domingo, 4 de fevereiro de 2018

O império grego

Daniel 11: 3 “Depois se levantará um rei, poderoso, que reinará com grande domínio, e fará o que lhe aprouver”.
A palavra “depois” leva a História para cerca de 150 anos à frente, quando Alexandre, levantando-se na Macedônia, estabelece seu notável império, reconhecido pelas suas conquistas e Artes. De 331 a. C. a 323 a. C. ele estendeu o seu reino do Egito ao Mar Cáspio, fazendo o que bem entendia. Estava no apogeu de sua carreira quando veio o desfecho de sua gloriosa carreira, em Daniel 11: 4:
             “Mas, no auge, o seu reino será quebrado, e repartido para os quatro ventos do céu; mas não para a sua posteridade nem tão pouco segundo o poder com que reinou, porque o seu reino será arrancado e passará a outros, fora dos seus descendentes”.
 Alexandre, o Grande, morreu aos 32 anos, vitimado pela febre amarela, deixando um filho sem idade para governar. Assume, então, o trono da Grécia, os quatro generais que o auxiliavam e que acabaram dividindo o reino entre si.
O filho de Alexandre foi assassinado, enquanto que os quatro generais: Aristarco, Celeuco, Ptolomeu e Cassandro começaram uma luta pelo domínio absoluto, enfraquecendo-se mutuamente. Sobraram apenas dois: Ptolomeu, que ficou com a parte Sul e Celeuco, que ficou com o Norte.

Observamos que a interpretação de Norte e Sul deve ser orientada pela posição geográfica com relação a Israel e não deverá ultrapassar os limites dos impérios mundiais da época. O Egito representava o limite mais ao sul dos impérios persa, grego e romano, enquanto que a Síria representava o extremo norte. 

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