sábado, 3 de fevereiro de 2018

O julgamento da grande meretriz

A futura queda de Babilônia, pelo dedo do Onipotente, vem sendo precedida por muitos momentos de negociações entre as suas três partes: a besta e o falso profeta, articulados com o último império mundial, que vem sendo programado pelo Espiritismo desde 1875, como visto na Verdade Presente nº 3.
Trata-se da estruturação de uma organização dualista, de um império político/religioso, com um chefe supremo, a besta que, com base em Mateus 16: 19, advoga ter recebido de Deus as chaves dos poderes espiritual e temporal.
 Vejamos as palavras de Jesus ditas a Pedro, que motivaram incluir estas duas chaves no brasão do Vaticano:
“Dar-Te-ei as chaves do reino dos céus: o que ligares na terra terá sido ligado nos céus; e o que desligares na terra, terá sido desligado nos céus”.
Estas chaves dadas inicialmente a Pedro, porém, não são as da religião nem as da política e sim as do reino dos céus; e mesmo o apóstolo Pedro, apesar de ter aberto as oportunidades cristãs para os judeus, no dia de Pentecostes (Atos 2: 38-42), e aos gentios, na casa de Cornélio (Atos 10: 34-48), e ainda manifestado uma liderança incontestável na Igreja Primitiva, nunca reivindicou ser algo mais que um apóstolo (I Pedro 1: 1) ou que um presbítero como os outros, como lemos em I Pedro 5: 1:
“Rogo, pois, aos presbíteros que há entre vós, eu, presbítero como eles, e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e ainda coparticipante da glória que há de ser revelada...”
Por outro lado, este poder de ligar e desligar as coisas da Terra no céu não foi uma prerrogativa dada somente a Pedro, considerado, equivocamente, como sendo o primeiro papa, e sim compartilhada com todos os outros, conforme Mateus 18: 18:
“Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na Terra, terá sido ligado no céu, e tudo o que desligardes na Terra, terá sido desligado no céu”.
E, mesmo que Pedro tivesse sido o líder maior da Igreja Primitiva, é certo que ele nunca apresentou qualquer conexão com os bispos de Roma. Apenas foi crucificado lá.
Estas considerações, no entanto, não impediram o erguimento de uma Torre de Babel sobre o nome de Pedro. Essa antiga história continua nos tempos modernos e o julgamento ainda futuro desta questão foi tratado em Apocalipse 17, conforme passaremos a examinar                                 .
Veio um dos sete anjos que têm as sete taças e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei o julgamento da grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas, com quem se prostituíram os reis da Terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na Terra”. Apocalipse 17: 1-2.    
A figura de uma mulher, nas profecias bíblicas, tem sido um símbolo constante do povo de Deus. Na forma de uma adúltera, com relação ao antigo povo hebreu e de uma virgem, com relação à Igreja cristã. Nos últimos tempos o termo a grande meretriz se aplica a todas as formas de Cristianismo que desertaram da verdadeira fé.
            O termo meretrício é, evidentemente espiritual. Ele foi aplicado porque em vez de deixar que Cristo produza a conversão das almas, os líderes de Babilônia apelam aos reis para que obriguem as pessoas a seguir os seus dogmas, exatamente como já estudamos em Apocalipse 13: 12.
O objetivo deste bem elaborado plano continuará sendo prover uma instituição poderosa para que o dragão de Apocalipse 12: 17 possa, finalmente, destruir o remanescente cristão que guarda os mandamentos de Deus e tem o dom profético.
A prostituição mencionada, portanto, está intimamente associada à infidelidade espiritual da Igreja cristã. Suas falsas doutrinas e aparência de santidade estão embriagando as populações da Terra a fim de induzi-las a erradicar os legítimos herdeiros do reino eterno. Na altura deste julgamento, em Apocalipse 17, esta ação de congraçamento da igreja com a política, hoje em evidência, já se encontrará no passado.  
O texto desta introdução evidencia, também, a preocupação divina em definir o momento histórico no qual estas forças político-religiosas atuarão. Deus fez questão de começar seu julgamento/condenação da grande meretriz, destacando este ponto fundamental.
Por causa disso, o tema de Apocalipse 17 é introduzido por meio de um dos anjos das sete pragas, para deixar bem claro o seu contexto ainda futuro.
Além deste evidente ponto de ligação com as pragas, O Senhor revela que o destino da sétima praga será, justamente, o de atingir, dolorosamente, a Babilônia mística dos últimos dias, conforme Apocalipse 16: 19: 
“... E lembrou-se Deus da grande Babilônia para dar-lhe o cálice do vinho do furor de sua ira”. 
Outro importante referencial do tempo destacado para esta profecia é a ligação de Apocalipse 17 também com a sexta praga, registrada em Apocalipse 16: 13-14, onde nos foi desvendado o plano diabólico que ainda embriagará os reis da Terra, porque, os líderes de Babilônia, imbuídos de espíritos de demônios operarão muitos sinais afim de ajuntar os reis da Terra contra Deus.
Este plano, a ser elaborado na altura profética da sexta praga, foi redigido no tempo presente. Nesta tríplice confederação do mal a besta age entrosada com seus dois parceiros coadjuvantes: o falso profeta, que aponta para o Protestantismo que deixou de protestar contra as falsas doutrinas de Babilônia e o dragão, que se refere ao Espiritismo, mas engloba todos os demais agentes seculares.
Todavia seu plano de convencer os reis a pelejar contra os filhos de Deus está destinado ao fracasso, conforme será visto em Apocalipse 17: 14.
A Visão de Apocalipse 17
Apocalipse 17: 3-6 apresenta a visão propriamente dita:
Transportou-me o anjo, em espírito, e vi uma mulher montada numa besta escarlate, besta repleta de nomes de blasfêmias, com sete cabeças e dez chifres. Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas, tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias de sua prostituição. Na sua fronte, achava-se escrito um nome, mistério: Babilônia, a grande, a mãe das meretrizes e das abominações da Terra. Então, vi a mulher embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Jesus; e, quando a vi, admirei-me com grande espanto”.
Esta besta escarlate, a ser cavalgada pela mulher, num paralelismo com o texto de Apocalipse 17: 1, já mencionado, representa as muitas águas, que em Apocalipse 17: 15 são definidas como segue:
“Falou-me, ainda: as águas que viste, onde a meretriz está assentada são povos, multidões, nações e línguas”.
Apesar da meretriz, no sentido mais amplo, representar a igreja oficial da Nova Ordem Mundial, a visão de Apocalipse 17 destaca o seu líder maior que se encontra individualmente empenhado em dirigir as populações da Terra, manipulando os fieis por meio de sua união com a política.
Ele almeja, desta forma, assegurar o apoio dos governantes, visando transformar as populações da Terra numa tremenda besta perseguidora – a besta escarlate, para montar sobre ela como um ginete monta num cavalo, com a intenção final de dominar o mundo.
Apocalipse 13 diz que essa besta fala blasfêmias e persegue os santos. O capítulo 17 acrescenta que ela está vestida de púrpura e de escarlate, com ouro e com pedras preciosas, estampando a opulência da sua imagem e do seu patrimônio. E coloca, ainda, um cálice de ouro na sua mão, contendo o vinho das falsas doutrinas, com as quais ela vem embriagando as nações e prostituindo os reis.
Este cálice tem algo a ver com o dogma da comunhão, onde Cristo é oferecido por meio da hóstia. O pano de fundo é a doutrina da Trindade
Os reis vêm sendo iludidos com falsas promessas de um novo tempo de paz, prosperidade e unidade entre os povos, só que para isso se concretizar será necessário eliminar todos os dissidentes, que já vêm sendo chamados de fundamentalistas!
A besta já enquadrou, abertamente, os que seguem literal e sinceramente a Bíblia, neste grupo de dissidentes.  Desta forma aqueles que reconhecem as Escrituras como sua única regra de fé já estão sendo taxados de terroristas religiosos, os quais, não obstante estarem desarmados, deverão ser erradicados da mesma forma que os fundamentalistas políticos, para o bem da humanidade. Isto porque para assegurar o monopólio da besta se fará necessário silenciar todos os seus opositores.
Um fato notório da profecia é que a autodenominada igreja mãe atribui às igrejas protestantes o título de filhas separadas, apesar delas não estarem hoje tão separadas assim. Afinal, elas estão ligadas pelos mesmos pontos falsos de doutrina. Portanto elas são filhas separadas, mas para morrer como protestantes e viver em perfeita harmonia com a besta.
Outra característica comum é a busca de um processo de salvação próprio, sem abandonar os pecados, pois todas elas pregam a impossibilidade de se viver sem pecar.
Assim, no contexto da grande Babilônia são explicitadas as três partes fundamentais da confederação político-religiosa que será amalgamada na altura da sexta praga: a meretriz (a mãe), as filhas (que no passado dela se separaram) e os reis da Terra, (que se unem sob a inspiração do Espiritismo, o qual vem publicando livros sobre a Nova Ordem Mundial, desde 1875). O plano trata de uma tentativa para ressuscitar a Igreja de Tiatira, que assassinou mais de cinquenta milhões de cristãos na Idade Média.
Mesmo se encaminhando para a morte súbita, infelizmente, esta besta colossal virá à luz e ainda se embriagará com o sangue de muitos inocentes, conforme foi exposto em Apocalipse 17: 6. O plano da Nova Ordem Mundial é eliminar bilhões de seres humanos.
A explicação da visão
Restou sem explicação o significado das sete cabeças e dos dez chifres da besta escarlate de Apocalipse 17: 3, os quais serão explicados a partir dos versos 7 e 8, a seguir:
O anjo, porém, disse: porque te admiraste? Dir-te-ei o mistério da mulher e da besta que tem as sete cabeças e os dez chifres e que leva a mulher: a besta que viste, era e não é, está para emergir do abismo e caminha para a destruição. E aqueles que habitam sobre a Terra, cujos nomes não foram escritos no livro da vida desde a fundação do mundo, se admirarão, vendo a besta que era e não é, mas aparecerá”.
A mulher adúltera, como já vimos, é o papado, porque tem alterado a Bíblia segundo seus propósitos, e é representado, nesta profecia, pelo papa atual.
A besta que viste, era e não é, e que está para surgir do abismo representa o iminente ressurgimento do papado ligado com a política, com a força que detinha na fase medieval, quando dominava as populações da Terra.
Em abril de 2018, o papado só ainda não é como foi na Idade Média por falta de uma união legal com o Estado para garantir-lhe o poder temporal perseguidor. Mas esta condição está para emergir do abismo que vem sendo cavado pela grave crise econômica, política e ecológica do mundo atual.
Essa crise já vem provendo justificativas para que medidas de exceção logo sejam tomadas, visando solucionar os problemas crônicos da humanidade. Um destes problemas mais referidos é o aquecimento global.
Dentre estas medidas, segundo a opinião da besta, destaca-se a formalização da união da Igreja com o Estado, para inaugurar uma ‘Nova Era’ de paz e de prosperidade sustentada. 
Em Apocalipse 17: 9 continua a explicação da parte religiosa da besta escarlate:
“Aqui está o sentido, que tem sabedoria: as sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada. São também sete reis”.
Roma é universalmente reconhecida como a cidade dos sete montes onde se encontra o trono do papa. Sua ligação com a meretriz é revelada claramente em Apocalipse 17: 18:
“A mulher que viste é a grande cidade que domina sobre os reis da Terra”.
Ora, esta grande cidade, no tempo do apóstolo João era Roma, inquestionavelmente. Hoje, ela alberga o Estado do Vaticano que segue na mesma trilha em busca da recuperação do domínio que detivera na Era Medieval.
O versículo nove revela ainda que além de serem caracterizadas pelas sete colinas, as sete cabeças são também sete reis. A palavra ‘também’ liga, gramaticalmente, os sete reis com Roma.
Ora, se partirmos do Tratado de Latrão, assinado entre o presidente da Itália, Benito Mussolini e o então papa Pio XI, em 1929, o qual devolveu ao pontífice romano o título de rei do Vaticano, perdido desde 1798 e, ao Vaticano, o status de um país, veremos que de lá para cá, reinaram sete papas reis: Pio XI, Pio XII, João XXIII, Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II e Bento XVI. 
Tudo indica que o texto foi direcionado para o reinado de João Paulo II, que seria, então, o sexto rei coroado após o Tratado de Latrão, pois que diz:
“Dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou; e, quando chegar, tem de durar pouco” Apocalipse 17: 10.
A referência especial a HIOHANNES PAVLVS SECVNDO, nome oficial de João Paulo II, evidencia uma homenagem a sua importante contribuição ao processo de restauração da besta escarlate, a tal ponto que seu nome encontra-se ligado, definitivamente ao número da besta, 666, citado em Apocalipse 13: 17-18. Basta, apenas considerar as letras que tem valor correspondente aos algarismos romanos, como segue: (I= 1+V=5+L=50 +V=5+C=100+V=5+D=500) que alcançaremos a soma de 666.
Outro fato fundamental apontado pela profecia, de difícil cumprimento, foi o de que o sétimo rei teria de durar pouco. Para o cumprimento desta profecia, a duração do mandato do sétimo papa rei deveria ser condicionada a uma decisão política e não a sua morte natural, o que é extremamente sinalizador em face do mandato vitalício do papado. Para o seu cumprimento foi preciso quebrar-se uma tradição de mais de setecentos anos, envolvendo setenta papas.
O papa Bento XVI, já bastante idoso para a extraordinária missão de governar o mundo, renunciou de forma inesperada, aos oitenta e seis anos, com apenas oito anos de pontificado. Ele cumpriu, assim, a profecia tanto no sentido da curta duração de seu reinado, como da solução política requerida para o mesmo, situando-se, inquestionavelmente, no contexto de Apocalipse 17: 10.
Voltando à sua antiga condição de Cardeal, sem, contudo, deixar de ser papa, ele faz jus ao título híbrido de CARDEAL BENTO XVI. Observe-se que este título também soma 666, (C=100+D=500+L=50+X=10+V=5+I=1= 666) constituindo o número da besta.
Portanto, ele, como no caso do papado unido com a política, passa a ser também a besta que era e que não é, mas que retorna como papa Emérito.
Estamos no tempo do oitavo rei, o papa Francisco e, neste caso, Bento XVI passou a formar uma unidade com ele, podendo se dizer que ele é a sua cabeça, uma vez que o oitavo rei, na profecia, não tem uma cabeça própria.
É exatamente como tal que ele é referido em Apocalipse 17: 11:
E a besta, que era e não é também é ele, o oitavo rei, e procede dos sete, e caminha para a destruição”. 
Perfeitamente enquadrado na definição da besta que era e não é, e que procede dos sete, Bento XVI, ao abdicar do seu reinado, para retornar como papa emérito, acabou cumprindo mais outra condição muito especial, citada no verso onze: “também é ele o oitavo rei”.
Apesar de não ser mais o Sumo Pontífice ele mantêm o título papal e o pronome de tratamento: “Sua Santidade”.  Como tal ele continua em ação no Vaticano, mantendo, inclusive, as batinas brancas de papa.
O título emérito, segundo o Dicionário Aurélio, permite que ele continue exercendo as funções de papa, sendo ele, portanto, também o oitavo rei. 
Na primeira aparição pública, o papa Francisco, na varanda central da Basílica de São Pedro rezou as orações do Pai Nosso, da Ave Maria e Glória ao Pai, dedicando-as ao papa Emérito Bento XVI. 
Temos, assim, totalmente cumprida a segunda aplicação para a besta que era e não é. Bento XVI volta a ser papa, mas sem ser uma oitava cabeça, pois que esta não existe. Ele procede dos sete para assumir o título honorífico de oitavo rei. E este é, exatamente, o significado que o dicionário Web dá para emérito: ter as honras de um cargo sem exercê-lo.
Desta forma, de acordo com a profecia, encontramos o papa Francisco como aquele que surge no vácuo da renúncia de Bento XVI para representá-lo no histórico mandato de líder mundial. E, desta forma, a teoria dos sete papas reis, se fecha com suficiente fundamentação para ser uma profecia comprovada historicamente.
Apesar de simular um caráter semelhante ao de São Francisco de Assis, o primeiro papa jesuíta da História se identifica mais com o rei da França do início do século dezesseis, chamado Francisco I do qual se diz ter-se entregado completamente à destruição do Protestantismo.
O papa atual só não recebeu o título de Francisco I porque ainda não surgiu o papa Francisco II.  
Finalmente, quanto ao lado político da besta, dele se diz:
Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta, durante uma hora”. Apocalipse 17: 12.
Os dez chifres não são a besta escarlate porque recebem autoridade junto com a besta papal. Diz-se deles que são dez reis, logo eles representarão apenas o lado político da besta escarlate.
Ao tempo de João Paulo II, o sexto rei, os dez reis ainda não haviam recebido seus reinos. Atualmente ainda são apenas cinco os países representantes da ONU: Estados Unidos, China, França, Inglaterra e Rússia. Estes países, no entanto, não serão suficientes para representar geograficamente a grande Babilônia que vem sendo estruturada pelo Espiritismo. 
Já faz alguns anos que se cogita sobre a divisão do globo terrestre em dez Regiões Geoeconômicas para delas extrair-se os dez reis que representarão a ONU. Serão estes reis, que ainda não receberam reinos, que governarão com o papa a Nova Ordem Mundial.
Esta parte da profecia ainda não teve cumprimento, mas já se encontra em evolução. Como o período oficial deste reinado político/religioso será como um relâmpago: apenas de uma hora profética, ou seja, quinze dias literais, conforme Apocalipse 17: 12, a tão propalada Nova Ordem Mundial funcionará apenas extra oficialmente, como vem acontecendo no presente.
Sua oficialização, no entanto, será requerida por ocasião da legislação do decreto de morte contra os cristãos remanescentes, já às portas da Segunda Vinda de Jesus. Este será o tempo em que se ouvirá o ‘Feito está’ do Senhor, que provocará, finalmente, a queda irremediável da profética estátua de Daniel 2, a ser atingida nos pés em parte de ferro e em parte de barro, quando a política (o ferro) estiver novamente agindo oficialmente em conjunto com a religião (o barro).
E segue Apocalipse 17: 13, com relação aos dez reis, dizendo:
Têm estes um só pensamento e oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem”.
Este verso assegura que os futuros representantes da ONU, incluindo os cinco países que faltam para completar os 10 previstos na profecia, prestigiarão o oitavo rei, já devidamente credenciado.
E segue a profecia, dizendo:
“Porque em seus corações incutiu Deus que realizem o Seu pensamento, o executem a uma e deem à besta (à meretriz que passa a cavalgar sobre as populações da Terra) o reino que possuem, até que se cumpram as palavras de Deus”. Apocalipse 17: 17. Parêntese suprido.
Caberá ao último papa aprovar o decreto de morte para os dissidentes religiosos, os quais terão quinze dias para escolher entre abandonar sua crença sobre os mandamentos oficiais da Palavra de Deus ou ser entregues às populações da Terra, preparadas para cumprir o macabro mandado da meretriz espiritual, quando esta estiver no comando das massas populares, conforme referido em Apocalipse 17: 15.
            Este será o tempo de angústia de Jacó, durante o qual os justos serão provados e purificados. Sob a terrível pressão do decreto de morte, previsto em Apocalipse 13: 15, eles passarão pelo tempo de angústia qual nunca houve, da mesma forma como os judeus passaram durante a guerra do Armagedom, mas serão também libertados pela intervenção divina, na sétima praga, quando seus rostos resplandecerão pela glória do Senhor, conforme Daniel 12: 3.
A Organização das Nações Unidas, então constituída por dez países representados pelos dez chifres, e a besta escarlate, representada, fundamentalmente, pelas populações da Terra, quando dirigidas pelo papado, ao perceberem, tarde demais, que foram enganadas pelo líder romano, se voltarão contra a besta papal, conforme o registro de Apocalipse 17: 16:
            “Os dez chifres que viste e a besta, esses odiarão a meretriz, e a farão devastada e despojada e lhe comerão as carnes, e a consumirão no fogo”.
            Evidentemente que, nesta situação crítica de meretrício espiritual estarão incluídos todos os líderes religiosos apóstatas que hoje rejeitam, abertamente, a Palavra do Senhor.
            A classe dita leiga, ao sofrer as pragas, se voltará amargamente contra os seus ministros, secando-se, desta forma, as águas do Eufrates, conforme foi anunciado na sexta praga, em Apocalipse 16: 12, deixando a grande meretriz despojada de toda a sua força, como foi tipificado pela antiga Babilônia, no tempo de Belsazar, registrado em Daniel 6.
            Babilônia não mais seguirá unida, passando, ao contrário, a matarem-se uns aos outros, conforme atesta a profecia.
A Igreja de Laodiceia tem uma mensagem urgente para dar aos líderes do mundo. Confirmada a hipótese de que o cardeal Jorge Mário Bergoglio é o último papa, e já com mais de 80 anos (nascido em 17 de dezembro de 1936), resta pouco tempo para que esta gloriosa mensagem alcance todos os interessados.
A profecia revela, ainda, que o inédito papa emérito, com 90 anos, e que é também o oitavo rei, deverá se encontrar vivo na Segunda Vinda de Jesus. 
Ao tomarmos ciência destes fatos, ajudemos a esclarecer os que, na incerteza, se encontram em nossa esfera de influência. Deus nos está dando grandes privilégios que também são grandes responsabilidades!
Contando agora com esta verdade em nossa consciência, devemos proclamá-la ao mundo.
É nosso dever informar a todos que a verdadeira Nova Ordem Mundial será implantada por Jesus Cristo, o qual está no controle desde a eternidade e que muito em breve reinará pessoalmente sobre a humanidade!
Este tema impressionante, todavia ainda não acabou: precisamos considerar, na sequência, duas ceias anunciadas para o futuro próximo, que se concretizarão em conexão com o retorno majestoso de Jesus.

Vamos examinar mais este ponto, em Apocalipse 19, para escolher em qual das ceias participaremos. 

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