Daniel 11: 3 “Depois se levantará um rei, poderoso, que
reinará com grande domínio, e fará o que lhe aprouver”.
A palavra “depois” leva a História para cerca de
150 anos à frente, quando Alexandre, levantando-se na Macedônia, estabelece seu
notável império, reconhecido pelas suas conquistas e Artes. De 331 a. C. a 323 a.
C. ele estendeu o seu reino do Egito ao Mar Cáspio, fazendo o que bem entendia.
Estava no apogeu de sua carreira quando veio o desfecho de sua gloriosa
carreira, em Daniel 11: 4:
“Mas, no
auge, o seu reino será quebrado, e repartido para os quatro ventos do céu; mas
não para a sua posteridade nem tão pouco segundo o poder com que reinou, porque
o seu reino será arrancado e passará a outros, fora dos seus descendentes”.
Alexandre, o Grande, morreu aos 32 anos,
vitimado pela febre amarela, deixando um filho sem idade para governar. Assume,
então, o trono da Grécia, os quatro generais que o auxiliavam e que acabaram
dividindo o reino entre si.
O filho de
Alexandre foi assassinado, enquanto que os quatro generais: Aristarco, Celeuco,
Ptolomeu e Cassandro começaram uma luta pelo domínio absoluto, enfraquecendo-se
mutuamente. Sobraram apenas dois: Ptolomeu, que ficou com a parte Sul e
Celeuco, que ficou com o Norte.
Observamos que a
interpretação de Norte e Sul deve ser orientada pela posição geográfica com
relação a Israel e não deverá ultrapassar os limites dos impérios mundiais da
época. O Egito representava o limite mais ao sul dos impérios persa, grego e
romano, enquanto que a Síria representava o extremo norte.
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