A futura
queda de Babilônia, pelo dedo do Onipotente, vem sendo precedida por muitos
momentos de negociações entre as suas três partes: a besta e o falso profeta,
articulados com o último império mundial, que vem sendo programado pelo
Espiritismo desde 1875, como visto na Verdade Presente nº 3.
Trata-se
da estruturação de uma organização dualista, de um império político/religioso,
com um chefe supremo, a besta que, com base em Mateus 16: 19, advoga ter
recebido de Deus as chaves dos poderes espiritual e temporal.
Vejamos as palavras de Jesus ditas a Pedro,
que motivaram incluir estas duas chaves no brasão do Vaticano:
“Dar-Te-ei as chaves do reino dos céus: o que
ligares na terra terá sido ligado nos céus; e o que desligares na terra, terá
sido desligado nos céus”.
Estas
chaves dadas inicialmente a Pedro, porém, não são as da religião nem as da
política e sim as do reino dos céus; e mesmo o apóstolo Pedro, apesar de ter
aberto as oportunidades cristãs para os judeus, no dia de Pentecostes (Atos 2:
38-42), e aos gentios, na casa de Cornélio (Atos 10: 34-48), e ainda manifestado uma liderança incontestável na Igreja Primitiva, nunca reivindicou ser
algo mais que um apóstolo (I Pedro 1: 1) ou que um presbítero como os outros,
como lemos em I Pedro 5: 1:
“Rogo, pois, aos presbíteros que há entre vós,
eu, presbítero como eles, e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e ainda
coparticipante da glória que há de ser revelada...”
Por
outro lado, este poder de ligar e desligar as coisas da Terra no céu não foi
uma prerrogativa dada somente a Pedro, considerado, equivocamente, como sendo o
primeiro papa, e sim compartilhada com todos os outros, conforme Mateus 18: 18:
“Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na
Terra, terá sido ligado no céu, e tudo o que desligardes na Terra, terá sido
desligado no céu”.
E, mesmo
que Pedro tivesse sido o líder maior da Igreja Primitiva, é certo que ele nunca
apresentou qualquer conexão com os bispos de Roma. Apenas foi crucificado lá.
Estas
considerações, no entanto, não impediram o erguimento de uma Torre de Babel
sobre o nome de Pedro. Essa antiga história continua nos tempos modernos e o
julgamento ainda futuro desta questão foi tratado em Apocalipse 17, conforme passaremos
a examinar .
“Veio um
dos sete anjos que têm as sete taças e falou comigo, dizendo: Vem,
mostrar-te-ei o julgamento da grande
meretriz que se acha sentada sobre muitas águas, com quem se prostituíram
os reis da Terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os
que habitam na Terra”. Apocalipse 17: 1-2.
A figura
de uma mulher, nas profecias bíblicas, tem sido um símbolo constante do povo de
Deus. Na forma de uma adúltera, com relação ao antigo povo hebreu e de uma
virgem, com relação à Igreja cristã. Nos últimos tempos o termo a grande
meretriz se aplica a todas as formas de Cristianismo que desertaram da
verdadeira fé.
O
termo meretrício é, evidentemente espiritual. Ele foi aplicado porque em vez de
deixar que Cristo produza a conversão das almas, os líderes de Babilônia apelam aos reis para que obriguem as pessoas a seguir os seus
dogmas, exatamente como já estudamos em Apocalipse 13: 12.
O
objetivo deste bem elaborado plano continuará sendo prover uma instituição poderosa para
que o dragão de Apocalipse 12: 17 possa, finalmente, destruir o remanescente
cristão que guarda os mandamentos de Deus e tem o dom profético.
A
prostituição mencionada, portanto, está intimamente associada à infidelidade
espiritual da Igreja cristã. Suas falsas doutrinas e aparência de santidade
estão embriagando as populações da Terra a fim de induzi-las a erradicar os
legítimos herdeiros do reino eterno. Na altura deste julgamento, em Apocalipse
17, esta ação de congraçamento da igreja com a política, hoje em evidência, já
se encontrará no passado.
O texto
desta introdução evidencia, também, a preocupação divina em definir o momento
histórico no qual estas forças político-religiosas atuarão. Deus fez questão de
começar seu julgamento/condenação da grande meretriz, destacando este ponto
fundamental.
Por
causa disso, o tema de Apocalipse 17 é introduzido por meio de um dos anjos das
sete pragas, para deixar bem claro o seu contexto ainda futuro.
Além
deste evidente ponto de ligação com as pragas, O Senhor revela que o destino da
sétima praga será, justamente, o de atingir, dolorosamente, a Babilônia mística
dos últimos dias, conforme Apocalipse 16: 19:
“... E lembrou-se Deus da grande Babilônia para
dar-lhe o cálice do vinho do furor de sua ira”.
Outro
importante referencial do tempo destacado para esta profecia é a ligação de Apocalipse 17 também com a sexta praga, registrada em Apocalipse 16: 13-14,
onde nos foi desvendado o plano diabólico que ainda embriagará os reis da
Terra, porque, os líderes de Babilônia, imbuídos de espíritos de demônios
operarão muitos sinais afim de ajuntar os reis da Terra contra Deus.
Este
plano, a ser elaborado na altura profética da sexta praga, foi redigido no
tempo presente. Nesta tríplice confederação do
mal a besta age entrosada com seus dois parceiros coadjuvantes: o falso
profeta, que aponta para o Protestantismo que deixou de protestar contra as
falsas doutrinas de Babilônia e o dragão, que se refere ao Espiritismo, mas
engloba todos os demais agentes seculares.
Todavia
seu plano de convencer os reis a pelejar contra os filhos de Deus está
destinado ao fracasso, conforme será visto em Apocalipse 17: 14.
A Visão de Apocalipse 17
Apocalipse
17: 3-6 apresenta a visão propriamente dita:
“Transportou-me o anjo, em espírito, e vi uma
mulher montada numa besta escarlate,
besta repleta de nomes de blasfêmias, com sete cabeças e dez chifres. Achava-se
a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras
preciosas e de pérolas, tendo na mão um cálice de ouro transbordante de
abominações e com as imundícias de sua prostituição. Na sua fronte, achava-se
escrito um nome, mistério: Babilônia, a grande, a mãe das meretrizes e das
abominações da Terra. Então, vi a mulher embriagada com o sangue dos santos e
com o sangue das testemunhas de Jesus; e, quando a vi, admirei-me com grande
espanto”.
Esta
besta escarlate, a ser cavalgada pela mulher, num paralelismo com o texto de
Apocalipse 17: 1, já mencionado, representa as muitas águas, que em Apocalipse
17: 15 são definidas como segue:
“Falou-me, ainda: as águas que viste, onde a
meretriz está assentada são povos, multidões, nações e línguas”.
Apesar
da meretriz, no sentido mais amplo, representar a igreja oficial da Nova Ordem
Mundial, a visão de Apocalipse 17 destaca o seu líder maior que se encontra
individualmente empenhado em dirigir as populações da Terra, manipulando os fieis por meio de sua
união com a política.
Ele
almeja, desta forma, assegurar o apoio dos governantes, visando transformar as
populações da Terra numa tremenda besta perseguidora – a besta escarlate, para montar sobre ela como um ginete monta num cavalo, com a intenção final de
dominar o mundo.
Apocalipse
13 diz que essa besta fala blasfêmias e persegue os santos. O capítulo 17
acrescenta que ela está vestida de púrpura e de escarlate, com ouro e com
pedras preciosas, estampando a opulência da sua imagem e do seu patrimônio. E
coloca, ainda, um cálice de ouro na sua mão, contendo o vinho das falsas
doutrinas, com as quais ela vem embriagando as nações e prostituindo os reis.
Este cálice tem algo a ver com o dogma da comunhão, onde Cristo é oferecido por meio da hóstia. O pano de fundo é a doutrina da Trindade
Este cálice tem algo a ver com o dogma da comunhão, onde Cristo é oferecido por meio da hóstia. O pano de fundo é a doutrina da Trindade
Os reis
vêm sendo iludidos com falsas promessas de um novo tempo de paz, prosperidade e
unidade entre os povos, só que para isso se concretizar será necessário
eliminar todos os dissidentes, que já vêm sendo chamados de fundamentalistas!
A besta
já enquadrou, abertamente, os que seguem literal e sinceramente a Bíblia, neste
grupo de dissidentes. Desta forma
aqueles que reconhecem as Escrituras como sua única regra de fé já estão sendo
taxados de terroristas religiosos, os quais, não obstante estarem desarmados,
deverão ser erradicados da mesma forma que os fundamentalistas políticos, para
o bem da humanidade. Isto porque para assegurar o monopólio da besta se fará
necessário silenciar todos os seus opositores.
Um fato
notório da profecia é que a autodenominada igreja mãe atribui às igrejas
protestantes o título de filhas separadas, apesar delas não estarem hoje tão separadas assim. Afinal, elas estão ligadas pelos mesmos pontos
falsos de doutrina. Portanto elas são filhas separadas, mas para morrer como
protestantes e viver em perfeita harmonia com a besta.
Outra
característica comum é a busca de um processo de salvação próprio, sem
abandonar os pecados, pois todas elas pregam a impossibilidade de se viver sem
pecar.
Assim,
no contexto da grande Babilônia são explicitadas as três partes fundamentais da
confederação político-religiosa que será amalgamada na altura da sexta praga: a
meretriz (a mãe), as filhas (que no passado dela se separaram) e os reis da
Terra, (que se unem sob a inspiração do Espiritismo, o qual vem publicando
livros sobre a Nova Ordem Mundial, desde 1875). O plano trata de uma tentativa
para ressuscitar a Igreja de Tiatira, que assassinou mais de cinquenta milhões
de cristãos na Idade Média.
Mesmo se
encaminhando para a morte súbita, infelizmente, esta besta colossal virá à luz
e ainda se embriagará com o sangue de muitos inocentes, conforme foi exposto em
Apocalipse 17: 6. O plano da Nova Ordem Mundial é eliminar bilhões de seres humanos.
A explicação da visão
Restou
sem explicação o significado das sete cabeças e dos dez chifres da besta
escarlate de Apocalipse 17: 3, os quais serão explicados a partir dos versos 7 e 8, a seguir:
“O anjo, porém, disse: porque te admiraste?
Dir-te-ei o mistério da mulher e da besta que tem as sete cabeças e os dez
chifres e que leva a mulher: a besta que viste, era e não é, está para emergir
do abismo e caminha para a destruição. E aqueles que habitam sobre a Terra,
cujos nomes não foram escritos no livro da vida desde a fundação do mundo, se
admirarão, vendo a besta que era e não é, mas aparecerá”.
A mulher
adúltera, como já vimos, é o papado, porque tem alterado a Bíblia segundo seus
propósitos, e é representado, nesta profecia, pelo papa atual.
A besta
que viste, era e não é, e que está para surgir do abismo representa o iminente
ressurgimento do papado ligado com a política, com a força que detinha na fase
medieval, quando dominava as populações da Terra.
Em abril de 2018, o papado só ainda não é como foi na Idade Média por falta de uma união
legal com o Estado para garantir-lhe o poder temporal perseguidor. Mas esta
condição está para emergir do abismo que vem sendo cavado pela grave crise
econômica, política e ecológica do mundo atual.
Essa
crise já vem provendo justificativas para que medidas de exceção logo sejam
tomadas, visando solucionar os problemas crônicos da humanidade. Um destes
problemas mais referidos é o aquecimento global.
Dentre
estas medidas, segundo a opinião da besta, destaca-se a formalização da união
da Igreja com o Estado, para inaugurar uma ‘Nova Era’ de paz e de prosperidade
sustentada.
Em
Apocalipse 17: 9 continua a explicação da parte religiosa da besta escarlate:
“Aqui está o sentido, que tem sabedoria: as sete
cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada. São também sete
reis”.
Roma é
universalmente reconhecida como a cidade dos sete montes onde se encontra o
trono do papa. Sua ligação com a meretriz é revelada claramente em Apocalipse
17: 18:
“A mulher que viste é a grande cidade que domina
sobre os reis da Terra”.
Ora,
esta grande cidade, no tempo do apóstolo João era Roma, inquestionavelmente. Hoje, ela alberga o Estado do Vaticano
que segue na mesma trilha em busca da recuperação do domínio que detivera na
Era Medieval.
O
versículo nove revela ainda que além de serem caracterizadas pelas sete
colinas, as sete cabeças são também sete reis. A palavra ‘também’ liga,
gramaticalmente, os sete reis com Roma.
Ora, se
partirmos do Tratado de Latrão, assinado entre o presidente da Itália, Benito
Mussolini e o então papa Pio XI, em 1929, o qual devolveu ao pontífice romano o
título de rei do Vaticano, perdido desde 1798 e, ao Vaticano, o status de um
país, veremos que de lá para cá, reinaram sete papas reis: Pio XI, Pio XII,
João XXIII, Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II e Bento XVI.
Tudo indica que o texto foi direcionado para o reinado de João Paulo II, que seria, então, o sexto rei coroado após o Tratado de Latrão, pois que diz:
Tudo indica que o texto foi direcionado para o reinado de João Paulo II, que seria, então, o sexto rei coroado após o Tratado de Latrão, pois que diz:
“Dos quais caíram cinco, um existe, e o outro
ainda não chegou; e, quando chegar, tem de durar pouco” Apocalipse 17: 10.
A referência especial a HIOHANNES PAVLVS SECVNDO, nome oficial de João Paulo II,
evidencia uma homenagem a sua importante contribuição ao processo de
restauração da besta escarlate, a tal ponto que seu nome encontra-se ligado,
definitivamente ao número da besta, 666, citado em Apocalipse 13: 17-18. Basta,
apenas considerar as letras que tem valor correspondente aos algarismos
romanos, como segue: (I= 1+V=5+L=50 +V=5+C=100+V=5+D=500) que alcançaremos a
soma de 666.
Outro
fato fundamental apontado pela profecia, de difícil cumprimento, foi o de que o
sétimo rei teria de durar pouco. Para o cumprimento desta profecia, a duração do mandato
do sétimo papa rei deveria ser condicionada a uma decisão política e não a sua
morte natural, o que é extremamente sinalizador em face do mandato vitalício do
papado. Para o seu cumprimento foi preciso quebrar-se uma tradição de mais de
setecentos anos, envolvendo setenta papas.
O papa
Bento XVI, já bastante idoso para a extraordinária missão de governar o mundo,
renunciou de forma inesperada, aos oitenta e seis anos, com apenas oito anos de
pontificado. Ele cumpriu, assim, a profecia tanto no sentido da curta duração
de seu reinado, como da solução política requerida para o mesmo, situando-se,
inquestionavelmente, no contexto de Apocalipse 17: 10.
Voltando
à sua antiga condição de Cardeal, sem, contudo, deixar de ser papa, ele faz jus
ao título híbrido de CARDEAL BENTO XVI. Observe-se que este título também soma
666, (C=100+D=500+L=50+X=10+V=5+I=1= 666) constituindo o número da besta.
Portanto,
ele, como no caso do papado unido com a política, passa a ser também a besta
que era e que não é, mas que retorna como papa Emérito.
Estamos no tempo do oitavo rei, o papa Francisco e, neste
caso, Bento XVI passou a formar uma unidade com ele, podendo se dizer que ele é
a sua cabeça, uma vez que o oitavo rei, na profecia, não tem uma
cabeça própria.
É
exatamente como tal que ele é referido em Apocalipse 17: 11:
“E a besta, que era e não é também é ele, o
oitavo rei, e procede dos sete, e caminha para a destruição”.
Perfeitamente
enquadrado na definição da besta que era e não é, e que procede dos sete, Bento
XVI, ao abdicar do seu reinado, para retornar como papa emérito, acabou cumprindo
mais outra condição muito especial, citada no verso onze: “também é ele o oitavo rei”.
Apesar
de não ser mais o Sumo Pontífice ele mantêm o título papal e o pronome de
tratamento: “Sua Santidade”. Como tal
ele continua em ação no Vaticano, mantendo, inclusive, as batinas brancas de
papa.
O título
emérito, segundo o Dicionário Aurélio, permite que ele continue exercendo as
funções de papa, sendo ele, portanto, também
o oitavo rei.
Na
primeira aparição pública, o papa Francisco, na varanda central da Basílica de
São Pedro rezou as orações do Pai Nosso, da Ave Maria e Glória ao Pai,
dedicando-as ao papa Emérito Bento XVI.
Temos,
assim, totalmente cumprida a segunda aplicação para a besta que era e não é.
Bento XVI volta a ser papa, mas sem ser uma oitava cabeça, pois que esta não
existe. Ele procede dos sete para assumir o título honorífico de oitavo rei. E
este é, exatamente, o significado que o dicionário Web dá para emérito: ter as
honras de um cargo sem exercê-lo.
Desta
forma, de acordo com a profecia, encontramos o papa Francisco como aquele que
surge no vácuo da renúncia de Bento XVI para representá-lo no histórico mandato
de líder mundial. E, desta forma, a teoria dos sete papas reis, se fecha com
suficiente fundamentação para ser uma profecia comprovada historicamente.
Apesar
de simular um caráter semelhante ao de São Francisco de Assis, o primeiro papa
jesuíta da História se identifica mais com o rei da França do início do século
dezesseis, chamado Francisco I do qual se diz ter-se entregado completamente à
destruição do Protestantismo.
O papa
atual só não recebeu o título de Francisco I porque ainda não surgiu o papa
Francisco II.
Finalmente,
quanto ao lado político da besta, dele se diz:
“Os dez chifres que viste são dez reis, os
quais ainda não receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta,
durante uma hora”. Apocalipse 17: 12.
Os dez
chifres não são a besta escarlate porque recebem autoridade junto com a besta
papal. Diz-se deles que são dez reis, logo eles representarão apenas o lado
político da besta escarlate.
Ao tempo
de João Paulo II, o sexto rei, os dez reis ainda não haviam recebido seus
reinos. Atualmente ainda são apenas cinco os países representantes da ONU:
Estados Unidos, China, França, Inglaterra e Rússia. Estes países, no entanto, não serão
suficientes para representar geograficamente a grande Babilônia que vem sendo
estruturada pelo Espiritismo.
Já faz
alguns anos que se cogita sobre a divisão do globo terrestre em dez Regiões Geoeconômicas para delas extrair-se os dez reis que representarão a ONU. Serão estes reis, que ainda não receberam reinos, que governarão com o papa a Nova Ordem Mundial.
Esta
parte da profecia ainda não teve cumprimento, mas já se encontra em evolução.
Como o período oficial deste reinado político/religioso será como um relâmpago:
apenas de uma hora profética, ou seja, quinze dias literais, conforme
Apocalipse 17: 12, a tão propalada Nova Ordem Mundial funcionará apenas extra
oficialmente, como vem acontecendo no presente.
Sua
oficialização, no entanto, será requerida por ocasião da legislação do decreto
de morte contra os cristãos remanescentes, já às portas da Segunda Vinda de
Jesus. Este será o tempo em que se ouvirá o ‘Feito
está’ do Senhor, que provocará, finalmente, a queda irremediável da
profética estátua de Daniel 2, a ser atingida nos pés em parte de ferro e em
parte de barro, quando a política (o ferro) estiver novamente agindo
oficialmente em conjunto com a religião (o barro).
E segue
Apocalipse 17: 13, com relação aos dez reis, dizendo:
“Têm estes um só pensamento e oferecem à
besta o poder e a autoridade que possuem”.
Este
verso assegura que os futuros representantes da ONU, incluindo os cinco países
que faltam para completar os 10 previstos na profecia, prestigiarão o oitavo
rei, já devidamente credenciado.
E segue
a profecia, dizendo:
“Porque em seus corações incutiu Deus que
realizem o Seu pensamento, o executem a uma e deem à besta (à meretriz que passa a cavalgar sobre as
populações da Terra) o reino que possuem,
até que se cumpram as palavras de Deus”. Apocalipse 17: 17. Parêntese suprido.
Caberá
ao último papa aprovar o decreto de morte para
os dissidentes religiosos, os quais terão quinze dias para escolher entre
abandonar sua crença sobre os mandamentos oficiais da Palavra de Deus ou ser
entregues às populações da Terra, preparadas para cumprir o macabro mandado da
meretriz espiritual, quando esta estiver no comando das massas populares,
conforme referido em Apocalipse 17: 15.
Este
será o tempo de angústia de Jacó, durante o qual os justos serão provados e
purificados. Sob a terrível pressão do decreto de morte, previsto em Apocalipse
13: 15, eles passarão pelo tempo de angústia qual nunca houve, da mesma forma
como os judeus passaram durante a guerra do Armagedom, mas serão também
libertados pela intervenção divina, na sétima praga, quando seus rostos
resplandecerão pela glória do Senhor, conforme Daniel 12: 3.
A
Organização das Nações Unidas, então constituída por dez países representados
pelos dez chifres, e a besta escarlate, representada, fundamentalmente, pelas
populações da Terra, quando dirigidas pelo papado, ao perceberem, tarde demais,
que foram enganadas pelo líder romano, se voltarão contra a besta papal,
conforme o registro de Apocalipse 17: 16:
“Os dez chifres que
viste e a besta, esses odiarão a
meretriz, e a farão devastada e despojada e lhe comerão as carnes, e a
consumirão no fogo”.
Evidentemente
que, nesta situação crítica de meretrício espiritual estarão incluídos todos os
líderes religiosos apóstatas que hoje rejeitam, abertamente, a Palavra do
Senhor.
A
classe dita leiga, ao sofrer as pragas, se voltará amargamente contra os seus
ministros, secando-se, desta forma, as águas do Eufrates, conforme foi
anunciado na sexta praga, em Apocalipse 16: 12, deixando a grande meretriz
despojada de toda a sua força, como foi tipificado pela antiga Babilônia, no
tempo de Belsazar, registrado em Daniel 6.
Babilônia
não mais seguirá unida, passando, ao contrário, a matarem-se uns aos outros,
conforme atesta a profecia.
A Igreja
de Laodiceia tem uma mensagem urgente para dar aos líderes do mundo. Confirmada
a hipótese de que o cardeal Jorge Mário Bergoglio é o último papa, e já com mais de 80
anos (nascido em 17 de dezembro de 1936), resta pouco tempo para que esta
gloriosa mensagem alcance todos os interessados.
A
profecia revela, ainda, que o inédito papa emérito, com 90 anos, e que é também
o oitavo rei, deverá se encontrar vivo na Segunda Vinda de Jesus.
Ao
tomarmos ciência destes fatos, ajudemos a esclarecer os que, na incerteza, se
encontram em nossa esfera de influência. Deus nos está dando grandes
privilégios que também são grandes responsabilidades!
Contando
agora com esta verdade em nossa consciência, devemos proclamá-la ao mundo.
É nosso
dever informar a todos que a verdadeira Nova Ordem Mundial será implantada por
Jesus Cristo, o qual está no controle desde a eternidade e que muito em breve
reinará pessoalmente sobre a humanidade!
Este
tema impressionante, todavia ainda não acabou: precisamos considerar, na
sequência, duas ceias anunciadas para o futuro próximo, que se concretizarão em
conexão com o retorno majestoso de Jesus.
Vamos
examinar mais este ponto, em Apocalipse 19, para escolher em qual das ceias
participaremos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário