarei, como se prova o ouro; ela invocará o Meu nome (Cristo), e Eu a ouvirei; direi: É Meu povo, e ela
dirá: O Senhor é meu Deus” - Zacarias 13: 8-9. Parêntese meu.
Esta
conversão a Cristo, portanto, segundo o antigo profeta seria nacional, mas se
daria somente com uma parte dos que escaparem das guerras de Israel contra seus
vizinhos, quando muitos perecerão, antes mesmo da guerra do Armagedom.
Sim, novas e fortíssimas tensões virão procedentes dos insuperáveis inimigos que, associados em uma confederação de nações, importando em duzentos milhões
de combatentes, buscarão pelos despojos que passarão a existir em Israel e nas nações que serão conquistadas por ela. Não permitirão que os despojos de guerras de seus aliados fiquem com Israel e, possivelmente com o Ocidente.
Como já
estamos vendo o pleno cumprimento dos primeiros sinais indicadores do princípio
das dores, é de se esperar que as dores propriamente ditas para o parto
espiritual de Israel estejam muito próximas, mormente agora com a transferência da Embaixada Americana para Jerusalém.
Esta
segunda onda de violência contra Israel, agora procedente de uma grande
confederação de nações do Oriente e do Norte da Europa, trará, com ela, o
renascimento espiritual do antigo povo escolhido, programado para irradiar o
despertamento do mundo ocidental com relação ao juízo de Deus.
Os cinco maiores terremotos registrados na História ocorreram após 1948, constituindo-se num seguro indício
prenunciador das terríveis dores de parto, ainda futuras, para Israel. Vamos a eles:
•
Terremoto de Kamehatka, na Rússia, com 9.0 graus, na Escala Richter, ocorrido
em 04/11/1952, felizmente sem ocorrência de mortes.
•
Terremoto do Chile, na noite de 22/05/1960, alcançando a magnitude de 9,5 na
Escala Richter, sendo o maior registrado no planeta, causando a morte de 1600
pessoas.
•
Terremoto do Alasca, em 28/03/64, foi o segundo em intensidade, alcançando 9,2
graus. Este tremor foi seguido de tsunami, mas, por estar situado em uma região
pouco populosa, tirou a vida de 131 pessoas.
•
Terremoto de Sumatra, na Indonésia, ocorrido em 26/12/2004, marcou 9,1. O
tsunami que se seguiu atingiu 14 países do Sul da Ásia e do Leste da África. Ao
todo a tragédia deixou 230.000 mortos.
•
Terremoto de Honshu, no Japão, em 11/03/2011, que marcou a magnitude 9.0,
causando a morte de 15.700 pessoas e um prejuízo de 309 bilhões de dólares, o
equivalente a 15% do PIB brasileiro.
Como podemos observar, o número de vítimas fatais não está relacionado somente com a intensidade
do terremoto, mas, também, com o lugar e a profundidade do seu epicentro. O
terremoto do Haiti, por exemplo, ocorrido em 2010, apesar de não estar na lista
dos de maior magnitude, foi o mais cruel de todos os tempos, deixando um saldo
de 318.000 mortos.
Os cinco
sinais já vistos não são os únicos sinalizadores do princípio das dores, as
quais vêm se intensificando nas últimas décadas. Soma-se a estes as epidemias e
as fomes.
Grandes epidemias
“Haverá grandes... epidemias” - Lucas 21: 11.
A
Organização Mundial da Saúde - OMS destaca a malária, também conhecida como
impaludismo, como a pior doença tropical parasitária da atualidade. Ela causava
a morte de 3.000.000 de pessoas por ano, desde 1980. Atualmente, mais
controlada, ainda mata mais de 600.000 pessoas anualmente.
Dentre o
surto das doenças contagiosas, a AIDS se destaca como a de maior
periculosidade.
Considerada
uma epidemia pela OMS, já matou 22 milhões de pessoas, desde que foi
identificada nos EUA, em 1981. Estima-se, atualmente, em 30 milhões o número de
pessoas infectadas pela doença.
Apenas
estas duas epidemias já seriam bem representativas deste sinal. Outras, no
entanto, têm surgido nos últimos anos, exigindo um cuidado especial da
Organização Mundial da Saúde. Dentre elas destacam-se a gripe do frango, a
gripe suína e a vaca louca.
No
Brasil, atualmente, a dengue vem se alastrando, assumindo a condição epidêmica
e matando centenas de pessoas. Segundo o balanço divulgado em 26 de maio de
2015, pelo Ministério da Saúde, foram registrados 845.900 casos somente de
janeiro até 09 de maio deste ano.
O
mosquito Aedes aegypti é vetor de mais de cem vírus que causam doenças,
relatam os agentes de saúde. Controlá-lo é a chave procurada pela Organização
Mundial da Saúde para evitar o surto da dengue, do zika virus e da chikungunya,
doenças endêmicas na África e na Ásia, que se alastram pelo mundo.
A
dificuldade de controle destas epidemias deve-se ao fato do mosquito ser
altamente adaptado à vida urbana.
A
recente proliferação do vírus ebola na África é outra ameaça de graves
proporções. As perspectivas de morte pelo ebola são bem mais preocupantes do
que pelo vírus da AIDS. Os recursos disponibilizados para o seu controle, são
sempre insuficientes e muitas vezes precisam ser retirados da alimentação, num
Continente tragicamente agravado pelo problema da fome.
Fomes em vários
lugares
“... e haverá fome e terremotos em vários
lugares” - Mateus 24: 7.
A fome
foi referida no contexto dos terremotos, certamente para indicar uma das mais
graves consequências destes sismos, quando eles ocorrem nas regiões populosas
da Terra, pois entre as variáveis mais destacadas pela mídia, encontra-se a
falta de água, de remédios, e de alimentos para os sobreviventes.
Mas o
problema da fome é bem mais generalizado, atingindo, atualmente, mais de um
bilhão de pessoas no mundo, as quais vêm apresentando os sintomas da
desnutrição crônica. Isto significa que uma em cada cinco pessoas deve morrer,
por falta de comida, a cada dois anos. A cada 3,5 segundos uma pessoa morre de
fome no mundo. São cerca de dez milhões de mortes por ano.
Até
mesmo as nações ‘ditas’ desenvolvidas estão entrando em colapso. É notória a
movimentação destas nações em busca de despojos, agora no Oriente Médio e Norte
da África para saírem da atual crise econômica mundial.
As intervenções
imperialistas das nações europeias e dos EUA nos Continentes africano, asiático
e americano acabaram desestruturando a economia de muitos países que,
anteriormente, se adaptavam melhor às condições climáticas e edáficas adversas,
agravando assim o quadro da fome mundial, nos últimos cem anos.
Não contentes com o que vem acontecendo, grupos de pessoas detentoras de recursos econômicos e técnicos intentam levar a óbito a maior parte da população mundial, visando o equilíbrio dos recursos em relação à sustentabilidade do planeta.
Outros causadores da fome na escala planetária são as mudanças climáticas decorrentes das imprudentes ações humanas na natureza, incluindo testes nucleares, poluição ambiental e os desmatamentos irresponsáveis.
Não contentes com o que vem acontecendo, grupos de pessoas detentoras de recursos econômicos e técnicos intentam levar a óbito a maior parte da população mundial, visando o equilíbrio dos recursos em relação à sustentabilidade do planeta.
Outros causadores da fome na escala planetária são as mudanças climáticas decorrentes das imprudentes ações humanas na natureza, incluindo testes nucleares, poluição ambiental e os desmatamentos irresponsáveis.
Os
grupos terroristas vêm elevando sua cota de contribuição para o cumprimento
deste sinal, gerando guerras e destruição em muitos lugares. Segundo dados
recentes da ONU, os deslocamentos no mundo, devido aos conflitos em curso,
bateram o recorde de 60 milhões de pessoas famintas, em setembro de 2015,
trazendo comoção aos corações mais endurecidos.
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